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A classificação dos organismos vivos em cinco reinos tem como base as características desses seres e objetiva agrupar as espécies de determinado reino de acordo com caracteres específicos. Acerca desse assunto e da diversidade da vida, julgue o item que se segue.
Insetos e aranhas possuem um sistema excretor único, que
consiste em túbulos de Malpighi, os quais operam em conjunto
com glândulas especializadas localizadas na parede do reto.
Os coanócitos são células ciliadas que constituem a estrutura corpórea das esponjas e são responsáveis por capturar e realizar a fagocitose de partículas alimentares trazidas pela água.
Com relação ao processo evolutivo de organismos vivos, julgue o item subsequente.
A espécie Australopitecus afarensis é considerada um dos
parentes mais longínquos do homem na evolução humana,
sendo o esqueleto de uma fêmea 40% completo, descoberto em
1974 e batizado de Lucy, o fóssil mais famoso dessa espécie.
Com relação ao processo evolutivo de organismos vivos, julgue o item subsequente.
Os primeiros organismos vivos foram protocélulas, unidades
autônomas delimitadas por membranas e organização funcional
complexa que permitia a atividade essencial de
autorreplicação.
Com relação ao processo evolutivo de organismos vivos, julgue o item subsequente.
A especiação resultante do surgimento de barreiras
reprodutivas entre populações geograficamente separadas é
denominada especiação simpátrica ou geográfica e pode
ocorrer por meio de especiação por vicariância ou do efeito
do fundador.
Com relação ao processo evolutivo de organismos vivos, julgue o item subsequente.
Os conceitos de evolução transformacional e evolução
variacional são atribuídos, respectivamente, às teorias
evolucionistas de Darwin e Lamarck, e ambos estabelecem que
o processo evolutivo das espécies decorre da sobrevivência e
da reprodução entre organismos com diferentes características.
A respeito de microscopia, julgue o item que se segue.
O microscópio óptico, também chamado de microscópio de
luz, possibilitou o descobrimento de células e a elaboração da
teoria de que todos os seres vivos são constituídos por células.
A respeito de microscopia, julgue o item que se segue.
Embora o microscópio eletrônico de varredura apresente
elevado grau de resolução, é recomendado que o exame
de superfície das estruturas celulares seja realizado com o
microscópio de transmissão, que tem a vantagem de fornecer
imagens tridimensionais.
Com base na figura apresentada, que ilustra uma célula eucarionte, julgue o item a seguir.
A cromatina, presente no núcleo célula, é constituída por ácido
desoxirribonucleico (DNA) associado a proteínas, como as
histonas.
Com base na figura apresentada, que ilustra uma célula eucarionte, julgue o item a seguir.
Substâncias como glicose e alguns aminoácidos podem
penetrar nas células eucarióticas através da membrana por
difusão facilitada, sem gasto de energia, sendo a difusão
processada a favor de um gradiente com o auxílio de uma
molécula transportadora ou permeasse.
Com base na figura apresentada, que ilustra uma célula eucarionte, julgue o item a seguir.
A superfície da membrana da organela indicada pelo
número 2 apresenta ribossomos constituídos de ácido
desoxirribonucleico (DNA ribossômico) e proteínas.
O filamento de DNA se liga aos ribossomos constituindo
os polirribossomos — estrutura fundamental na síntese
de proteínas.
Com base na figura apresentada, que ilustra uma célula eucarionte, julgue o item a seguir.
A estrutura indicada pelo número 3 representa o retículo
endoplasmático, que, além de ser composto por vesículas
e túbulos intercomunicantes, é bem desenvolvido em células
que secretam hormônios esteroides, como as células hepáticas.
Com base na figura apresentada, que ilustra uma célula eucarionte, julgue o item a seguir.
A estrutura indicada pelo número 1 utiliza moléculas de ácidos
graxos e glicose para a produção de calor, além de participar
de outros processos do metabolismo celular.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
Na perspectiva didático-metodológica apresentada no texto,
a construção de uma pedagogia do conceito requer que
a escola incite os jovens a defender sua própria opinião
como uma estratégia de fuga ao caos.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A proposta de uma pedagogia do conceito converge para
uma atitude didática conteudista.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A propedêutica corresponde ao estudo especializado dos temas
mais relevantes da tradição filosófica como forma de garantir
profundidade na aprendizagem dos estudantes.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A proposta de uma pedagogia do conceito contraria
didaticamente a de um ensino que tenha como referência
a história da filosofia.
É tarde demais quando já não é possível pensar... Esse é o movimento que os tempos hipermodernos nos apresentam: lançar-nos tanto à opinião, afastar-nos tanto do conceito, como forma de fugir do caos, que de repente o pensamento já não é mais possível. É mais do que tempo, pois, de fazermos das escolas um espaço de resistência a isso. E se a escola não puder ser propriamente o lugar do exercício do conceito, que seja ao menos de uma propedêutica ao conceito.
Deleuze e Guattari afirmaram que é preciso investir em uma “pedagogia do conceito”, à qual os filósofos se dedicaram pouco ao longo da história. Ora, se os conceitos não estão dados, mas são criados, é possível se desvendarem as regras, os processos, os caminhos de criação dos conceitos; é possível — e é necessária — uma pedagogia do conceito, isto é, um aprendizado em torno do ato criativo de um conceito.
No que concerne ao trato com as aulas de filosofia na educação média, penso que a pedagogia do conceito poderia estar articulada em torno de quatro momentos didáticos: uma etapa de sensibilização, uma etapa de problematização, uma etapa de investigação e, finalmente, uma etapa de conceituação (isto é, de criação ou recriação do conceito).
Silvio Gallo. Metodologia do ensino de filosofia: uma didática para o ensino médio. Papirus, 2012, p. 95 (com adaptações).
Considerando as ideias do texto precedente e o assunto nele abordado, julgue o item seguinte.
A proposta metodológica do autor do texto, Silvio Gallo,
concorda com o pensamento de Gilles Deleuze e Félix
Guattari, autores que definem a filosofia como a arte
de criar conceitos.
Com relação à interdisciplinaridade no ensino de filosofia, julgue o próximo item.
O ensino de lógica permite a abordagem interdisciplinar.
Com relação à interdisciplinaridade no ensino de filosofia, julgue o próximo item.
A contextualização aliada à interdisciplinaridade contribui
para a transversalidade do conhecimento filosófico.
