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No que se refere à história de Alagoas no contexto do processo de independência do Brasil, julgue o item seguinte.
As eleições para as juntas provisórias e para as cadeiras
alagoanas na Assembleia Constituinte do Brasil em 1822
se deram sem contestações.
No que se refere à história de Alagoas no contexto do processo de independência do Brasil, julgue o item seguinte.
Alagoas aderiu ao movimento constitucionalista português em
1821, quando o então governador Sebastião Francisco de Melo
e Póvoas, com amplo apoio das elites de Maceió e Alagoas,
proclamou fidelidade ao rei, às Cortes e à Constituição.
Com relação à história de Alagoas no período colonial brasileiro, julgue o item a seguir.
A criação da capitania das Alagoas se deu em 1817 com
o objetivo de melhor investigar e punir os apoiadores do
movimento separatista que havia assolado Pernambuco
naquele ano.
Com relação à história de Alagoas no período colonial brasileiro, julgue o item a seguir.
Penedo era conhecida no período colonial por abrigar grande
número de indígenas e servir de esconderijo para criminosos
oriundos de regiões de Pernambuco, da Bahia e de Sergipe.
Com relação à história de Alagoas no período colonial brasileiro, julgue o item a seguir.
Numerosos mocambos espalhados pelas serras da capitania
de Pernambuco constituíam o quilombo de Palmares, espaço
no qual se forjou uma sociedade singular a partir de diferentes
etnias africanas, cujos conhecimentos e práticas foram
ressignificados no contexto colonial da América portuguesa.
Com relação à história de Alagoas no período colonial brasileiro, julgue o item a seguir.
No período colonial, a região de Alagoas dependia da
importação de víveres da Bahia, porque a economia alagoana
era voltada exclusivamente para a produção de açúcar para
o mercado internacional.
Acerca dos processos de colonização e ocupação da região onde se localiza o estado de Alagoas, julgue o item seguinte.
A conquista do interior do estado de Alagoas consolidou-se
a partir da guerra contra Palmares, na medida em que as terras
tomadas foram distribuídas entre soldados, com destaque
para a sesmaria recebida por Domingos Jorge Velho.
Acerca dos processos de colonização e ocupação da região onde se localiza o estado de Alagoas, julgue o item seguinte.
O uso dos indígenas como mão de obra na produção açucareira
foi rapidamente considerado inviável pelos portugueses e,
por essa razão, ainda no século XVI, os africanos escravizados
já eram a principal força de trabalho no sul de Pernambuco.
Acerca dos processos de colonização e ocupação da região onde se localiza o estado de Alagoas, julgue o item seguinte.
Porto Calvo, Alagoas e Penedo foram os primeiros
assentamentos portugueses na região e seu estabelecimento
se deu por iniciativa da Coroa portuguesa, que tinha como
objetivo a expansão da conquista para o sertão a partir do rio
São Francisco.
Acerca dos processos de colonização e ocupação da região onde se localiza o estado de Alagoas, julgue o item seguinte.
Nas primeiras décadas do século XVI, Caetés e Potiguares
foram alvo de violentas expedições militares que tinham
o objetivo de dominar as terras dos indígenas e viabilizar
a colonização portuguesa na região.
Documento I
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.
A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.
Documento II
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.
Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.
Documento III
Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.
Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.
Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.
O processo de abertura política instituído pelo general Ernesto
Geisel foi efetivado sem a pressão da oposição devido ao
resultado das eleições legislativas de 1974, que reduziu a
participação do MDB e ampliou a presença da Arena no
Congresso Nacional.
Documento I
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.
A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.
Documento II
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.
Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.
Documento III
Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.
Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.
Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.
A política econômica instituída pelo regime militar manteve o
Estado como condutor do desenvolvimento econômico,
reduzindo a concentração de renda e as desigualdades sociais.
Documento I
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.
A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.
Documento II
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.
Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.
Documento III
Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.
Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.
Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.
