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Q3885808 Matemática
Em março, uma blusa estava anunciada a R$ 60,00 e a lojista fez um aumento de 30% no seu preço de venda anunciado. Em junho, a lojista resolveu ofertar um desconto de R$ 12,00 sobre o preço da blusa, após ter sido aumentado em março.

Considerando essas informações, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a variação entre o preço inicial da blusa em março e o preço final da blusa em junho.
Alternativas
Q3885807 Matemática Financeira
Uma dívida no valor atual de R$ 5000,00 será quitada daqui a 5 meses. O devedor recebe a proposta de quitar a dívida hoje, com desconto simples de 4% ao mês aplicado sobre o seu valor atual. Outra proposta oferecida é pagar o valor atual na data de vencimento, acrescido de juros simples de 2% ao mês. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885806 Matemática

A tabela, a seguir, apresenta um recorte de dados, em estudo, do IBGE a respeito da proporção de pessoas das famílias residentes, por situação de disponibilidade de alguns serviços financeiros, segundo condicionantes e subgrupos selecionados no período de 2017-2018.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas informações da tabela e na hipótese de que a população brasileira seja de 210 milhões de pessoas, sendo que os percentuais apresentados se referem à proporção da população total brasileira, considere as afirmativas a seguir.


I. A diferença entre o número de pessoas com conta corrente nas áreas urbana e rural é inferior a 105 milhões.


II. No Brasil, aproximadamente 175 milhões de pessoas têm acesso a, ao menos, um dos serviços financeiros apresentados.


III. O número de pessoas sem disponibilidade de serviços financeiros que vivem no meio rural no Brasil é de aproximadamente 10,5 milhões.


IV. Do universo de pessoas que possuem caderneta de poupança, aproximadamente, 88,5% vivem em meio urbano.


Assinale a alternativa correta.


Alternativas
Q3885805 Raciocínio Lógico
Considere as premissas, a conclusão e o argumento a seguir.

Premissa 1: Se o celular está com bateria, então ele liga.

Premissa 2: O celular não liga.

Conclusão: Logo, o celular não está com bateria.

Com base nessas informações e nos conhecimentos de raciocínio-lógico-matemático, considere as afirmativas a seguir.

I. O argumento considera que, se o celular não liga, podem existir vários motivos diferentes, e a falta de bateria é apenas uma possibilidade, não uma certeza.

II. Como o texto fala de um celular específico que não liga, trata-se de um raciocínio que vai de um caso particular para uma conclusão geral sobre celulares com bateria.

III. No raciocínio apresentado, parte-se da regra geral “se o celular está com bateria, então ele liga” e, ao perceber que o celular não liga, conclui-se com certeza que ele está sem bateria.

IV. O argumento é válido, pois ao negar que o celular liga, podemos concluir que ele não está com bateria.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885804 Raciocínio Lógico
Sejam as sentenças abertas S(x): > 10 e T(x): x> 20, em que x ∈ R.

Com base nessas sentenças, suponha que sejam definidas as proposições P e Q a seguir.

P: Para todo x real, se x > 10, então x> 20.
Q: Para todo x real, se x> 20, então x >10.

Sobre essas condições, considere as afirmativas a seguir.

I. A proposição P é verdadeira.

II. Se a proposição P é verdadeira, então a proposição Q é verdadeira.

III. As proposições P e Q são logicamente equivalentes.

IV. O conjunto solução de S∧T é igual ao conjunto solução de S.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885803 Raciocínio Lógico
Considere as proposições simples a seguir.

p: Hoje vai chover.
q: A temperatura máxima é de 32◦ Celsius.

Com base nessas proposições, considere as afirmativas a seguir.

I. (pq)→p é uma tautologia.

II. (p ∧ ∼ p)→p é uma tautologia.

III. (pq)→p é uma contradição.

IV. (q ∨ ∼ q) é uma contradição.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885802 Raciocínio Lógico
Uma pesquisa foi realizada com usuários de corrida por aplicativos. Sabe-se que:

• 60 pessoas foram entrevistadas.
• 37 pessoas utilizam o aplicativo α.
• 32 pessoas utilizam o aplicativo β.
• 21 pessoas utilizam o aplicativo γ.
• 12 pessoas utilizam apenas os aplicativos α e β.
• 7 pessoas utilizam apenas o aplicativo γ.
x pessoas utilizam simultaneamente os três aplicativos.

Sabendo que todas as 60 pessoas entrevistadas utilizam pelo menos um dos três aplicativos, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o valor de x.
Alternativas
Q3885801 Raciocínio Lógico
Quatro pessoas estão na fila de um caixa de supermercado para pagar determinados produtos. Sabe-se que:

• A  pessoa que comprará carne está na última posição.

