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Q174626 Engenharia de Software
No âmbito da engenharia de software é correto afirmar que

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Q174625 Gerência de Projetos
De acordo com a definição do MS-Project, a análise do valor acumulado é o método para medir o

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Q174624 Noções de Informática
Considere a planilha , elaborada no Openoffice.org.br 1.1.3 Planilha (Calc): Se a fórmula inserida na célula A3 for propagada para a célula B3, o resultado que será exibido em ambas as células após a execução das fórmulas será, respectivamente, igual a 12 e

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Q174623 Noções de Informática
No Openoffice.org.br 1.1.3 Texto (Writer) são três opções existentes no menu Ferramentas:

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Q174622 Engenharia de Software
São dois diagramas comportamentais da UML o diagrama de

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Q174621 Banco de Dados
Observe o seguinte código escrito no padrão SQL:
SELECT Empresa, SUM (Montante) FROM Vendas
...... Empresa
HAVING SUM (Montante)>10000
Preenche corretamente a lacuna acima, a cláusula

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Q174620 Banco de Dados
São duas expressões da linguagem de definição de dados (DDL) da SQL:

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Q174619 Banco de Dados
Uma expressão usada no modelo de banco de dados relacional, equivalente ao conceito de campo em outros modelos, é

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Q174618 Banco de Dados
Em um projeto do Tribunal foi solicitada a elaboração de um modelo de dados relacional normalizado que representasse, em uma entidade X, uma foreign key FK cuja origem é a entidade Y. Nesse sentido é correto afirmar que

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Q174617 Direito Administrativo
Com relação às penalidades disciplinares, é INCORRETO afirmar que

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Q174615 Direito Administrativo
Determinada junta médica declarou insubsistentes os motivos que proporcionaram a aposentadoria por invalidez de determinado servidor público federal que, portanto, retornou à atividade. A forma de provimento derivado narrada corresponde ao instituto da

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Q174614 Direito Administrativo
Em relação à acumulação remunerada de cargos públicos, observe as seguintes assertivas:
I. A Constituição Federal prevê hipóteses em que a acumulação remunerada de cargos públicos é permitida.
II. A proibição de acumular não se estende a cargos em empresas públicas e sociedades de economia mista.
III. A vedação ao acúmulo remunerado de cargos públicos não encontra qualquer exceção no ordenamento jurídico.
IV. A acumulação de cargos, quando lícita, fica condicionada à comprovação da compatibilidade de horários.
Está correto SOMENTE o que se afirma em:

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Q174612 Sistemas Operacionais
O relatório do Gartner salienta que

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Q174611 Sistemas Operacionais
De acordo com o texto,

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Q174610 Português
Segundo o texto,

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Q174609 Inglês
No trecho, latest Linux ‘hype cyclereport, “latest” significa que o relatório a que se refere o texto

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Q174608 Português
A partir do título, infere-se que o artigo é

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Q174607 Português
                                            Por que não gosto de eleições

Gosto da democracia em seu exercício cotidiano e concreto. Prezo a discussão numa associação de moradores de vila para discutir se é melhor pedir mais postes de luz ou asfalto na rua central. Aprecio uma reunião de condomínio em que uma senhora idosa e sozinha defende seu cachorrinho contra a mãe de uma criança asmática e alérgica aos pêlos de animais. Em ambos os casos, sinto carinho pelo esforço de inventar formas possíveis de convivência. Ultrapassamos o tamanho das comunas medievais, e hoje um governo democrático só pode ser representativo: as eleições são inevitáveis. Mas não me digam que elas são a melhor expressão da democracia. A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito, paradoxais por serem ambas inimigas da invenção democrática. Há o desrespeito aos eleitores, que é implícito na simplificação sistemática da realidade. Tanto as promessas quanto a crítica às promessas dos adversários se alimentam numa insultuosa infantilização dos votantes: “Nós temos razão, o outro está errado; solucionaremos tudo, não há dúvidas nem complexidade; entusiasmem-se”. E há o desrespeito recíproco entre os candidatos. As reuniões de moradores de vila ou de condomínio não poderiam funcionar se os participantes se tratassem como candidatos a um mesmo cargo eleitoral. Paradoxo: o processo eleitoral parece ser o contra-exemplo da humildade necessária para o exercício da democracia que importa e que deveria regrar as rela- ções básicas entre cidadãos – a democracia concreta. Em 1974, na França, Mitterrand, socialista, concorria à Presidência com Giscard d´Estaing, centrista. Num debate decisivo, Mitterrand falava como se ele fosse o único a enternecerse ante o destino dos pobres e deserdados. Giscard retrucou: “Se-nhor Mitterrand, o senhor não detém o monopólio do coração”. Cansado de simplificações, o eleitorado gostou, e Mitterrand perdeu. (Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Está inteiramente correta a pontuação da seguinte frase:
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Q174606 Português
                                            Por que não gosto de eleições

