Foram encontradas 3.821 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Uma mulher com quarenta e cinco anos de idade, com queixa de disfagia e perda ponderal significativa nos últimos meses, foi submetida a videoendoscopia digestiva alta em que se identificou acalasia da cárdia, permitindo a passagem do endoscópio com resistência importante. Exame contrastado mostrou dilatação esofágica, sem desvio importante do eixo, lentificação do esvaziamento esofágico e ondas de contração terciárias. Manometria esofágica evidenciou hipertonia do esfíncter inferior do esôfago, ausência de relaxamento do esfíncter inferior do esôfago e aperistalse do corpo esofágico.
Nesse caso clínico,
POEM (peroral endoscopy myotomy) é uma alternativa
terapêutica possível, apresentando menos sintomas de
refluxo gastroesofágico quando comparada à miotomia a
Heller associada a fundoplicadura a Dor.
Um paciente com trinta e oito anos de idade foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para investigação de quadro dispéptico. Esse exame mostrou erosões não confluentes maiores do que 5 mm junto à linha z, erosões planas no antro e hiperemia no bulbo. Também foi identificada lesão submucosa no fundo gástrico, em torno de 15 mm de diâmetro, endurecida e descolada da mucosa.
A respeito do seguimento e tratamento desse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
Está indicada a realização de ultrassonografia endoscópica
para esclarecimento diagnóstico, com a possibilidade de
realização de punção para a coleta de material para biópsia
de acordo com o aspecto endoscópico.
Um paciente com trinta e oito anos de idade foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para investigação de quadro dispéptico. Esse exame mostrou erosões não confluentes maiores do que 5 mm junto à linha z, erosões planas no antro e hiperemia no bulbo. Também foi identificada lesão submucosa no fundo gástrico, em torno de 15 mm de diâmetro, endurecida e descolada da mucosa.
A respeito do seguimento e tratamento desse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
Em virtude do tamanho da lesão, o tratamento adequado
poderá ser realizado por endoscopia, mediante a técnica de
enucleação ou a mucosectomia endoscópica.
Paciente portador de DRGE com diagnóstico de esôfago de Barrett, em seguimento há 3 anos, foi submetido a videoendoscopia digestiva que identificou prolongamento de mucosa de aspecto colunar circunferencial de 3 cm e maior prolongamento longitudinal de 6 cm. Foram realizadas biópsias na mucosa de aspecto colunar a cada 3 cm de distância. Avaliação histopatológica mostrou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Em relação ao diagnóstico, tratamento, prognóstico e seguimento nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
Deve-se indicar terapêutica endoscópica, sendo a mucosectomia a técnica endoscópica com melhor resultado para eliminação da área de mucosa com esôfago de Barrett com displasia associada, com menor índice de complicação e recidiva.
Paciente portador de DRGE com diagnóstico de esôfago de Barrett, em seguimento há 3 anos, foi submetido a videoendoscopia digestiva que identificou prolongamento de mucosa de aspecto colunar circunferencial de 3 cm e maior prolongamento longitudinal de 6 cm. Foram realizadas biópsias na mucosa de aspecto colunar a cada 3 cm de distância. Avaliação histopatológica mostrou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Em relação ao diagnóstico, tratamento, prognóstico e seguimento nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
O seguimento endoscópico adequado, de acordo com ASGE
e ESGE, será a realização de endoscopias anuais, com
biópsias seriadas da área identificada com esôfago de
Barrett, segundo o protocolo de Seattle.
Paciente portador de DRGE com diagnóstico de esôfago de Barrett, em seguimento há 3 anos, foi submetido a videoendoscopia digestiva que identificou prolongamento de mucosa de aspecto colunar circunferencial de 3 cm e maior prolongamento longitudinal de 6 cm. Foram realizadas biópsias na mucosa de aspecto colunar a cada 3 cm de distância. Avaliação histopatológica mostrou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Em relação ao diagnóstico, tratamento, prognóstico e seguimento nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
As biópsias endoscópicas realizadas estão de acordo com o
protocolo de Seattle para seguimento de esôfago de Barret.
Paciente portador de DRGE com diagnóstico de esôfago de Barrett, em seguimento há 3 anos, foi submetido a videoendoscopia digestiva que identificou prolongamento de mucosa de aspecto colunar circunferencial de 3 cm e maior prolongamento longitudinal de 6 cm. Foram realizadas biópsias na mucosa de aspecto colunar a cada 3 cm de distância. Avaliação histopatológica mostrou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Em relação ao diagnóstico, tratamento, prognóstico e seguimento nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
A abordagem endoscópica com realização de ablação
térmica por radiofrequência está associada a maior
possibilidade de estenose esofágica, em virtude do
acometimento circunferencial.
