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Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
A depressão pode ser situacional ou estrutural, dependendo se o trabalho funcionou como um colaborador ou desencadeador. De forma global, a depressão se caracteriza pelos sintomas como sentimento profundo de tristeza e de abandono, baixa autoestima, fechamento afetivo, isolamento, falta de apetite, insônia, dentre outros.
Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
Uma doença ocupacional pode caracterizar-se pela vivência de traços psicóticos ou neuróticos como síndrome de pânico e ideias persecutórias.
Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
Sintomas de estresse ou depressão, podem ser episódicos e até fazer parte de outros quadros clínicos, sendo relevante considerar a coexistência deles, a frequência e intensidade.
Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
O trabalho é determinante para o desenvolvimento das doenças mentais.
Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
A centralidade instrumental e substantiva do trabalho provoca a compulsão ao trabalho.
Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
O estresse é uma tensão física, psíquica e social que decorre de um esforço desmedido do indivíduo para responder determinadas exigências externas. A vivência desse estresse se caracteriza por perdas, que variam desde a perda da autoestima até a perda de pessoas e situações.
Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
A clínica da atividade permite o restabelecimento da saúde mental por meio da transformação da organização do trabalho, embora a angustia vivenciada não seja facilmente removível, pois se encontra relacionada a outras esferas da vida.
Com relação a esse assunto, julgue os próximos itens.
O trabalho pode mobilizar uma patologia individual que se adere a uma patologia social, desencadeando certas características, como por exemplo, falta de maturidade afetivo-emocional, dificuldades de relacionamento, prejuízo da qualidade dos vínculos afetivos, o que predispõe a determinados tipos de adoecimento.
Mendes 2004. In: Conselho Federal de Psicologia. Internet:
Com relação ao conceito apresentado no texto acima, julgue os itens de 109 a 112.
Não existe a vítima e o agressor como uma dicotomia, mas sim uma rede de relações sociais, sendo mais relevante, nesse contexto para atuação do psicólogo, o sofrimento que decorre desses comportamentos.
Mendes 2004. In: Conselho Federal de Psicologia. Internet:
Com relação ao conceito apresentado no texto acima, julgue os itens de 109 a 112.
O assédio moral faz parte de uma rede de armadilhas perversas consentida pelos modos de produção instituídos em diversos contextos de trabalho. Envolve atitudes e comportamentos visíveis e invisíveis praticados por gestores, colegas e empresa que levam à destruição do trabalhador ao provocar, gradativamente, intenso sofrimento, adoecimento e perda do emprego.
Mendes 2004. In: Conselho Federal de Psicologia. Internet: < www.pol.org.br > (com adaptações)Com relação ao conceito apresentado no texto acima, julgue o item.
As pessoas que praticam o assédio moral são necessariamente perversas em suas estruturas, e desenvolvem atitudes e comportamentos que são instituídos, muitas vezes inconscientemente, pelos modos de produção e gestão do trabalho.
Mendes 2004. In: Conselho Federal de Psicologia. Internet:
Com relação ao conceito apresentado no texto acima, julgue os itens de 109 a 112.
O assédio moral é produto de uma perversão social, que pode capturar pessoas e(ou) grupos independentemente de suas estruturas psíquicas particulares.
Mendes 2004. In: Conselho Federal de Psicologia. Internet:
Com relação ao conceito apresentado no texto acima, julgue os itens de 109 a 112.
O assédio moral é caracterizado por uma patologia social que contamina o psíquico daqueles que são vítimas, sendo dependente da capacidade de resiliência do indivíduo de transformar a situação.
A elaboração de um perfil cultural que integre variáveis como valores, relações de poder e padrões de comportamento de grupos, com o intuito de criar oportunidades para o desenvolvimento do prazer, da satisfação e do bem-estar dos trabalhadores e de evitar sofrimento, estresse, burnout e outras perturbações psíquicas, consiste em prática de gestão da cultura organizacional que contribui para a formação dos compromissos necessários à manutenção da integridade física, psíquica e social da equipe.
O desenvolvimento de estratégias para a articulação da produtividade e da qualidade de vida no trabalho pode ser feito pelas organizações com base na análise das relações entre cultura e saúde no trabalho.
Movimentação e captação de recursos humanos, recrutamento, seleção, gestão dos riscos de rotatividade e absenteísmo, processo de desligamento e planejamento de carreira são práticas de gestão que podem ser viabilizadas por meio de sessões coletivas de discussão, grupos operativos, treinamentos, processos de acompanhamento psicossocial e ações multiprofissionais.
Uma cultura organizacional estabelecida com base em atitudes rígidas e controladoras serve aos interesses da racionalidade econômica e favorece o desenvolvimento de patologias do comportamento nos membros da equipe de trabalho.