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Sobre o uso de cápsula dura (cápsula de gelatina dura), analise as afirmativas a seguir:
I. Por apresentar muitos adjuvantes, apresentam muita dificuldade/problemas de formulação.
II. Permite misturas de pós, granulados, pellets, líquidos anidros, massas semissólidas e mesmo de outras formas farmacêuticas de mesmo volume.
III. Permite a preparação de cápsulas com liberação entérica e liberação lenta.
Acerca do exposto, assinale a alternativa correta.
Um grupo de amigos comprou uma pizza e decidiu que cada um pagaria proporcionalmente ao tamanho da fatia que comesse. João ficou com uma fatia cujo tamanho é mostrado na figura abaixo:

Cientistas descobrem que famoso fóssil nos alpes italianos é uma “farsa”
Durante décadas, espécime se destacou por supostamente ter tecidos moles fossilizados. Porém, novo artigo indica que partes do material são artificiais
Em 1931, pesquisadores encontraram um fóssil de 280 milhões de anos nos alpes italianos. Denominado Tridentinosaurus antiquus, o espécime de réptil ficou famoso por sua preservação: ao redor do corpo, havia um contorno escuro que corresponderia a tecidos moles. No entanto, um artigo publicado na revista Palaeontology na última quinta-feira (15) demonstra que o material é, em partes, uma farsa.
“Tecidos moles fossilizados são raros, mas, quando encontrados, podem revelar importantes informações biológicas – como a coloração externa, a anatomia interna e a fisiologia”, explica, em nota, Valentina Rossi, principal autora do estudo.
Apesar de chamar atenção, o Tridentinosaurus antiquus nunca tinha sido examinado em detalhes. Ele foi colocado no grupo de répteis Protorosauria, mas outros dados, como posição filogenética e detalhes sobre sua história geológica, não eram conhecidos e intrigaram paleontólogos por décadas.
Com o objetivo de obter informações paleobiológicas relevantes, a equipe liderada por Rossi conduziu uma série de análises do T. antiquus. Foram utilizadas técnicas que envolvem luz ultravioleta, microscopia, modelos 3D, entre outras ferramentas. Os cientistas descobriram, então, que a textura e a composição do material não correspondiam ‡quelas vistas em tecidos moles fossilizados. Eles concluíram que o contorno escuro ao redor do corpo do Tridentinosaurus antiquus não era tecido mole, mas um pigmento preto manufaturado. Ou seja, o contorno foi criado artificialmente.
“A preservação peculiar do Tridentinosaurus intrigou especialistas por décadas. Agora, tudo faz sentido”, comenta Evelyn Kustatscher, uma das autoras do estudo. “O que era descrito como pele carbonizada é apenas pintura”, afirma.
Diante disso, os cientistas defendem ser necessária uma maior cautela ao utilizar o T. antiquus em pesquisas futuras – o que pode ocorrer, já que o fóssil não È uma farsa completa. Ossos dos membros inferiores, principalmente os fêmures, parecem genuínos (apesar de não muito preservados). E há também pequenas escamas ósseas, similares às dos crocodilos, no que seriam as costas do animal.
Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/02/cientistas-descobrem-que-famoso-fossil-nos-alpes-italianos-e-uma-farsa.ghtml>
Cientistas descobrem que famoso fóssil nos alpes italianos é uma “farsa”
Durante décadas, espécime se destacou por supostamente ter tecidos moles fossilizados. Porém, novo artigo indica que partes do material são artificiais
Em 1931, pesquisadores encontraram um fóssil de 280 milhões de anos nos alpes italianos. Denominado Tridentinosaurus antiquus, o espécime de réptil ficou famoso por sua preservação: ao redor do corpo, havia um contorno escuro que corresponderia a tecidos moles. No entanto, um artigo publicado na revista Palaeontology na última quinta-feira (15) demonstra que o material é, em partes, uma farsa.
“Tecidos moles fossilizados são raros, mas, quando encontrados, podem revelar importantes informações biológicas – como a coloração externa, a anatomia interna e a fisiologia”, explica, em nota, Valentina Rossi, principal autora do estudo.