Paciente submetido a gastroplastia por bypass há 3 meses, que vem evoluindo com dificuldade para se alimentar, com episódios frequentes de vômitos pós-prandiais associados a desconforto epigástrico, foi submetido a endoscopia digestiva alta na qual se identificou estenose da anastomose gastrojejunal, com diâmetro da anastomose gastrojejunal em torno de 8 mm × 6 mm, impedindo a passagem do endoscópio para a alça jejunal eferente.
Acerca do tratamento do paciente objeto desse caso clínico, julgue o item a seguir.
Deve-se prosseguir com passagem de fio-guia pela estenose,
passagem do balão pelo guia com posicionamento deste no
nível da anastomose, posterior dilatação com utilização de
balão de dilatação endoscópica TTS (trough the scope),
iniciando-se com calibres 8 mm, 9 mm e 10 mm.
Paciente submetido a gastroplastia por bypass há 3 meses, que vem evoluindo com dificuldade para se alimentar, com episódios frequentes de vômitos pós-prandiais associados a desconforto epigástrico, foi submetido a endoscopia digestiva alta na qual se identificou estenose da anastomose gastrojejunal, com diâmetro da anastomose gastrojejunal em torno de 8 mm × 6 mm, impedindo a passagem do endoscópio para a alça jejunal eferente.
Acerca do tratamento do paciente objeto desse caso clínico, julgue o item a seguir.
O seguimento endoscópico com novas dilatações deve ser
realizado a cada período de 15 dias, iniciando-se sempre pelo
estágio no qual terminou a última sessão, procurando-se
atingir um diâmetro máximo de 15 mm ao final do
tratamento.
Um paciente com cinquenta e oito anos de idade, portador
de cirrose hepática, Child C, com queixa de sangramento
digestivo há 3 semanas, evidenciado por episódio de melena, sem
repercussão hemodinâmica, procurou serviço de hepatologia,
onde foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para
avaliação diagnóstica e orientação quanto ao tratamento
endoscópico. Nesse exame, observou-se a presença de varizes
esofágicas de grande calibre, azuladas, tortuosas, com manchas
vermelhas dispostas sobre as elas, nos 8 cm distais do esôfago
torácico, sem extensão para o fundo gástrico. Enantema em
padrão pontilhado com mucosa em aspecto de mosaico no corpo
gástrico. Exames laboratoriais mostraram Hg 9,3 g/dL, Ht 28,8%,
leuco 9.400 mm3
, plaquetas de 42.000 × 103
/mm3
.
Acerca do tratamento e do prognóstico para o paciente objeto desse caso clínico, julgue o item subsequente.
O seguimento adequado após iniciar o programa de ligadura
elástica de varizes esofagianas seria nova sessão a cada 3
meses, até o controle endoscópico ser atingido, não sendo
necessária a combinação com betabloqueadores não
seletivos.
Um paciente com cinquenta e oito anos de idade, portador
de cirrose hepática, Child C, com queixa de sangramento
digestivo há 3 semanas, evidenciado por episódio de melena, sem
repercussão hemodinâmica, procurou serviço de hepatologia,
onde foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para
avaliação diagnóstica e orientação quanto ao tratamento
endoscópico. Nesse exame, observou-se a presença de varizes
esofágicas de grande calibre, azuladas, tortuosas, com manchas
vermelhas dispostas sobre as elas, nos 8 cm distais do esôfago
torácico, sem extensão para o fundo gástrico. Enantema em
padrão pontilhado com mucosa em aspecto de mosaico no corpo
gástrico. Exames laboratoriais mostraram Hg 9,3 g/dL, Ht 28,8%,
leuco 9.400 mm3
, plaquetas de 42.000 × 103
/mm3
.
Acerca do tratamento e do prognóstico para o paciente objeto desse caso clínico, julgue o item subsequente.
O uso de cianoacrilato é uma terapêutica alternativa à
ligadura elástica na profilaxia secundária.
Um paciente com cinquenta e oito anos de idade, portador
de cirrose hepática, Child C, com queixa de sangramento
digestivo há 3 semanas, evidenciado por episódio de melena, sem
repercussão hemodinâmica, procurou serviço de hepatologia,
onde foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para
avaliação diagnóstica e orientação quanto ao tratamento
endoscópico. Nesse exame, observou-se a presença de varizes
esofágicas de grande calibre, azuladas, tortuosas, com manchas
vermelhas dispostas sobre as elas, nos 8 cm distais do esôfago
torácico, sem extensão para o fundo gástrico. Enantema em
padrão pontilhado com mucosa em aspecto de mosaico no corpo
gástrico. Exames laboratoriais mostraram Hg 9,3 g/dL, Ht 28,8%,
leuco 9.400 mm3
, plaquetas de 42.000 × 103
/mm3
.
