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De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
Para fins de apuração do comprometimento ético,
entende‐se por servidor público todo aquele que, por
foça de lei, preste serviços de natureza temporária, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado
indiretamente a qualquer órgão do poder estatal.
De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
A Comissão de Ética não poderá aplicar pena de
suspensão ao servidor público, sendo possível a
aplicação da pena de censura.
De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
A distinção entre o bem e o mal é suficiente para se
verificar a moralidade da Administração Pública.
De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
Os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia do
servidor público, em sua vida privada, poderão acrescer
ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
O conhecimento da ética fornece ao homem critérios
para escolha da melhor conduta, levando em
consideração o interesse de toda a comunidade.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Caso exista uma legislação brasileira que autorize o pagamento de voluntários para participarem de estudos, é correto afirmar que o conhecimento científico, sem interferência da ética, é suficiente para dizer que a prática realizada será ética, não sendo necessário análise crítica diante do agir.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Comitês de ética podem avaliar os benefícios e os
possíveis malefícios causados aos voluntários. Se o
benefício para um paciente for maior que para toda a
coletividade, o projeto merecerá aprovação e estará
eticamente correto.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Não é possível que a ciência e a ética prosperem em
conjunto, devendo prevalecer a ciência, que visa ao bem
do indivíduo, que poderá se beneficiar com a nova
tecnologia.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item subsequente.
Para organizar 10.000 arquivos em ordem alfabética,
trabalhando cinco dias, durante 3 h por dia, são
necessárias mais de três pessoas.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item subsequente.
Para organizar os 6.000 arquivos em ordem alfabética, as três pessoas poderiam trabalhar por seis dias, durante 2 h por dia.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item subsequente.
O número de arquivos e de pessoas necessárias para
realizar a tarefa são grandezas inversamente
proporcionais.
Com base nessa situação hipotética, julgue o seguinte item.
Suponha‐se que nenhum envelope esteja com o rótulo
certo. Nesse caso, o mínimo de envelopes que devem ser
abertos para conferência, de forma a determinar os
quatro rótulos certos, é igual a três.
Com base nessa situação hipotética, julgue o seguinte item.
Suponha‐se que um dos rótulos seja conferido e esteja
correto. Nesse caso, a probabilidade de os três restantes
também estarem corretos é maior que 25%.
Com base nessa situação hipotética, julgue o seguinte item.
A probabilidade de, aleatoriamente, se acertar os quatro rótulos nos quatro envelopes é menor que 5%.
1) Quem rasga dinheiro é louco.
2) Todos os loucos devem receber tratamento psicológico.
3) Todos os psicólogos tratam loucos.
4) Alguns psicólogos são loucos.
Com base nas premissas apresentadas acima, julgue o item que se segue.
Alguns loucos tratam loucos.
1) Quem rasga dinheiro é louco.
2) Todos os loucos devem receber tratamento psicológico.
3) Todos os psicólogos tratam loucos.
4) Alguns psicólogos são loucos.
Com base nas premissas apresentadas acima, julgue o item que se segue.
Quem rasga dinheiro deve receber tratamento
psicológico.
1) Quem rasga dinheiro é louco.
2) Todos os loucos devem receber tratamento psicológico.
3) Todos os psicólogos tratam loucos.
4) Alguns psicólogos são loucos.
Com base nas premissas apresentadas acima, julgue o item que se segue.
Alguns psicólogos rasgam dinheiro.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
Um procedimento de backup que já é realizado por
todas as pessoas é não permitir que as fitas de backup
sejam armazenadas fora das instalações onde se
encontram os sistemas de informações (servidores),
independentemente de existirem sistemas considerados
como críticos. Tal procedimento visa à recuperação, em
caso de desastres, em menor tempo possível.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
O backup é uma cópia de segurança dos arquivos
pessoais armazenados no computador. Logo, os
arquivos de sistemas, por não fazerem parte desse
escopo e por serem protegidos contra leitura, não
podem ser submetidos ao processo de backup.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
O antispyware é conhecido como uma ferramenta complementar ao antivírus que deve ser executada frequentemente para checagem de possíveis ameaças que possam ter contaminado o sistema.