Gosto da democracia em seu exercício cotidiano e concreto. Prezo a discussão numa associação de moradores de vila para discutir se é melhor pedir mais postes de luz ou asfalto na rua central. Aprecio uma reunião de condomínio em que uma senhora idosa e sozinha defende seu cachorrinho contra a mãe de uma criança asmática e alérgica aos pêlos de animais. Em ambos os casos, sinto carinho pelo esforço de inventar formas possíveis de convivência. Ultrapassamos o tamanho das comunas medievais, e hoje um governo democrático só pode ser representativo: as eleições são inevitáveis. Mas não me digam que elas são a melhor expressão da democracia. A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito, paradoxais por serem ambas inimigas da invenção democrática. Há o desrespeito aos eleitores, que é implícito na simplificação sistemática da realidade. Tanto as promessas quanto a crítica às promessas dos adversários se alimentam numa insultuosa infantilização dos votantes: “Nós temos razão, o outro está errado; solucionaremos tudo, não há dúvidas nem complexidade; entusiasmem-se”. E há o desrespeito recíproco entre os candidatos. As reuniões de moradores de vila ou de condomínio não poderiam funcionar se os participantes se tratassem como candidatos a um mesmo cargo eleitoral. Paradoxo: o processo eleitoral parece ser o contra-exemplo da humildade necessária para o exercício da democracia que importa e que deveria regrar as rela- ções básicas entre cidadãos – a democracia concreta. Em 1974, na França, Mitterrand, socialista, concorria à Presidência com Giscard d´Estaing, centrista. Num debate decisivo, Mitterrand falava como se ele fosse o único a enternecerse ante o destino dos pobres e deserdados. Giscard retrucou: “Se-nhor Mitterrand, o senhor não detém o monopólio do coração”. Cansado de simplificações, o eleitorado gostou, e Mitterrand perdeu. (Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Gosto da democracia, pratico a democracia, respeito os fundamentos que mantêm em pé a democracia, mas nada disso me impede de associar a democracia às campanhas eleitorais, que negam a democracia. Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados, na ordem dada, por

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Q174605 Português
                                            Por que não gosto de eleições

Gosto da democracia em seu exercício cotidiano e concreto. Prezo a discussão numa associação de moradores de vila para discutir se é melhor pedir mais postes de luz ou asfalto na rua central. Aprecio uma reunião de condomínio em que uma senhora idosa e sozinha defende seu cachorrinho contra a mãe de uma criança asmática e alérgica aos pêlos de animais. Em ambos os casos, sinto carinho pelo esforço de inventar formas possíveis de convivência. Ultrapassamos o tamanho das comunas medievais, e hoje um governo democrático só pode ser representativo: as eleições são inevitáveis. Mas não me digam que elas são a melhor expressão da democracia. A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito, paradoxais por serem ambas inimigas da invenção democrática. Há o desrespeito aos eleitores, que é implícito na simplificação sistemática da realidade. Tanto as promessas quanto a crítica às promessas dos adversários se alimentam numa insultuosa infantilização dos votantes: “Nós temos razão, o outro está errado; solucionaremos tudo, não há dúvidas nem complexidade; entusiasmem-se”. E há o desrespeito recíproco entre os candidatos. As reuniões de moradores de vila ou de condomínio não poderiam funcionar se os participantes se tratassem como candidatos a um mesmo cargo eleitoral. Paradoxo: o processo eleitoral parece ser o contra-exemplo da humildade necessária para o exercício da democracia que importa e que deveria regrar as rela- ções básicas entre cidadãos – a democracia concreta. Em 1974, na França, Mitterrand, socialista, concorria à Presidência com Giscard d´Estaing, centrista. Num debate decisivo, Mitterrand falava como se ele fosse o único a enternecerse ante o destino dos pobres e deserdados. Giscard retrucou: “Se-nhor Mitterrand, o senhor não detém o monopólio do coração”. Cansado de simplificações, o eleitorado gostou, e Mitterrand perdeu. (Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito. O sentido essencial da frase acima mantém-se nesta outra construção igualmente correta:
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Respostas
1561: D
1562: B
1563: C
1564: A
1565: E
1566: D
1567: B
1568: C
1569: A
1570: D
1571: E
1572: B
1573: E
1574: C
1575: A
1576: B
1577: D
1578: B
1579: D
1580: A