• Antônio é bombeiro e está comprando detergente.

• Daniela está exatamente atrás de Antônio com uma bandeja de iogurte.

• Camila é médica e está atrás de uma professora.

• A primeira pessoa da fila compra arroz.

• Bruna é veterinária.


Nessas condições, considere as afirmativas a seguir.

I. A médica está na terceira posição.

II. Camila está na posição que antecede à de Bruna.

III. Bruna compra arroz.

IV. Antônio está na segunda posição.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885800 Raciocínio Lógico
Rafaela está organizando seus pertences em caixas coloridas de cores Azul, Branca, Cinza e Dourada e elas serão guardadas no quarto ou no banheiro. Sabe-se que as proposições a seguir são verdadeiras.

• Exatamente duas caixas ficarão no banheiro.

• Acaixa Azul ficará no quarto se, e somente se, a caixa Branca não ficar no quarto.

• Se acaixa Cinza ficar no quarto, então a Dourada também ficará.

• Acaixa Azul ficará no armário do quarto.

Considerando essas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885799 Raciocínio Lógico
Considere as proposições simples e a proposição composta a seguir.

p: Sabrina vai viajar.
q: Carlos emitiu as passagens corretamente.
Proposição composta: ∼ (q)

Sobre essas condições, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, uma proposição logicamente equivalente a essa, em língua portuguesa.
Alternativas
Q3885798 Redação Oficial
Sobre as características que fundamentam os textos oficiais, considere as afirmativas a seguir.

I. Aspectos como concisão, impessoalidade, formalidade e padronização são características fundamentais da redação oficial.

II. No ofício, o item “assunto” deve detalhar do que se trata o documento, de forma a explicar o que será informado.

III. Em relação às concordâncias verbal e nominal, os pronomes de tratamento não seguem um padrão normativo.

IV. Em textos oficiais, o uso de pronomes de tratamento deve ser observado em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885797 Administração Pública
Acerca dos tipos de documentos oficiais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885796 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?


Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.


Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.


Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]


Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?


(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Em relação às figuras de linguagem empregadas no texto, assinale a alternativa correta.


Alternativas
Q3885795 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?


Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.


Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.


Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]


Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?


(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Acerca dos recursos linguístico-semânticos utilizados no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A conjunção “mas”, nas três ocorrências nos dois primeiros parágrafos, apresenta o mesmo efeito de sentido: opor as informações ditas anteriormente.

II. No período composto “É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido”, o termo “nem” expressa adição de ideia.

III. No trecho “e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas”, a oração entre vírgulas é explicativa.

IV. Na oração “quando a vida deixa de ser vida”, há um efeito de sentido condicional em relação ao período posterior.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885794 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?


Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.


Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.


Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]


Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?


(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Sobre as características do gênero de texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885793 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Eu nunca imaginei que escreveria sobre eutanásia. Sempre enxerguei o direito à vida como algo absoluto, intocável, um valor que não se negocia. Mas, quando a vida passa a ser apenas dor, quando o sorriso já não aparece e os dias se tornam uma repetição silenciosa de sofrimento, comecei a me perguntar: é possível falar sobre eutanásia sem que isso signifique desistir da vida?


Essa reflexão começou há cerca de dois meses, quando minha mãe recebeu o diagnóstico de câncer no fígado em estágio irreversível. Até então, eu conhecia o câncer pela ótica das histórias de luta: pessoas encarando quimioterapia, celebrando cada pequena vitória, vivendo o brilho da esperança. Mas agora eu vejo o outro lado– aquele que raramente aparece nas conversas. O lado dos corredores silenciosos da ala paliativa, onde minha mãe está. Um espaço em que a medicina já não busca curar, mas apenas aliviar, suavizar o inevitável.


Ali, alta não significa voltar para casa; significa partir. E, como filho, vivo um dilema que não sei explicar completamente. Eu tento ser forte o suficiente para sustentar emocionalmente a minha mãe, enquanto sustento também uma mentira: digo que ela vai melhorar, que logo sairá dali. Digo isso a ela– e a mim mesmo– porque é a única forma de manter viva a esperança que ainda resta. Mas, por dentro, estou despedaçado.


Sinto que estou vivendo um tipo de luto com minha mãe ainda viva. É um luto estranho, silencioso, que não tem começo nem fim definido. Eu a abraço todos os dias sabendo que o tempo está escapando pelos dedos, e me dói perceber que, embora ela ainda esteja aqui, já estou me despedindo dela em pequenas parcelas. Cada olhar mais cansado, cada gesto mais frágil, cada frase interrompida pela dor– tudo isso pesa como se eu estivesse perdendo um pedaço de nós antes da hora. [...]


