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1. Comparar os dados das plaquetas dos motores de acionamento das bombas do sistema de combate a incêndio com aquelas constantes do caderno de especificações técnicas de dimensionamento do sistema.
2. Simular um princípio de incêndio controlado em cada ambiente para comprovar a eficácia de funcionamento do sistema.
3. Contabilizar o número de terminais sprinklers instalados para comprovação frente ao caderno de especificações técnicas do sistema.
4. Apoiar-se tão somente nas especificações da norma NBR-10.897/90 da ABNT – Proteção contra incêndio por chuveiro automático.
5. Comprovar a existência de válvulas de governo e de fluxo devidamente instaladas e operacionais.
6. Analisar o caderno de especificações técnicas do projeto e se apoiar nas normas que constam das respectivas especificações.
7. Verificar o diâmetro da tubulação empregada, o respectivo local de instalação, o número de cotovelos, uniões, derivações, válvulas e, comprimentos de tubulações que compõem o sistema de alimentação do sistema de chuveiros automáticos (sprinklers) comparando-as com as especificações do dimensionamento do sistema e com as plantas de instalação.
8. Comprovar a existência de válvulas de alívio de pressão hidráulica devidamente instaladas e operacionais e, em número condizente com o caderno de especificações técnicas de dimensionamento do sistema.
9. Comprovar a inexistência de válvulas de alívio de pressão hidráulica na rede de alimentação dos chuveiros sprinklers.
10. Analisar a capacidade do reservatório de combate a incêndio com a respectiva reserva técnica para combate à incêndio.
11. Executar o teste hidrostático na rede instalada para comprovar a estanqueidade e inexistência de vazamentos.
12. Solicitar o caderno As Built da empresa B.
As ações que poderiam ser consideradas válidas são:
I. Capacete de segurança.
II. Máscara de proteção para filtrar particulado.
III. Protetor auricular.
IV. Óculos de proteção.
V. Bota com biqueira de aço.
VI. Luvas antivibração.
VII. Avental, mangote e perneira de couro ou de raspa.
VIII. Cinto de segurança.
Recomenda-se que um operador de britadeira elétrica com capacidade de impacto compreendida entre 7 e 30 kg utilize os EPI's constantes APENAS em
I. Ocuparia uma área para sua instalação menor do que aquela que se encontra em operação.
II. Trabalharia com uma perda de carga menor do que a atual.
III. O atual sistema de gaxetas empregadas no trocador por placas é compatível com o óleo hidráulico.
IV. Não foi detectado problema de estanqueidade entre as placas do trocador por placas.
V. As bitolas de conexão de entrada e saída dos fluídos do trocador por placas são perfeitamente compatíveis com as conexões do atual trocador utilizado.
VI. O material das placas de troca térmica é perfeitamente compatível com os fluídos em questão.
A partir das informações disponibilizadas:

Cada elemento j, que constitui a parede tem condutividade térmica Kj e área de troca térmica Aj . As camadas têm espessura a, b e c, respectivamente, conforme ilustrado. A potência térmica trocada entre os meios externos pode ser calculada por:
Q = U.A (Ti - To ) = U.A5 (Ti - To )
onde U é o coeficiente global de troca térmica dado por:
Para calcular a velocidade de escoamento da água potável na secção B com o emprego da equação de Bernoulli:
I. As informações essenciais aos espaços nas edificações devem ter sinalização de emergência, no mínimo, de forma visual, tátil e sonora.
II. Também nas edificações a sinalização temporária, no mínimo, deve ser sinalizada de forma visual e tátil.
III. Nos mobiliários as sinalizações devem ser, no mínimo, do tipo direcional e de emergência.
IV. Nos espaços e equipamentos urbanos a forma de comunicação sonora é obrigatória para as do tipo de emergência.
Está correto o que consta APENAS em
I. nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem.
II. nos casos de emergência ou de calamidade pública, quando caracterizada urgência de atendimento de situação que possa ocasionar prejuízo ou comprometer a segurança de pessoas, obras, serviços, equipamentos e outros bens, públicos ou particulares, e somente para os bens necessários ao atendimento da situação emergencial ou calamitosa e para as parcelas de obras e serviços que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos e ininterruptos, contados da ocorrência da emergência ou calamidade, vedada a prorrogação dos respectivos contratos.
III. quando não acudirem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas.
IV. quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento.
V. para a aquisição, por pessoa jurídica de direito público interno, de bens produzidos ou serviços prestados por órgão ou entidade que integre a Administração pública e que tenha sido criado para esse fim específico em data anterior à vigência desta Lei, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.
VI. para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da Administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo avaliação prévia.
VII. na contratação de remanescente de obra, serviço ou fornecimento, em consequência de rescisão contratual, desde que atendida a ordem de classificação da licitação anterior e aceitas as mesmas condições oferecidas pelo licitante vencedor, inclusive quanto ao preço, devidamente corrigido.
Está correto o que consta em