Foram encontradas 1.763 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3594848 Matemática
Em uma fábrica, 6 máquinas produzem 240 peças em 4 horas. Quantas peças seriam produzidas por 10 máquinas funcionando por 6 horas, mantendo o mesmo ritmo de produção?
Alternativas
Q3594847 Português
Qual alternativa apresenta todas as palavras corretamente divididas em suas sílabas?
Alternativas
Q3594844 Português
Em relação aos tipos de linguagem, indique a alternativa que apresenta corretamente uma linguagem conotativa.
Alternativas
Q3594843 Português
Sobre encontros vocálicos, assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação.
Alternativas
Q3594842 Português
Qual alternativa demonstra adequadamente um período composto por subordinação?
Alternativas
Q3594841 Português
A alternativa CORRETA quanto à regência verbal é:
Alternativas
Q3594840 Português
Em qual alternativa a concordância verbal está CORRETA?
Alternativas
Q3594839 Português
Marque a alternativa que apresenta um exemplo CORRETO de colocação pronominal.
Alternativas
Q3594838 Português
Identifique a alternativa corretamente pontuada.
Alternativas
Q3594837 Português
Leia o texto para responder à questão.


“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
Ao afirmar que "a vida não é útil", o autor pretende
Alternativas
Q3594836 Português
Leia o texto para responder à questão.


“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
A expressão "o intelecto humano acaba dopado" (3º parágrafo) indica, no texto, que
Alternativas
Q3594835 Português
Leia o texto para responder à questão.


“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
O texto apresenta a tecnologia como um elemento ambíguo porque ela
Alternativas
Q3594834 Português
Leia o texto para responder à questão.


“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
Segundo o texto, a pandemia da Covid-19 trouxe, como principal revelação, o(a)
Alternativas
Q3594833 Português
Leia o texto para responder à questão.


“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
O principal objetivo do texto é
Alternativas
Respostas
1541: B
1542: D
1543: E
1544: A
1545: C
1546: E
1547: A
1548: A
1549: D
1550: B
1551: E
1552: A
1553: D
1554: C
1555: A
1556: D
1557: E
1558: C
1559: B
1560: D