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O utilitário PSR (problem steps recorder) permite gravar uma sequência de ações executadas na tela.
O Windows 7 Professional de 32 bits instalado sem customizações é um sistema operacional adequado para suportar a operação de um computador com 8 GB de memória RAM.
Na configuração de um servidor DHCP (dynamic host configuration protocol), a opção max-lease-time no arquivo de configuração refere-se ao tempo máximo da concessão fornecida aos computadores da rede, que, a partir do servidor DHCP, obtiverem suas configurações.
Para efetuar o backup do master boot record em um disco padrão SATA para o diretório atual /tmp, pode ser utilizado o comando abaixo.
dd if=/dev/das of=/tmp/backup.img bs=256 count=1
Para configurar em um host Linux o servidor DNS (domain name system) cujo endereço IP é 8.8.8.8, deve-se editar o arquivo /etc/resolv.conf e adicionar uma entrada no formato ServerDNS 8.8.8.8.
No PostgreSql 9.3 é possível configurar permissão para usuários até o nível de tabelas, mas não controles para acesso de colunas. Logo, o comando SQL abaixo está correto para Oracle 11g, mas não para PostgreSql 9.3.
GRANT SELECT (col1), UPDATE (col1) ON TabelaTeste TO Usuario;
No PostgreSql 9.3, os dois comandos abaixo retornam true como resultado.
SELECT 'abc' SIMILAR TO '%(b|d)%'
SELECT 'abc' SIMILAR TO '(b|c)%'
Em um único objeto de dados, um package no Oracle 11g pode agregar subprogramas, constantes, comandos DML, funções e procedures. O exemplo abaixo descreve corretamente a sintaxe para criar o package PkgTeste contendo uma função, uma procedure e um comando DML.
CREATE PACKAGE BODY PkgTeste AS
BEGIN
WITH FUNCTION FuncaoTeste (parametro VARCHAR2) RETURN codigo NUMBER;
WITH PROCEDURE PTeste (codigo NUMBER);
WITH SELECT * FROM TabelaTeste WHERE NuCodigo=codigo;
END
No Oracle 10g, o comando TRUNCATE elimina os registros de uma tabela, mesmo que ela faça parte de um cluster. Todavia, uma vez que esse comando é executado, não é possível restaurar os registros por meio do comando ROLLBACK.
O Oracle suporta transações entre bancos de dados distribuídos que funcionam analogamente como cliente e servidor. Nesse tipo de arquitetura, é possível ocultar a localização dos dados e combinar logicamente dados que fisicamente encontram-se separados.
As triggers podem ser utilizadas para garantir integridade na relação entre duas tabelas, mesmo que não haja a criação de uma referência por meio de uma chave estrangeira entre essas tabelas.
Assim como no modelo conceitual, o modelo lógico de dados não possui atributos, uma vez que, no primeiro caso, o objetivo é descrever as informações sob o contexto do negócio, ao passo que no segundo caso o objetivo envolve a lógica dos relacionamentos dos dados sem a preocupação de conhecer as estruturas físicas e o SGBD específico que será utilizado.
O PostgreSql 9.3 permite limitar o tamanho físico máximo em bytes em tabelas de usuário por meio da cláusula tablespaces no comando CREATE TABLE, conforme a sintaxe mostrada abaixo.
CREATE TABLE TabelaTeste
(
Codigo integer PRIMARY KEY,
Nome varchar(40) NOT NULL
)
WITH (TABLESPACES = 1GB);
A inspeção é uma técnica utilizada no processo a fim de verificar o escopo e inclui atividades como medição, exame e verificação para determinar se o trabalho e as entregas atendem aos requisitos e aos critérios de aceitação do produto.
A técnica Delphi, utilizada para o gerenciamento do escopo e do risco do projeto, é composta de sessões focadas que unem as partes interessadas multifuncionais para definição dos requisitos do produto ou análise e avaliação de riscos.
Gerenciar a equipe do projeto consiste em acompanhar o desempenho de membros da equipe a fim de fornecer feedback e gerenciar mudanças para otimizar o desenvolvimento do projeto.
De acordo com o eSCM-CL (eSourcing capability model for clients), constituem atividades relacionadas à terceirização a revisão do desempenho das atividades de sourcing, a compreensão da situação atual em termos de processo e estrutura do cliente e a definição dos níveis de serviços do fornecedor.
As consequências de perda de confidencialidade, integridade e disponibilidade devem ser tratadas no sistema de gestão de segurança da informação (SGSI) e não constam da análise de riscos, visto que podem ser mensuradas somente após a avaliação do risco.
No processo de gestão de risco, a análise de risco abrange, entre outras, a atividade de identificação de riscos, de estimativa de riscos, de avaliação de riscos e, caso necessário, a atividade de aceitação de riscos.
Na avaliação de riscos, abordam-se os riscos externos e os internos, avaliando-os por meio de métodos qualitativos e quantitativos, ao passo que, no estabelecimento do contexto do risco, a definição deve se ater apenas ao contexto interno.