Acerca do tratamento e do prognóstico para o paciente objeto desse caso clínico, julgue o item subsequente.
Está indicada realização de ligadura elástica de varizes
esofagianas.
Um senhor com sessenta e quatro anos de idade está evoluindo com desconforto epigástrico, saciedade precoce e episódios de regurgitação. Ele é tabagista e relata consumo frequente de bebida alcóolica. Sua história familiar é negativa para neoplasia do aparelho digestivo. Esse paciente foi submetido a videoendoscopia digestiva alta que identificou diminuição expressiva do pregueado mucoso, erosões planas no corpo, xantelasma na pequena curvatura do corpo gástrico, nodularidade discreta no antro, principalmente na pequena curvatura, e áreas levemente elevadas, de coloração acinzentada, aspecto opalescente e superfície aveludada. Teste de urease foi positivo. Foram realizadas duas biópsias da mucosa do corpo e duas do antro, que identificaram atrofia da mucosa do corpo e do antro e focos de metaplasia intestinal completa no antro. Pesquisa de H. pylori deu positivo 2+/3+.
Julgue o próximo item, a respeito desse caso clínico.
Os exames do paciente mostram, como achados
endoscópicos frequentemente relacionados à presença de H.
pylori: a nodularidade da mucosa do antro e a presença
sugestiva de metaplasia intestinal no antro.
Um senhor com sessenta e quatro anos de idade está evoluindo com desconforto epigástrico, saciedade precoce e episódios de regurgitação. Ele é tabagista e relata consumo frequente de bebida alcóolica. Sua história familiar é negativa para neoplasia do aparelho digestivo. Esse paciente foi submetido a videoendoscopia digestiva alta que identificou diminuição expressiva do pregueado mucoso, erosões planas no corpo, xantelasma na pequena curvatura do corpo gástrico, nodularidade discreta no antro, principalmente na pequena curvatura, e áreas levemente elevadas, de coloração acinzentada, aspecto opalescente e superfície aveludada. Teste de urease foi positivo. Foram realizadas duas biópsias da mucosa do corpo e duas do antro, que identificaram atrofia da mucosa do corpo e do antro e focos de metaplasia intestinal completa no antro. Pesquisa de H. pylori deu positivo 2+/3+.
Julgue o próximo item, a respeito desse caso clínico.
A coleta dos fragmentos para estudo histopatológico atendeu
aos critérios de Sidney modificados.
Um senhor com sessenta e quatro anos de idade está evoluindo com desconforto epigástrico, saciedade precoce e episódios de regurgitação. Ele é tabagista e relata consumo frequente de bebida alcóolica. Sua história familiar é negativa para neoplasia do aparelho digestivo. Esse paciente foi submetido a videoendoscopia digestiva alta que identificou diminuição expressiva do pregueado mucoso, erosões planas no corpo, xantelasma na pequena curvatura do corpo gástrico, nodularidade discreta no antro, principalmente na pequena curvatura, e áreas levemente elevadas, de coloração acinzentada, aspecto opalescente e superfície aveludada. Teste de urease foi positivo. Foram realizadas duas biópsias da mucosa do corpo e duas do antro, que identificaram atrofia da mucosa do corpo e do antro e focos de metaplasia intestinal completa no antro. Pesquisa de H. pylori deu positivo 2+/3+.
Julgue o próximo item, a respeito desse caso clínico.
O paciente em questão deve ter seguimento endoscópico
anual em virtude do risco aumentado de câncer gástrico
relacionado à gastrite atrófica acometendo o corpo e o antro
e da presença de metaplasia intestinal no antro.
Uma senhora com setenta e três anos de idade, que
apresentava quadro dispéptico, com queixa de dor abdominal, foi
submetida a videoendoscopia digestiva alta. Esse exame revelou
erosões planas no antro e lesão submucosa na parede anterior do
bulbo duodenal em torno de 8 mm de diâmetro. Ecoendoscopia
foi realizada para esclarecimento diagnóstico, tendo-se observado
tratar-se de lesão da segunda camada muscular da mucosa,
sem alteração sugestiva de comprometimento linfonodal
locorregional. O estudo histopatológico identificou neoplasia
neuroendócrina (somatostinoma).
Acerca do tratamento e do prognóstico para esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A opção terapêutica indicada seria a dissecção submucosa
endoscópica, em virtude da possibilidade de a ressecção R0
ser atingida com maior frequência por esse método,
comparativamente a outros métodos endoscópicos, como a
polipectomia simples, a mucosectomia e a polipectomia com
ligadura elástica.