Apesar de chamar atenção, o Tridentinosaurus antiquus nunca tinha sido examinado em detalhes. Ele foi colocado no grupo de répteis Protorosauria, mas outros dados, como posição filogenética e detalhes sobre sua história geológica, não eram conhecidos e intrigaram paleontólogos por décadas.
Com o objetivo de obter informações paleobiológicas relevantes, a equipe liderada por Rossi conduziu uma série de análises do T. antiquus. Foram utilizadas técnicas que envolvem luz ultravioleta, microscopia, modelos 3D, entre outras ferramentas. Os cientistas descobriram, então, que a textura e a composição do material não correspondiam ‡quelas vistas em tecidos moles fossilizados. Eles concluíram que o contorno escuro ao redor do corpo do Tridentinosaurus antiquus não era tecido mole, mas um pigmento preto manufaturado. Ou seja, o contorno foi criado artificialmente.
“A preservação peculiar do Tridentinosaurus intrigou especialistas por décadas. Agora, tudo faz sentido”, comenta Evelyn Kustatscher, uma das autoras do estudo. “O que era descrito como pele carbonizada é apenas pintura”, afirma.
Diante disso, os cientistas defendem ser necessária uma maior cautela ao utilizar o T. antiquus em pesquisas futuras – o que pode ocorrer, já que o fóssil não È uma farsa completa. Ossos dos membros inferiores, principalmente os fêmures, parecem genuínos (apesar de não muito preservados). E há também pequenas escamas ósseas, similares às dos crocodilos, no que seriam as costas do animal.
Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/02/cientistas-descobrem-que-famoso-fossil-nos-alpes-italianos-e-uma-farsa.ghtml>
Cientistas descobrem que famoso fóssil nos alpes italianos é uma “farsa”
Durante décadas, espécime se destacou por supostamente ter tecidos moles fossilizados. Porém, novo artigo indica que partes do material são artificiais
Em 1931, pesquisadores encontraram um fóssil de 280 milhões de anos nos alpes italianos. Denominado Tridentinosaurus antiquus, o espécime de réptil ficou famoso por sua preservação: ao redor do corpo, havia um contorno escuro que corresponderia a tecidos moles. No entanto, um artigo publicado na revista Palaeontology na última quinta-feira (15) demonstra que o material é, em partes, uma farsa.
“Tecidos moles fossilizados são raros, mas, quando encontrados, podem revelar importantes informações biológicas – como a coloração externa, a anatomia interna e a fisiologia”, explica, em nota, Valentina Rossi, principal autora do estudo.
Apesar de chamar atenção, o Tridentinosaurus antiquus nunca tinha sido examinado em detalhes. Ele foi colocado no grupo de répteis Protorosauria, mas outros dados, como posição filogenética e detalhes sobre sua história geológica, não eram conhecidos e intrigaram paleontólogos por décadas.
Com o objetivo de obter informações paleobiológicas relevantes, a equipe liderada por Rossi conduziu uma série de análises do T. antiquus. Foram utilizadas técnicas que envolvem luz ultravioleta, microscopia, modelos 3D, entre outras ferramentas. Os cientistas descobriram, então, que a textura e a composição do material não correspondiam ‡quelas vistas em tecidos moles fossilizados. Eles concluíram que o contorno escuro ao redor do corpo do Tridentinosaurus antiquus não era tecido mole, mas um pigmento preto manufaturado. Ou seja, o contorno foi criado artificialmente.
“A preservação peculiar do Tridentinosaurus intrigou especialistas por décadas. Agora, tudo faz sentido”, comenta Evelyn Kustatscher, uma das autoras do estudo. “O que era descrito como pele carbonizada é apenas pintura”, afirma.
Diante disso, os cientistas defendem ser necessária uma maior cautela ao utilizar o T. antiquus em pesquisas futuras – o que pode ocorrer, já que o fóssil não È uma farsa completa. Ossos dos membros inferiores, principalmente os fêmures, parecem genuínos (apesar de não muito preservados). E há também pequenas escamas ósseas, similares às dos crocodilos, no que seriam as costas do animal.
Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/02/cientistas-descobrem-que-famoso-fossil-nos-alpes-italianos-e-uma-farsa.ghtml>