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“aos cirurgiões-dentistas proporcionar” (linha 10) por que os cirurgiões-dentistas proporcionaram

“se torna” (linha 8) por torna-se

“que mais realiza” (linha 4) por onde mais se realizam

Pelo caráter objetivo da linguagem empregada na primeira oração do segundo parágrafo do texto, construída sem marcas de subjetividade, é correto afirmar que ela seria adequada para integrar um período de texto de correspondência oficial que trate dos princípios básicos da higiene bucal.

É de coordenação a relação entre as duas primeiras orações do segundo parágrafo do texto, sendo a segunda uma explicação da primeira, evidenciada pelo conectivo “por isso”, empregado na ligação de uma à outra.

O vocábulo “já” (linha 24) classifica-se como advérbio e expressa, na oração em que está empregado, circunstância de tempo.

Estariam preservadas a correção gramatical e os sentidos do texto caso o trecho “aos 28 anos de idade” (linha 15) fosse deslocado, com as vírgulas que o isolam, para imediatamente depois da forma verbal “perderam” (linha 16).

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o segmento “como restaurações, reconstruções e correções dos dentes” (linha 13) fosse isolado entre vírgulas.

Dadas as relações coesivas do primeiro período do texto, é correto afirmar que, na linha 1, a preposição “por” está subentendida após o vocábulo “e”, em “e um sorriso mais harmônico”.

Na linha 1, a flexão da forma verbal “fez” na terceira pessoa do singular justifica-se pela concordância do verbo com o termo “busca”, que é o núcleo do sujeito da oração.

Entende-se da organização das ideias do primeiro período do texto que a busca por um sorriso mais harmônico está associada a uma maior qualidade de vida.

No texto, que se caracteriza como dissertativo-informativo, o tema central é o crescimento do mercado da odontologia estética no Brasil.
A falta de aplicação, parcial ou total, no exercício, dos valores adiantados a título de suprimento de fundos constitui saldo automaticamente transferido para o exercício subsequente, para posterior aplicação em novas despesas, com a mesma ou com outra finalidade.
Deve-se reconhecer o passivo financeiro quando verificada a ocorrência do fato gerador da obrigação patrimonial, mesmo que não se trate de obrigação presente por falta do implemento de condição, que ocorrerá com a liquidação.
Na determinação dos recursos disponíveis para a abertura de créditos suplementares e especiais, só se poderá computar o excesso de arrecadação ao final do exercício ou a partir do momento em que o valor já arrecadado ultrapasse a previsão de todo o ano.
O programa de trabalho define qualitativamente a programação orçamentária; nesse sentido, a pergunta que se pretende responder com a indicação do subtítulo é “Em que áreas de despesa a ação governamental será realizada?”.
São consideradas operações intraorçamentárias aquelas realizadas entre órgãos e entidades da Administração Pública integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade social de um mesmo ente federativo; assim, tais receitas não representam novas entradas de recursos nos cofres públicos do ente, apenas remanejamentos internos.
A subestimativa da receita (e da despesa), acentuada nos períodos inflacionários, tende a aumentar as possibilidades de revisão orçamentária ao longo do exercício, desvirtuando o planejamento e contribuindo, paralelamente, para a compressão das despesas.
O ciclo orçamentário, que corresponde ao exercício financeiro (no Brasil, ao ano-calendário), compreende: elaboração da proposta; apreciação legislativa; execução; controle; e avaliação.
A propósito do chamado orçamento secreto, as maiores críticas que têm sido apontadas com relação aos princípios orçamentários geralmente relacionados pelos diversos autores são a inobservância do equilíbrio e da exclusividade.