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Q3917427 Português
Analise a função da vírgula nas frases abaixo:

1. "Matias, cônego honorário e pregador efetivo, estava compondo um sermão."
2. "Deixe-me, senhora."

Assinale a alternativa que classifica corretamente a regra que justifica o uso das vírgulas nos termos destacados em 1 e 2, respectivamente:
Alternativas
Q3917426 Português
Na frase "No horizonte, surge a esperança de dias melhores", a expressão "surge a esperança" não apresenta o acento indicativo de crase. Acerca dessa construção, assinale a alternativa correta quanto à correção gramatical e à justificativa normativa.
Alternativas
Q3917425 Português
A concordância nominal exige atenção às relações de gênero e número entre os termos da oração. Considerando as regras da norma padrão para expressões específicas, assinale a alternativa que apresenta a concordância CORRETA:
Alternativas
Q3917424 Português
Leia, atentamente, as afirmativas a seguir e marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso. 

( ) A palavra “rubrica” deve ser acentuada graficamente na antepenúltima sílaba (rúbrica), pois é uma proparoxítona.
( ) A palavra “armazém” recebe acento agudo por ser oxítona terminada em “em”.
( ) O verbo “para” (flexão de parar) mantém o acento diferencial para se distinguir da preposição “para” .
( ) A palavra “tórax” é acentuada por ser paroxítona terminada em “x”.

Marque a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3917423 Português
_______ muitas mudanças na política interna da empresa durante o último ano. A lacuna da sentença acima pode ser substituída, corretamente, de acordo com a norma padrão, por:
Alternativas
Q3917422 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta corretamente a colocação do pronome destacado em relação ao verbo, segundo a norma padrão:
Alternativas
Q3917421 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
Marque a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma padrão:
Alternativas
Q3917420 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
Assinale a opção que apresenta a escrita gramatical correta, conforme a norma: 
Alternativas
Q3917419 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
No trecho final, ao afirmar que ali se sentia “o prazer animal de existir”, o autor sugere que, apesar das dificuldades descritas, havia naquele ambiente:
Alternativas
Q3917418 Português
I. Texto para a questão:


"Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas. Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia. A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas. Entretanto, das portas surgiam cabeças congestionadas de sono; ouviam-se amplos bocejos, fortes como o marulhar das ondas; pigarreava-se grosso por toda a parte; começavam as xícaras a tilintar; o cheiro quente do café aquecia, suplantando todos os outros; trocavam-se de janela para janela as primeiras palavras, os bons-dias; reatavam-se conversas interrompidas à noite; a pequenada cá fora traquinava já, e lá dentro das casas vinham choros abafados de crianças que ainda não andam. No confuso rumor que se formava, destacavam-se risos, sons de vozes que altercavam, sem se saber onde, grasnar de marrecos, cantar de galos, cacarejar de galinhas. De alguns quartos saíam mulheres que vinham pendurar cá fora, na parede, a gaiola do papagaio, e os louros, à semelhança dos donos, cumprimentavam-se ruidosamente, espanejando-se à luz nova do dia. Daí a pouco, em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas da mão. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. O rumor crescia, condensando-se; o zunzum de todos os dias acentuava-se; já se não destacavam vozes dispersas, mas um só ruído compacto que enchia todo o cortiço. Começavam a fazer compras na venda; ensarilhavam-se discussões e rezingas; ouviam-se gargalhadas e pragas; já se não falava, gritava-se. Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham os pés vigorosos na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante satisfação de respirar sobre a terra."


