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A atuação do psicólogo hospitalar deve restringir-se ao desenvolvimento de intervenções clínicas em caráter exclusivamente individual, fundamentadas em uma perspectiva institucional.
O ambiente terapêutico no hospital deve ser constituído e reestruturado de acordo com as condições impostas pelo paciente e o contexto em que ele se encontra.
De acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, é dever do profissional que atua no contexto hospitalar de psicologia informar a quem de direito os resultados decorrentes dos serviços psicológicos, transmitindo todas as informações e documentos relativos ao paciente ao bom termo do trabalho interdisciplinar.
A consciência de si e a consciência perceptiva são noções centrais na teoria desenvolvida por Luria, segundo a qual a consciência seria ampla no momento atual e presente, assim como a percepção pessoal, no nível corporal, emocional e ambiental.
De acordo com Melanie Klein, a resistência é algo inerente ao processo de análise, haja vista que esta faz parte dos processos defensivos do paciente, por isso caberia ao analista a utilização do tempo lógico para vencer as barreiras que a resistência interpõe ao tratamento.
Segundo Sigmund Freud, a transferência, assim como a associação livre, é um elemento primordial do fenômeno analítico. De acordo com o autor, a resistência ocorre em face da revivência de determinados elementos passados, atualizados e reeditados na situação de transferência.
De acordo com a teoria desenvolvida por Donald Winnicott, as fantasias inconscientes devem ser levadas em consideração na análise do comportamento antissocial e da agressividade, não podendo esta última ser explicada exclusivamente pela emergência de instintos agressivos primitivos.
Segundo Jacques Lacan, a castração, a fantasia e o gozo constituem-se peças-chave no diagnóstico diferencial clínico, e a psicose seria decorrente da forclusão do Nome-do-Pai, enquanto a perversão, do desmentido da castração.
Dado o crescimento do consumo de crack e de suas graves consequências, tornam-se fundamentais intervenções de cunho psicoterápico e psicossocial.
A causa da dependência química, principalmente da alcoólica, está associada essencialmente à busca dos efeitos que a substância ingerida produz no organismo humano.
O uso prolongado e contínuo de substância psicoativa pode causar a ocorrência de fenômenos psicóticos durante ou imediatamente após o consumo da substância.
De acordo com o CID-10, a dipsomania enquadra-se no conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após repetido consumo de uma categoria de substâncias psicoativas. Nesse sentido, a síndrome de dependência exclui situações em que substâncias farmacologicamente diferentes estão envolvidas.
A criação de parcerias, como, por exemplo, o desenvolvimento de ações conjuntas entre escola e comunidade pode favorecer a construção de projetos de vida e o desenvolvimento da autonomia em adolescentes usuários de crack ou outras drogas.
No laudo psicológico, documento técnico que serve a propósitos periciais, o profissional utiliza métodos e técnicas de observação, além de medida de processo psicológico, para investigar e analisar condições psicológicas de indivíduos.
O relatório psicológico é um documento técnico com objetivo de investigar, analisar e concluir a respeito das condições psicológicas de indivíduos em dadas situações ou contextos específicos.
O parecer psicológico é um documento técnico, com finalidade descritiva a respeito de uma situação-problema.
O informe psicológico é um documento produzido pelo profissional com o objetivo de comunicar os resultados da avaliação realizada.
A declaração documento-chave da perícia do ponto de vista técnico-processual, deve conter as conclusões decorrentes da investigação e da análise técnica realizadas pelo perito, por isso devem ser inteligíveis, autoexplicativos e convincentes.
Cabe ao psicólogo, durante o trabalho de investigação psicológica, a utilização de um plano essencialmente descritivo do fenômeno psicológico.