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No IPTABLES, tabelas são as estruturas usadas para armazenar os chains e as regras. As tabelas disponíveis no IPTABLES são filter, nat e mangle, que podem ser referenciadas com a opção -t tabela.
O protocolo ICMP (internet control message protocol), que é útil para o gerenciamento remoto de dispositivos de rede, como roteadores, servidores, concentradores e clientes, pode ser utilizado para ativar e desativar portas, medir largura de banda, reiniciar dispositivos e captar dados para estatística de rede.
O SELinux (security enhanced linux) pode operar em três modos distintos: Enforcing, no qual as regras estão aplicadas, e logs de todas as operações são gerados; Permissive, no qual as regras estão desativadas, mas logs de todas as operações são gerados; e Disabled, no qual as regras e os logs estão totalmente desativados.
O uso de um servidor DNS de encaminhamento central para a resolução de nomes da Internet pode reduzir o desempenho da rede, tornando complexo o processo de solução de problemas, além de ser uma prática não recomendada em termos de segurança.
O DHCP (dynamic host configuration protocol) é um protocolo de inicialização alternativo que utiliza mensagens UDP (user datagram protocol) encaminhadas pelos roteadores e fornece informações a uma estação de trabalho sem disco, como o endereço IP (internet protocol) do servidor de arquivos que contém a imagem de memória, o endereço IP do roteador padrão e a máscara de sub-rede a ser usada.
Uma vez que a varredura simples de portas é facilmente detectada por firewalls, outros tipos de mensagens passaram a ser utilizadas para mapeamento de serviços de redes, como por exemplo, as de RESET e as de SYN-ACK, que sinalizariam tentativa legítima de conexão, e, ainda, pacotes de resposta DNS (domain name system), que são respostas a mensagens geradas internamente.
A aplicação NAGIOS permite a verificação do status de equipamentos ou de toda a rede, bem como a criação de grupos de usuários para receberem alertas. Entre os arquivos de configuração do sistema, os arquivos hosts.cfg e hostgroups.cfg tratam de usuários e grupos de usuários, respectivamente.
Latência é uma propriedade física do meio de transmissão e em geral depende da construção, da espessura e do comprimento do meio. Em alguns casos, um filtro é introduzido no circuito para reduzir o tempo de latência máxima permitida para cada cliente da rede.
As trocas de mensagens no padrão Gigabit Ethernet ocorrem ponto a ponto, e não multiponto como no padrão Ethernet original. Em qualquer configuração desse padrão, cada cabo conecta exatamente dois dispositivos.
Firewalls que utilizam filtros de pacotes sem estados não verificam a parte útil de dados dos pacotes e não guardam o estado das conexões, o que pode impedir que sejam totalmente eficazes.
O uso de dois ou mais roteadores para conectar uma rede local de uma organização à Internet inviabiliza a implementação em NAT (network address translation).
Uma forma de se melhorar o desempenho do acesso a páginas web frequentemente visitadas é armazenar-se o conteúdo dessas páginas para que sejam rapidamente carregadas em solicitações futuras, estando, entre os possíveis processos para executar essa tarefa, o proxy, ao qual serão encaminhadas todas as requisições de acesso a páginas web.
O plano de continuidade do negócio de uma organização deve considerar a existência de ambientes temporários alternativos como forma de garantir o retorno de serviços considerados críticos e que exijam um menor tempo de recuperação.
No processo de gestão de incidentes de segurança da informação, as atividades relacionadas com a detecção de incidentes são responsáveis pela coleta de informações relacionadas a ocorrências de segurança da informação.
A análise de riscos pode identificar situações em que um risco de rara ocorrência pode levar à implementação de controles injustificáveis do ponto de vista estritamente econômico.
Os níveis de proteção que deverão ser aplicados a um ativo de informação devem ser definidos a partir da sua importância e de seu valor para o negócio.
A política de segurança da informação de uma organização é um documento único que concentra todo o direcionamento relacionado à proteção dos ativos de informação, incluindo recomendações técnicas e definição de mecanismos para proteção de tais ativos.
Um sistema de gestão da segurança da informação (SGSI) deve estabelecer procedimentos que definam ações gerenciais necessárias não somente à manutenção e à revisão dos documentos necessários ao SGSI, mas também à garantia de que as versões relevantes desses documentos estejam disponíveis nos pontos de uso.
De acordo com a norma ISO 27003, na fase de definição de requisitos de segurança da informação para o sistema de gerenciamento da segurança da informação, não é necessário realizar uma descrição detalhada da tecnologia da informação.
Conforme disposto na norma ISO 27002, as senhas de acesso devem, necessariamente, ser de uso pessoal e individual bem como devem ser mantidas sob sigilo.