Diante de tudo o que estou vivendo, sinto que o Brasil precisa começar a discutir a eutanásia com serie dade e humanidade. Não como uma fuga, mas como um possível gesto de dignidade para aqueles que já não têm escolha sobre nada, exceto talvez sobre como desejam partir. A dor que sinto todos os dias me ensinou algo que nunca imaginei aprender: amar também é querer que o sofrimento acabe. Talvez seja justamente esse amor, esse luto em vida, essa despedida contínua, que nos obrigue a enfrentar a pergunta que hoje me acompanha em silêncio: quando a vida deixa de ser vida, não deveríamos ao menos conversar sobre outras possibilidades?


(Adaptado de: RAMALHO, Fábio. Até que ponto preservar a vida é apenas prolongar a dor? Folha de S.Paulo, 23 nov. 2025. A4. Opinião.)

Sobre o processo de formação das palavras e das expressões, considere as afirmativas a seguir.

I. A palavra “eutanásia” é um estrangeirismo incorporado à língua portuguesa.

II. A palavra “emocionalmente” forma-se pelo acréscimo de sufixo, formando um advérbio.

III. Os termos “intocável” e “irreversível” possuem prefixos semelhantes com sentido de negação.

IV. Os termos “seriedade” e “humanidade” são formados por derivação sufixal.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885792 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Assinale a alternativa que indica, corretamente, o sentido da expressão destacada em “Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos”.
Alternativas
Q3885791 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Sobre a pontuação utilizada no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. No trecho “limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares”, as vírgulas servem para enumerar termos de mesma função sintática.

II. No fragmento “Se sancionada, a legislação será aplicável”, a vírgula separa um aposto explicativo.

III. No trecho “Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD)”, a vírgula foi usada para separar um vocativo.

IV. Em "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", as aspas indicam um discurso direto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885790 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Acerca dos termos e expressões empregados no texto, considere as afirmativas a seguir.

I. A palavra “marketing” está grafada em itálico por ser um neologismo pertencente ao campo semântico da informática.

II. O termo “colegiado”, no contexto em que foi utilizado, está em desuso na norma-padrão da língua portuguesa.

III. As siglas são abreviações que evitam a repetição de termos e agilizam a escrita e a leitura do texto.

IV. Os termos “gôndolas” e “prateleiras” têm sentidos semelhantes, ou seja, são sinônimos nesse contexto.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3885789 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.


A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Pessoa com Deficiência, presidida pelo deputado Evandro Araújo (PSD), aprovou um projeto de lei (PL) que limita a disponibilização de doces, chocolates, balas, salgadinhos e similares nas gôndolas de mercados, farmácias e outros estabelecimentos. A iniciativa foi uma das três proposições apreciadas pelo colegiado durante reunião realizada na sala Arnaldo Busato.


De autoria dos deputados Ana Júlia (PT) e Requião Filho (PDT), o PL 379/2025 proíbe a exposição dos pro dutos em gôndolas localizadas a menos de dois metros dos caixas de pagamento ou sujeitos à formação de filas, bem como limita a disponibilização nas prateleiras situadas em uma altura inferior a 1,5 metro, em qualquer área do estabelecimento. Se sancionada, a legislação será aplicável a todos os estabelecimentos varejistas que comercializem os produtos em questão.


Tramitando desde maio de 2025 na Alep, a proposição visa proteger a saúde infantil de práticas de marketing que exploram a vulnerabilidade das crianças, justifica Ana Júlia. A parlamentar destaca o risco de problemas de saúde associados ao consumo excessivo de açúcar, como obesidade, diabetes tipo 2, cáries dentárias e distúrbios metabólicos. Além disso, ela aponta o risco de desenvolvimento de hábitos de consumo compulsivos.


Relator do projeto, o deputado Evandro Araújo (PSD) frisou a sua compatibilidade com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e com a proteção da criança e do adolescente. "Contribui com práticas responsáveis e saudáveis no ambiente comercial", reforçou.


(Adaptado de: BOTTAMEDI, Felipe. Avança PL que proíbe a exposição de doces, balas e salgadinhos nas gôndolas próximas aos caixas de pagamento nos mercados do Paraná. Curitiba. 09/12/2025. https://www.assembleia.pr.leg.br/comunicacao/noticias)

Sobre as características da linguagem empregada no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
61: D
62: A
63: E
64: C
65: B
66: A
67: D
68: C
69: B
70: E
71: B
72: D
73: C
74: A
75: D
76: E
77: A
78: B
79: C
80: E