Quando João Goulart afirmou, em seu discurso, que dispunha
de apoio militar, ele se referia a grupos das Forças Armadas
favoráveis ao seu projeto de reforma do Brasil por meio das
reformas de base, demonstrando que, às vésperas do Golpe de
1964, havia uma clara cisão na instituição.
Documento I
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.
A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.
Documento II
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.
Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.
Documento III
Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.
Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.
Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.
As adversidades políticas mencionadas por Juscelino
Kubitschek em seu discurso estiveram presentes desde
sua candidatura e posse e foram motivadas pela oposição,
para quem JK e o vice-presidente João Goulart representavam
a continuidade da política nacional-desenvolvimentista
de Vargas.
Documento I
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.
A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.
Documento II
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.
Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.
Documento III
Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.
Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.
Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.
O suicídio de Getúlio Vargas adiou a ditadura militar de 1964,
pois a comoção nacional resultante de seu ato impediu que
chegassem ao poder as forças políticas que eram contrárias ao
trabalhismo e conspiravam pela queda do presidente.
Documento I
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram o meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.
A carta-testamento do presidente Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 23 de agosto de 1954. In: Discursos selecionados do presidente Getúlio Vargas. Brasília: FUNAG, 2010, p. 58.
Documento II
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.
Discurso de JK na inauguração de Brasília. Brasília, 21 de abril de 1960. In: Luiza Helena Nunes Pinto (org). Discursos selecionados do presidente Juscelino Kubitschek. Brasília: FUNAG, 2010. p. 51-2.
Documento III
Nenhuma força será capaz de impedir que o governo continue a assegurar absoluta liberdade ao povo brasileiro. E, para isso, podemos declarar, com orgulho, que contamos com a compreensão e o patriotismo das bravas e gloriosas Forças Armadas da Nação. Hoje, com o alto testemunho da Nação e com a solidariedade do povo, reunido na praça que só ao povo pertence, o governo, que é também o povo e que também só ao povo pertence, reafirma os seus propósitos inabaláveis de lutar com todas as suas forças pela reforma da sociedade brasileira. Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, e pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela emancipação econômica, pela justiça social e pelo progresso do Brasil.
Discurso do presidente João Goulart na Central do Brasil Rio de Janeiro (RJ), 13 de março 1964. In: Wanielle Brito Marcelino (org). Discursos selecionados do presidente João Goulart. Brasília: FUNAG, 2010. p. 89.
Tendo os trechos dos documentos históricos precedentes como referência inicial, julgue o seguinte item, acerca do período democrático (1946 – 1964) instituído ao fim do Estado Novo, do regime militar, e do processo de redemocratização do Brasil.
Na carta-testamento de Getúlio Vargas, os termos ódio,
infâmia e calúnia aludem à crise de agosto de 1954, que, apesar
das boas relações do presidente com o Congresso Nacional, foi
fomentada pelas acusações de envolvimento da família e da
guarda de Vargas em crimes de corrupção e assassinato.
No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.
A denominada Revolução de 1930 teve como resultados o
rompimento com o modelo econômico e as práticas de trabalho
liberais da Primeira República, a ampliação da participação do
Estado na economia e a instituição de políticas sociais.
No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.
Na década de 20 do século XX, o movimento tenentista, por se
opor ao nacionalismo e à centralização política característica
do período pós-Primeira Guerra Mundial, foi amplamente
apoiado pelas classes médias urbanas.
No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.
O governo de Floriano Peixoto conteve a Revolta da Armada
por meio do apoio de navios de guerra estrangeiros atracados
na Guanabara e das elites cafeeiras paulistas, para as quais a
revolta punha em risco um futuro governo civil da República.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente, com base na condição do professor de história da estudante.
No que se refere às regências, a estudante está equivocada,
pois o período regencial foi de instabilidade política,
evidenciada em rebeliões como a Sabinada, na Bahia, cujos
líderes optaram por limitar a independência da região à
menoridade de D. Pedro II.