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Levando em conta a relação entre letras e fonemas, bem como a divisão e classificação silábica, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Os vocábulos “exceção”, “seguinte” e “guarda” têm, cada um, mais letras do que fonemas, sendo as duas primeiras palavras trissílabas e a terceira dissílaba.
( ) As palavras “sonda”, “leque” e “erro” são dissílabas, e cada uma delas apresenta quatro fonemas.
( ) A palavra “saúde” é trissílaba e apresenta igual número de letras e de fonemas.
No que concerne ao bom uso das normas de regência verbal e nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) O trabalho ao qual estou disponível é algo de que nunca me esqueço.
( ) O cargo ao qual espero efetivação é algo a que quero muito.
( ) A violência da qual se faz apologia na novela é algo com que antipatizo.
( ) A cidade na qual sou morador é um lugar a que devo obedecer.
Considerando o emprego do acento grave, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
I. __ medida que foi indicada pelo engenheiro estava errada.
II. Todos iremos __ procura da felicidade.
III. Não sabia se Paulo tinha devoção __ Nossa Senhora.
IV. __ direita da rua, está o melhor cafezinho.
Por que uma coleção de mapas é chamada de Atlas
O nome “atlas” vem de Atlas, um titã da mitologia grega, filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra). Ele lutou contra os deuses e, como castigo, Zeus o obrigou a carregar os céus para sempre nos ombros. Com o tempo, artistas passaram a desenhá-lo segurando o globo terrestre, e essa imagem começou a aparecer em livros de mapas desde a Antiguidade.
Em 1595, o cartógrafo flamengo Gerardus Mercator publicou um livro que tinha o nome Atlas na capa, reunindo mapas e ideias sobre o mundo. Além da imagem mitológica, Mercator considerava Atlas um símbolo de conhecimento geográfico e astronômico. Foi assim que “Atlas” passou a significar qualquer coleção de mapas geográficos, históricos ou temáticos.
O nome do Oceano Atlântico também vem de Atlas, assim como o lendário reino de Atlântida, ilha que teria desaparecido e que foi descrita pelo filósofo Platão. Aqui cabe uma observação: Platão afirma que o primeiro rei de Atlântida foi Atlas, não o titã, mas um mortal, filho do deus Poseidon com uma mulher humana chamada Cito. Ao batizar a ilha de Atlântida e seu rei de Atlas, Platão registra essa homenagem ligada ao titã Atlas, mesmo sem dizer explicitamente que se trata do mesmo personagem.
Além disso, nossa primeira vértebra cervical (C1) ganhou também o nome de Atlas porque suporta o peso da cabeça.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Por que uma coleção de mapas é chamada de Atlas
O nome “atlas” vem de Atlas, um titã da mitologia grega, filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra). Ele lutou contra os deuses e, como castigo, Zeus o obrigou a carregar os céus para sempre nos ombros. Com o tempo, artistas passaram a desenhá-lo segurando o globo terrestre, e essa imagem começou a aparecer em livros de mapas desde a Antiguidade.
Em 1595, o cartógrafo flamengo Gerardus Mercator publicou um livro que tinha o nome Atlas na capa, reunindo mapas e ideias sobre o mundo. Além da imagem mitológica, Mercator considerava Atlas um símbolo de conhecimento geográfico e astronômico. Foi assim que “Atlas” passou a significar qualquer coleção de mapas geográficos, históricos ou temáticos.
O nome do Oceano Atlântico também vem de Atlas, assim como o lendário reino de Atlântida, ilha que teria desaparecido e que foi descrita pelo filósofo Platão. Aqui cabe uma observação: Platão afirma que o primeiro rei de Atlântida foi Atlas, não o titã, mas um mortal, filho do deus Poseidon com uma mulher humana chamada Cito. Ao batizar a ilha de Atlântida e seu rei de Atlas, Platão registra essa homenagem ligada ao titã Atlas, mesmo sem dizer explicitamente que se trata do mesmo personagem.
Além disso, nossa primeira vértebra cervical (C1) ganhou também o nome de Atlas porque suporta o peso da cabeça.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Considerando o trecho abaixo, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
Platão afirma que o primeiro rei de Atlântida foi Atlas, não o titã, mas um mortal, filho do deus Poseidon com uma mulher humana chamada Cito (3º parágrafo).
( ) A expressão “mulher humana” não é considerada redundante pois o trecho se trata de figuras sobrehumanas.
( ) A palavra “mortal” poderia ser substituída por “fatal” sem alterar o sentido da frase.
( ) A palavra “deus” deveria estar grafada com inicial maiúscula por se tratar de um substantivo próprio.
Por que uma coleção de mapas é chamada de Atlas
O nome “atlas” vem de Atlas, um titã da mitologia grega, filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra). Ele lutou contra os deuses e, como castigo, Zeus o obrigou a carregar os céus para sempre nos ombros. Com o tempo, artistas passaram a desenhá-lo segurando o globo terrestre, e essa imagem começou a aparecer em livros de mapas desde a Antiguidade.
Em 1595, o cartógrafo flamengo Gerardus Mercator publicou um livro que tinha o nome Atlas na capa, reunindo mapas e ideias sobre o mundo. Além da imagem mitológica, Mercator considerava Atlas um símbolo de conhecimento geográfico e astronômico. Foi assim que “Atlas” passou a significar qualquer coleção de mapas geográficos, históricos ou temáticos.
