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Q1137643 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão .


TEXTO III


— Bié...

— Seu Nacib...

— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...

Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:

— Não pode mais não, Bié...

— O que?

— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.

Assustou-se:

— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?

— Pode não.

— E por que?

— Você é uma senhora, de posses, de representação.

— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...

— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.

— Moço bonito...

AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958. 

Nesse texto, é possível identificar:
Alternativas
Q1137642 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão .


TEXTO III


— Bié...

— Seu Nacib...

— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...

Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:

— Não pode mais não, Bié...

— O que?

— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.

Assustou-se:

— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?

— Pode não.

— E por que?

— Você é uma senhora, de posses, de representação.

— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...

— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.

— Moço bonito...

AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958. 

Releia o trecho a seguir.


“— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?”


A seguinte figura de linguagem pode ser percebida na expressão em destaque:

Alternativas
Q1137641 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder à questão .


TEXTO III


— Bié...

— Seu Nacib...

— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu patrão...

Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:

— Não pode mais não, Bié...

— O que?

— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.

Assustou-se:

— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?

— Pode não.

— E por que?

— Você é uma senhora, de posses, de representação.

— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...

— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra cama.

— Moço bonito...

AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958. 

As reticências presentes no excerto foram usadas para
Alternativas
Q1137640 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder à questão.



Releia o trecho a seguir.


“Por que não há nada mas lindo

Do que ver todos menino

Se molhar no terrerão

Os veio vira menino”


Nesse excerto há algumas palavras que, de acordo com a norma-padrão, estão grafadas equivocadamente. No entanto, em duas delas essa variação ortográfica muda sua classe gramatical.

As palavras em que isso ocorre são:

Alternativas
Q1137639 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder à questão.



Releia o trecho a seguir.


“Por que não há nada mas lindo

Do que ver todos menino

Se molhar no terrerão

Os veio vira menino”


As alterações efetuadas adequaram as estrofes à norma-padrão, exceto em:

Alternativas
Q1137638 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder à questão.



Sobre a literatura de cordel, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1137637 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão .


TEXTO I


“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”


AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.

Todos os excertos a seguir, retirados de distintas obras literárias brasileiras, coincidem em contexto situacional com esse trecho da obra Gabriela, cravo e canela, exceto:
Alternativas
Q1137636 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão .


TEXTO I


“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”


AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.

Releia o trecho a seguir.


“A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços.”


O pronome ‘seus’ refere-se aos ‘traços'

Alternativas
Q1137635 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão .


TEXTO I


“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”


AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.

Releia este trecho.


“Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba”.


Nesse excerto, pode-se identificar a seguinte característica da personagem na obra de Jorge Amado:

Alternativas
Q1137294 Segurança e Saúde no Trabalho

O perfil profissiográfico previdenciário (PPP) deverá ser emitido em papel e fornecido ao empregado contra recibo, para os efeitos previstos na Instrução Normativa 84.

Esse documento deverá ser emitido em

Alternativas
Q1137293 Segurança e Saúde no Trabalho
Quando a altura da superfície de trabalho não for ajustável, é melhor dimensioná-las de acordo com a altura do usuário. A altura da superfície de trabalho deverá ser, em relação à altura do usuário,
Alternativas
Q1137292 Segurança e Saúde no Trabalho
Nos locais de manuseio de explosivos, as matérias-primas que ofereçam risco de explosão devem permanecer nas quantidades mínimas possíveis, admitindo-se que o máximo de tempo de permanência desse material nesses locais é de
Alternativas
Q1137291 Segurança e Saúde no Trabalho

O exame médico periódico deve ser repetido de acordo com os intervalos mínimos de tempo em cada situação.

A esse respeito, relacione a COLUNA II com a COLUNAI, associando a modalidade a seu respectivo tempo, conforme descrito na NR 7.


COLUNA I


1. Trabalhadores expostos a riscos ou a situações de trabalho que impliquem o desencadeamento ou agravamento de doença ocupacional ou, ainda, para aqueles que sejam portadores de doenças crônicas.


2. Demais trabalhadores.


COLUNA II


( ) A cada ano ou a intervalos menores a critério do médico encarregado ou se notificado pelo médico agente da inspeção do trabalho ou, ainda, como resultado de negociação coletiva de trabalho.


( ) Anual, quando os trabalhadores são menores de 18 anos e maiores de 45 anos de idade.


( ) De acordo com a periodicidade especificada no Anexo nº 6 da NR 15, para os trabalhadores expostos a condições hiperbáricas.


( ) A cada dois anos, para os trabalhadores entre 18 anos e 45 anos de idade.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q1137290 Segurança e Saúde no Trabalho
O ambiente com ruído ultrapassando a média de 80 dB(A) em oito horas de exposição pode provocar no trabalhador
Alternativas
Q1137289 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise os itens a seguir relativos às normas legais e administrativas em vigor e que envolvem a utilização dos EPIs.

I. Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido, segundo avaliação do técnico de segurança.


II. Programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece.


III. Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir os custos.


IV. Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação dos EPIs utilizados para os riscos ambientais.


Estão corretas os itens

Alternativas
Q1137288 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação à NR 33, que trata de ambientes de espaços confinados, cabe ao trabalhador
Alternativas
Q1137287 Segurança e Saúde no Trabalho
Na Norma Regulamentadora 15, a eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer com a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância e com a adoção de
Alternativas
Q1137286 Segurança e Saúde no Trabalho

A ergonomia se apoia em diversas áreas do conhecimento humano.

O caráter aplicado da ergonomia se configura na adaptação do

Alternativas
Q1137285 Segurança e Saúde no Trabalho

Analise, a seguir, as normas de segurança do trabalho em atividades de transporte de sacas.


I. Denomina-se, para fins de aplicação dessa regulamentação, “Transporte manual de sacos” toda atividade realizada de maneira contínua ou descontínua, essencial ao transporte manual de sacos, na qual o peso da carga é suportado, integralmente, por um só trabalhador, compreendendo também o levantamento e sua deposição.


II. Fica estabelecida a distância máxima de 60 m para o transporte manual de um saco.


III. O transporte de descarga deverá ser realizado mediante impulsão de vagonetes, carros, carretas, carros de mão apropriados ou qualquer tipo de tração mecanizada.


IV. O transporte manual de sacos, por meio de pranchas, sobre vãos superiores a 1 m ou mais de extensão é permitido.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Respostas
261: C
262: B
263: B
264: A
265: C
266: B
267: B
268: B
269: D
270: A
271: C
272: B
273: C
274: B
275: C
276: D
277: A
278: C
279: A
280: C