Uma senhora com setenta e três anos de idade, que
apresentava quadro dispéptico, com queixa de dor abdominal, foi
submetida a videoendoscopia digestiva alta. Esse exame revelou
erosões planas no antro e lesão submucosa na parede anterior do
bulbo duodenal em torno de 8 mm de diâmetro. Ecoendoscopia
foi realizada para esclarecimento diagnóstico, tendo-se observado
tratar-se de lesão da segunda camada muscular da mucosa,
sem alteração sugestiva de comprometimento linfonodal
locorregional. O estudo histopatológico identificou neoplasia
neuroendócrina (somatostinoma).
Acerca do tratamento e do prognóstico para esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Recomenda-se reavaliação endoscópica da paciente após a
ressecção da lesão a cada 6-12 meses por 2 anos seguidos.
Um senhor com sessenta e oito anos de idade, paciente
renal crônico, diabético insulinodependente, hipertenso, não
dialítico, fez uso de anti-inflamatório não hormonal por 5 dias,
em virtude de lombalgia. Apresentou episódio de sangramento
vivo nas fezes durante evacuação, tendo sido encontrado
inconsciente no banheiro. Foi trazido para o serviço de
emergência, onde foram constatadas: pressão arterial de
85 mmHg × 65 mmHg, frequência cardíaca do 100 bpm,
confusão mental e sudorese profusa. Exames laboratoriais
revelaram: Hemoglobina 8,5 g/dL, Ureia 100 mg/dL, leucócitos
1.400. Foi iniciada reposição volêmica, com resposta positiva, e o
paciente foi transferido para unidade de terapia intensiva, tendo
sido submetido a videoendoscopia digestiva alta. Esse exame
revelou úlcera de 12 mm de diâmetro, na incisura angularis,
fibrina no centro, bordos elevados e sangramento em jato.
Com relação ao tratamento endoscópico nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
O second look-endoscópico não é indicado.
Um senhor com sessenta e oito anos de idade, paciente
renal crônico, diabético insulinodependente, hipertenso, não
dialítico, fez uso de anti-inflamatório não hormonal por 5 dias,
em virtude de lombalgia. Apresentou episódio de sangramento
vivo nas fezes durante evacuação, tendo sido encontrado
inconsciente no banheiro. Foi trazido para o serviço de
emergência, onde foram constatadas: pressão arterial de
85 mmHg × 65 mmHg, frequência cardíaca do 100 bpm,
confusão mental e sudorese profusa. Exames laboratoriais
revelaram: Hemoglobina 8,5 g/dL, Ureia 100 mg/dL, leucócitos
1.400. Foi iniciada reposição volêmica, com resposta positiva, e o
paciente foi transferido para unidade de terapia intensiva, tendo
sido submetido a videoendoscopia digestiva alta. Esse exame
revelou úlcera de 12 mm de diâmetro, na incisura angularis,
fibrina no centro, bordos elevados e sangramento em jato.
Com relação ao tratamento endoscópico nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
O tratamento endoscópico mais efetivo seria a administração
de solução adrenalina 1:10000 UI associada à aplicação de
clipes endoscópicos, possibilitando a aplicação de um
segundo método hemostático de forma mais eficiente.
Um senhor com sessenta e oito anos de idade, paciente
renal crônico, diabético insulinodependente, hipertenso, não
dialítico, fez uso de anti-inflamatório não hormonal por 5 dias,
em virtude de lombalgia. Apresentou episódio de sangramento
vivo nas fezes durante evacuação, tendo sido encontrado
inconsciente no banheiro. Foi trazido para o serviço de
emergência, onde foram constatadas: pressão arterial de
85 mmHg × 65 mmHg, frequência cardíaca do 100 bpm,
confusão mental e sudorese profusa. Exames laboratoriais
revelaram: Hemoglobina 8,5 g/dL, Ureia 100 mg/dL, leucócitos
1.400. Foi iniciada reposição volêmica, com resposta positiva, e o
paciente foi transferido para unidade de terapia intensiva, tendo
sido submetido a videoendoscopia digestiva alta. Esse exame
revelou úlcera de 12 mm de diâmetro, na incisura angularis,
fibrina no centro, bordos elevados e sangramento em jato.
Com relação ao tratamento endoscópico nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
Entre as variáveis que compõem o escore de prognóstico de
Rockall, o paciente apresenta risco de ressangramento
elevado, idade > 60 anos, hemoglobina < 10 g/dL, FC >
100 bpm, comorbidades e achados endoscópicos de
sangramento ativo.