Texto extraído da obra O Cortiço : AZEVEDO, Luis. O Cortiço,1890. Acesso pelo link: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/o-cortico-- 0/html/ffc4c966-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html em 02 de fevereiro de 2026. 
Considerando o trecho em que se descrevem as latrinas, o uso das bicas d’água e as crianças que "não se davam ao trabalho de lá ir", o autor quer construir a ideia de que:
Alternativas
Q1239930 Pedagogia
Os quatro pilares da educação são conceitos baseados no Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors. Desses pilares, ainda hoje a educação brasileira privilegia o “aprender a conhecer”, vindo em seguida o “aprender a fazer”. Para melhor cumprir sua missão, nesta época de tantas incertezas, é preciso, então, que a educação do nosso país dê maior atenção aos outros dois pilares propostos no citado relatório, quais sejam:
Alternativas
Q1239929 Pedagogia
A escola pública brasileira precisa alcançar maior sucesso no tocante ao efetivo desenvolvimento das aprendizagens de seus alunos. Nessa perspectiva, Philippe Perrenoud (2000) propõe dez novas competências às quais o professor deve ficar atento no cumprimento da sua tarefa de ensinar. Dentre tais competências, destacam-se a competência de “envolver os alunos em suas aprendizagens e em seus trabalhos” e a competência de “organizar e dirigir situações de aprendizagem”. Considerando essas duas competências, relacione-as corretamente às tarefas que a elas dizem respeito, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I 1. “Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seus trabalhos.” 2. “Organizar e dirigir situações de aprendizagem.”
Coluna II ( ) Suscitar o desejo de aprender do aluno. ( ) Trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem. ( ) Construir e planejar sequências didáticas. ( ) Explicitar o sentido do trabalho escolar proposto. ( ) Traduzir o conteúdo a ser ensinado em objetivos de aprendizagem.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1239928 Pedagogia
Relacione corretamente as teorias do desenvolvimento indicadas a seguir, aos seus autores, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I
1. Vygotsky
2. Piaget
3. Wallon
Coluna II ( ) O conhecimento humano se constrói na interação homem-meio, sujeito-objeto. ( ) O conhecimento é a equilibração / reequilibração entre assimilação e acomodação, ou seja, entre os indivíduos e os objetos do mundo. ( ) O conhecimento tem gênese nas relações sociais, sendo produzida a intersubjetividade e é marcado por condições culturais, sociais e históricas. ( ) A dimensão afetiva ocupa lugar central, tanto do ponto de vista da construção da pessoa, quanto do conhecimento. ( ) A criança é essencialmente emocional e, gradualmente, vai constituindo-se um ser sociocognitivo.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1239927 Pedagogia
A indisciplina em sala de aula e na escola tem sido uma preocupação crescente nos últimos anos entre os educadores. Tendo em vista o enfrentamento, pelo professor, da problemática disciplinar no sentido de saná-la, analise as ações listadas a seguir e assinale com P as ações positivas e com N as negativas.
( ) Encher a lousa com matéria para os alunos copiarem. ( ) Mandar o aluno indisciplinado para fora de sala. ( ) Desenvolver atividades criativas e interessantes. ( ) Acreditar e agir no sentido da mudança consciente do aluno. ( ) Vincular a nota à indisciplina. ( ) Construir normas coletivamente (professor e alunos)
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1239926 Psicologia
Tendo como referência pensar a escola à luz da Psicopedagogia, assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do seguinte texto:
A atuação do psicopedagogo na escola implica um trabalho de caráter ___________ 1 e de ___________ 2 no contexto educacional. Assim sendo, a psicopedagogia na escola abrange um processo que inclui questões ___________ 3 , ___________ 4 e _____________ 5 , englobando o ponto de vista de quem ensina e de quem aprende, inclusive abrangendo a participação da família e da sociedade.
Alternativas
Q1239925 Psicologia
De acordo com Gardner (2007), o indivíduo é dotado de oito inteligências que podem ser mais ou menos desenvolvidas em função de estímulos. São elas: a linguística, a lógico-matemática, a espacial, a musical, a corporal cinestésica, a interpessoal, a intrapessoal e a naturalista. Atente ao que se diz a seguir sobre a inteligência corporal cinestésica.
I. Os cirurgiões e atletas têm essa inteligência bem desenvolvida.
II. Abrange o uso do corpo todo para expressar ideias e sentimentos.
III. Relaciona-se com o movimento físico e o controle do corpo e de objetos.
IV. Inclui habilidades físicas específicas, tais como coordenação, equilíbrio, destreza, força, flexibilidade e velocidade.
É correto o que se afirma em
Alternativas
Q1239924 Pedagogia
Muitos fatores concorrem para que os alunos sejam capazes de aprender. Podem ser consideradas três fontes independentes de influência sobre a aprendizagem: o estudante, o professor e o curso. Para cada uma dessas fontes, por sua vez, detectam-se algumas variáveis. Atente ao que se diz sobre essas variáveis e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) As variáveis relacionadas ao aluno referem-se às suas aptidões e motivação. ( ) Os hábitos dos alunos não são importantes no que se refere à aprendizagem. ( ) As variáveis relacionadas ao curso, que se referem aos objetivos propostos e aos métodos utilizados, interferem na qualidade de aprendizagem dos alunos. ( ) O aprendizado dos alunos não tem correlação com a motivação do professor. ( ) As crenças dos dirigentes das instituições educacionais interferem no aprendizado dos alunos.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1239923 Pedagogia
No que concerne à avaliação educacional, assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do seguinte enunciado:
“A avaliação educacional consiste na coleta, análise e interpretação dos dados relativos ao progresso dos alunos. Esta avaliação não ocorre apenas ao final das ações educativas, mas ao longo de todo o processo. Assim é que se pode falar em avaliação _______________1 , _______________2 e _______________3 ”.
Alternativas
Q1239922 Pedagogia
Relacione corretamente os conceitos de Didática e Pedagogia, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I 1. Pedagogia 2. Didática
Coluna II ( ) Estuda o processo de ensino por meio dos seus componentes – os conteúdos escolares, o ensino e a aprendizagem. ( ) Investiga os fatores condicionantes das relações entre a docência e a aprendizagem. ( ) Investiga a natureza das finalidades da educação numa determinada sociedade. ( ) Estuda os fundamentos, condições e modos de realização da instrução e do ensino. ( ) Estuda os meios apropriados para a formação dos indivíduos, tendo em vista prepará-los para as tarefas da vida social.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1239921 Pedagogia
O processo de ensino pode ser abordado sob diferentes óticas. Com base nas diferentes abordagens do ensino apontadas por Mizukami (1986), apresentadas a seguir, numere a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I 1. Abordagem cognitivista 2. Abordagem humanista 3. Abordagem comportamentalista 4. Abordagem tradicional 5. Abordagem sociocultural


Coluna II
( ) O ensino se dá num processo que tem como modelo a instrução programada, na qual assume fundamental importância o controle do trabalho pelo professor. ( ) O ensino deve se fundamentar no ensaio e erro, na pesquisa e na solução de problemas por parte dos estudantes. ( ) Privilegia o professor como especialista, como elemento fundamental na transmissão dos conteúdos. ( ) O conhecimento deve ser entendido como uma transformação contínua e não transmissão de conteúdos programados. ( ) Foca predominantemente o desenvolvimento da personalidade dos indivíduos. O professor não transmite conteúdos, mas dá assistência aos estudantes, atuando corno facilitador da aprendizagem.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
61: B
62: C
63: A
64: B
65: B
66: A
67: C
68: A
69: D
70: D
71: A
72: D
73: B
74: B
75: D
76: C
77: B
78: A
79: C
80: C