O nome do Oceano Atlântico também vem de Atlas, assim como o lendário reino de Atlântida, ilha que teria desaparecido e que foi descrita pelo filósofo Platão. Aqui cabe uma observação: Platão afirma que o primeiro rei de Atlântida foi Atlas, não o titã, mas um mortal, filho do deus Poseidon com uma mulher humana chamada Cito. Ao batizar a ilha de Atlântida e seu rei de Atlas, Platão registra essa homenagem ligada ao titã Atlas, mesmo sem dizer explicitamente que se trata do mesmo personagem.
Além disso, nossa primeira vértebra cervical (C1) ganhou também o nome de Atlas porque suporta o peso da cabeça.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Por que uma coleção de mapas é chamada de Atlas
O nome “atlas” vem de Atlas, um titã da mitologia grega, filho de Urano (Céu) e Gaia (Terra). Ele lutou contra os deuses e, como castigo, Zeus o obrigou a carregar os céus para sempre nos ombros. Com o tempo, artistas passaram a desenhá-lo segurando o globo terrestre, e essa imagem começou a aparecer em livros de mapas desde a Antiguidade.
Em 1595, o cartógrafo flamengo Gerardus Mercator publicou um livro que tinha o nome Atlas na capa, reunindo mapas e ideias sobre o mundo. Além da imagem mitológica, Mercator considerava Atlas um símbolo de conhecimento geográfico e astronômico. Foi assim que “Atlas” passou a significar qualquer coleção de mapas geográficos, históricos ou temáticos.
O nome do Oceano Atlântico também vem de Atlas, assim como o lendário reino de Atlântida, ilha que teria desaparecido e que foi descrita pelo filósofo Platão. Aqui cabe uma observação: Platão afirma que o primeiro rei de Atlântida foi Atlas, não o titã, mas um mortal, filho do deus Poseidon com uma mulher humana chamada Cito. Ao batizar a ilha de Atlântida e seu rei de Atlas, Platão registra essa homenagem ligada ao titã Atlas, mesmo sem dizer explicitamente que se trata do mesmo personagem.
Além disso, nossa primeira vértebra cervical (C1) ganhou também o nome de Atlas porque suporta o peso da cabeça.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
De acordo com o texto, a origem do nome “atlas” aplicado a coleções de mapas está relacionada à:
( ) Pelo princípio da proveniência, os documentos devem ser organizados segundo o órgão ou entidade que os produziu, ainda que isso possa dificultar a classificação temática por assunto.
( ) A transferência de documentos do arquivo corrente para o arquivo intermediário implica reconhecimento de que tais documentos perderam completamente seu valor administrativo, restando apenas eventual valor histórico.
( ) A eliminação de documentos públicos ocorre por decisão do gestor responsável pela unidade administrativa, independentemente de estarem sendo utilizados ou não.
Assunto: apresentação das novas funcionalidades do sistema XYZ.
Senhor Chefe de Gabinete,
A Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil ABC aprimorou o Sistema XYZ com a inserção de novas funcionalidades. Os novos recursos do sistema serão apresentados aos servidores em módulos organizados por essa Subchefia. Convido os servidores do Ministério EFGH para assistir à apresentação do primeiro módulo, a ser realizada em 05 de maio de 2026, às 9h30, no Auditório dessa Subchefia.
A redação dessa comunicação oficial foi feita de acordo com os atributos, principalmente, porque é:
( ) Demonstra as receitas e despesas no momento em que ocorreram, no momento do fato que as gerou.
( ) Separa as atividades em operacionais, de investimentos e de financiamentos.
( ) Demonstra as entradas e saídas de dinheiro da empresa.
( ) O princípio da unidade estabelece que a Lei Orçamentária Anual (LOA) precisa apresentar todas as receitas e despesas públicas.
( ) O princípio da universalidade estabelece que a LOA não pode conter dispositivo estranho à previsão da receita e fixação da despesa.
( ) O princípio da legalidade estabelece que o poder público só pode fazer aquilo que está previsto na Lei.
I. A destinação livre é a alocação livre entre a origem e a aplicação de recursos, atendendo à qualquer finalidade.
II. Na destinação vinculada, entende-se que a origem e a aplicação de recursos atendem a qualquer finalidade.
III. A destinação vinculada ocorre entre a origem e a aplicação de recursos, atendendo às finalidades específicas do marco legal.
Está CORRETO o que se afirma:
(1) Empenho.
(2) Liquidação.
(3) Pagamento.
( ) Reserva de dotação orçamentária.
( ) Entrega de numerário ao credor.
( ) Verificação do direito adquirido pelo credor.
( ) No regime de competência, a receita é contabilizada no momento em que ocorre.
( ) No regime de caixa, as despesas são contabilizadas no momento em que são pagas.
( ) No regime de competência, a apuração do lucro considera a despesa paga e a receita recebida.
(1) Poder normativo.
(2) Poder disciplinar.
(3) Poder de polícia.
(4) Poder hierárquico.
( ) Permite à Administração Pública apurar infrações e aplicar penalidades aos servidores públicos.
( ) É composto por atos com efeitos gerais e abstratos que, semelhantemente à lei, emanam normas.
( ) Limita liberdades e direitos individuais em prol do interesse público.
( ) Estrutura a relação de subordinação dentro da administração, permitindo dar ordens, fiscalizar, delegar e avocar atribuições.