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Julgue o próximo item, relativo à tuberculose.
A prevalência de tuberculose em pessoas diabéticas é maior
do que em pessoas não diabéticas; durante o tratamento de
tuberculose em paciente diabético, deve-se dar atenção ao
controle da glicemia, devendo ser considerada a utilização de
insulina, pois a associação da rifampicina com
hipoglicemiantes orais pode descompensar o quadro de
diabetes.
Julgue o próximo item, relativo à tuberculose.
O tratamento da tuberculose em pacientes com HIV deve ser
realizado com os mesmos fármacos utilizados no caso de
pacientes soronegativos, mas de forma imediata e com
duração mais prolongada, devido ao risco de tuberculose
extrapulmonar, que é muito resistente à terapêutica na
maioria dos casos dos pacientes com HIV.
Julgue o próximo item, relativo à tuberculose.
Em paciente com tuberculose e insuficiência renal crônica, a
terapêutica das drogas de eliminação renal, como
etionamida, isoniazida e rifampicina, deve ser ajustada por
meio da taxa de depuração de creatinina (clearance).
Acerca de doenças cujo agente etiológico é viral, julgue o item subsequente.
Em relação ao tratamento da influenza, a droga de escolha é
oseltamivir, pois a indicação de zanamivir somente está
autorizada em situações específicas, como pacientes em
ventilação mecânica.
Acerca de doenças cujo agente etiológico é viral, julgue o item subsequente.
Os três tipos de vírus da influenza são antigenicamente
distintos e suscetíveis às variações antigênicas; um desses
tipos de vírus possui proteínas de superfície associadas à
infecção das células do trato respiratório superior, onde o
vírus se multiplica, e à saída das partículas virais do interior
das células infectadas.
Acerca de doenças cujo agente etiológico é viral, julgue o item subsequente.
Os sintomas mais comuns da meningite asséptica causada
por enterovírus são manifestações gastrointestinais (vômitos,
anorexia e diarreia) e respiratórias (tosse e faringite), sendo
comum ocorrerem importantes sequelas neurológicas, como
epilepsia, alterações de personalidade e hidrocefalia em
crianças.
Acerca de doenças cujo agente etiológico é viral, julgue o item subsequente.
À semelhança da covid-19, a hantavirose pode evoluir em
duas fases: a fase prodrômica, em que pode haver febre,
mialgias, dor abdominal, astenia, cefaleia e sintomas
gastrointestinais; e a fase cardiopulmonar, em que pode
haver taquicardia, taquidispneia, hipoxemia, edema
pulmonar não cardiogênico, hipotensão arterial e colapso
circulatório, observando-se, na radiografia do tórax,
infiltrado intersticial difuso bilateral que rapidamente evolui
com enchimento alveolar.
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
Quanto à etiologia das úlceras, é possível que as bactérias
Pseudomonas spp. estejam envolvidas nas úlceras
maceradas, que as bactérias do gênero Acinetobacter estejam
associadas às úlceras crônicas com antibioticoterapia
prolongada e que a causa das úlceras com tecido necrótico,
geralmente polimicrobianas, esteja ligada a microrganismos
anaeróbios.
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
A confirmação da presença de cocos gram-positivos
(Staphylococcus aureus e estreptococos beta-hemolíticos),
causadores de feridas agudas, deve ser feita em cultura,
utilizando-se coleta por meio de swabs; isso é vantajoso
porque o uso de swabs reduz a probabilidade de falso
negativo, desde que eles sejam colocados em meios líquidos
de transporte (tioglicolato, TSB, BHI).
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
O alcoolismo crônico pode causar neuropatia periférica nos
membros inferiores e deficiências nutricionais, além de
poder danificar, de forma irreversível, elementos motores,
sensoriais e autonômicos do sistema nervoso periférico, o
que pode desencadear ulcerações e alterações tróficas nos
pés, muitas vezes mutilantes.
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
Na hanseníase, as deformidades mais graves, caracterizadas
por cegueira, garras palmares, plantares e úlceras dos
membros inferiores que podem ocasionar perdas ósseas
importantes, são consequentes de anestesias cutâneas e de
paralisias secundárias ao envolvimento dos nervos ciático
poplíteo externo e tibial posterior.
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
O principal método para diagnóstico de osteomielite no pé
diabético é a cintilografia óssea, feita após a injeção do
metilenodifosfonato marcado com tecnécio-99m
(MDP-99mTc).
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
No caso de diabetes melito, cerca de 75% das amputações
resultam da seguinte sequência de eventos: neuropatia,
isquemia, trauma, cicatrização deficiente, infecção, úlcera,
necrose e gangrena.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
Em pacientes com covid-19 leve, o uso de anticorpos
monoclonais neutralizantes, bamlanivimabe associado ou
não a etesevimabe, pode ser utilizado com efeitos benéficos.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
O uso de antiviral em pacientes com covid-19 leve não é
recomendado, podendo produzir danos.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
O uso de plasma convalescente em pacientes idosos com
covid-19 leve pode ser uma opção terapêutica para reduzir o
risco de agravamento do quadro respiratório; trata-se, no
entanto, de uso limitado, pois é necessário hospitalização
para a aplicação endovenosa.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
No caso de pacientes com diagnóstico de covid-19 leve, o
uso de esteroide é recomendado e não aumenta o risco de
efeitos adversos a medicação.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
O uso de anticoagulantes não é recomendado para o
tratamento de pacientes com covid-19 leve.
Uma mulher com cinquenta e sete anos, sem queixas, procurou atendimento para tratar hepatite por vírus C, com alteração de enzimas hepáticas. Fibroscan F0.
Exames: ferritina: 103; amilase: 71; TGO: 81; TGP: 137; FA: 94; GGT: 47; BT: 0,56; albumina: 4,7 plaq: 287. INR: 1; alfafeto: 3,8; PCR VHC: 53.963 cópias por milhão genótipo 3. Biópsia hepática: 12 espaços porta – A0F0.
A respeito desse caso clínico, julgue o próximo item.
O controle para avaliar se essa paciente está curada poderá
dar-se por sorologia para hepatite C.
Uma mulher com cinquenta e sete anos, sem queixas, procurou atendimento para tratar hepatite por vírus C, com alteração de enzimas hepáticas. Fibroscan F0.
Exames: ferritina: 103; amilase: 71; TGO: 81; TGP: 137; FA: 94; GGT: 47; BT: 0,56; albumina: 4,7 plaq: 287. INR: 1; alfafeto: 3,8; PCR VHC: 53.963 cópias por milhão genótipo 3. Biópsia hepática: 12 espaços porta – A0F0.
A respeito desse caso clínico, julgue o próximo item.
Essa paciente será considerada curada se sua carga viral
estiver negativa 6 meses após o término do tratamento.