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Q3254456 Noções de Informática
A Câmara Municipal de Araraquara, em um esforço de modernização tecnológica, adquiriu computadores compatíveis com arquitetura de 64 bits para melhorar o desempenho dos sistemas internos. Apesar de contar com processadores recentes e amplo espaço de armazenamento em unidades SSD, a equipe de TI observa que a inicialização do sistema permanece lenta e que alguns recursos voltados a 64 bits não estão sendo devidamente reconhecidos. Após análises que descartaram problemas de superaquecimento e de capacidade insuficiente de memória RAM, levantou-se a hipótese de que configurações de firmware ou ajustes em drivers de componentes principais possam estar desfavoráveis, resultando em boot prolongado e aproveitamento limitado das funcionalidades avançadas do novo hardware. Quanto às configurações e componentes que afetam o desempenho na inicialização e a compatibilidade plena com sistemas de 64 bits, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3254454 Raciocínio Lógico
Em certo supermercado, chega uma nova remessa de produtos alimentícios. Segundo o gerente, 80% dos produtos são não perecíveis, dos quais 50% são importados. Dentre os produtos perecíveis, 60% deles são importados. Se a quantidade total de produtos que não são importados é exatamente 240, qual é a quantidade de produtos não perecíveis que são importados? 
Alternativas
Q3254453 Raciocínio Lógico
Em uma empresa, há 336 funcionários que participam de dois programas de bem-estar: o Programa de Alimentação Saudável (PAS) e o Programa de Atividade Física (PAF). Após uma pesquisa interna, foi constatado que 20% dos funcionários que participam do PAS também participam do PAF. Além disso, 80% dos funcionários que participam do PAF também participam do PAS. Sabendo que todos os funcionários participam de, pelo menos, um dos programas, com base nessas informações, quantos funcionários participam de ambos os programas? 
Alternativas
Q3254452 Raciocínio Lógico
Cláudia, Bianca e Fernanda trabalham em um escritório de design gráfico e desempenham, de forma distinta, as funções de designer, assistente administrativa e gerente de projetos, mas não necessariamente nessa ordem. Com relação à altura diferente das três profissionais, a assistente administrativa não é a mais baixa nem a mais alta. Fernanda, que é a mais alta, não é assistente administrativa. Se Bianca é gerente de projetos, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3254451 Raciocínio Lógico
Após a realização de um festival literário, os organizadores registraram a participação efetiva das pessoas inscritas em três sessões temáticas realizadas ao longo de um dia. Ao todo, 62 pessoas participaram da sessão da manhã, 78 da tarde e 85 da noite. Dentre as pessoas presentes na sessão da manhã, 22 não participaram das outras sessões, 7 participaram de todas as três sessões e 9 participaram também da sessão da tarde, mas não da sessão noturna. Além disso, 3 pessoas participaram das sessões da tarde e da noite, mas não da sessão da manhã. Por fim, o número de pessoas inscritas que não participaram de nenhuma das sessões é igual a 1/8 do total de inscritos no evento. Com base nesses dados, o número de pessoas inscritas no festival que NÃO compareceram a nenhuma sessão é:
Alternativas
Q3254450 Português
“Na passagem ‘A motivação é das melhores; só não sabemos ainda se isso vai contribuir, de fato, para o fim do racismo [...]’. (3º§), “só” foi empregado como elemento coesivo com valor semântico de ____________ e poderia ser substituído pela conjunção ____________, sem prejuízo de sentido.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Q3254449 Português
Releia esta passagem: “Não foram poucos os que passaram a monitorar [...], ciosos de que mudar as palavras é uma forma de mudar o mundo.” (1º§). Considerando o contexto, assinale a alternativa que apresenta o sinônimo mais adequado para o termo destacado. 
Alternativas
Q3254448 Português

Alterar estruturas da língua pode alterar as relações sociais?


Conjunto de falantes é o árbitro das mudanças linguísticas.


        É sempre interessante observar como a língua se comporta diante das tensões que nela se refletem. De uns tempos para cá, muita gente passou a ser corrigida em público nas transmissões ao vivo na internet por uma audiência empenhada em rastrear as marcas de racismo, machismo, homofobia e demais preconceitos que estariam inscritos na língua. Não foram poucos os que passaram a monitorar não apenas a fala alheia como ____ própria, ciosos de que mudar as palavras é uma forma de mudar o mundo. Talvez seja, talvez não seja. O tempo dirá.


         Personagens de novela, que geralmente aparecem na trama fazendo merchandising de produtos, passaram a vender também as lições civilizatórias da cultura “woke”. “Nuvens negras” que anunciavam mau tempo foram substituídas por “nuvens cinza” e muitos outros exemplos foram incorporados aos scripts. Ao mesmo tempo, a ministra Anielle Franco ressaltou que termos como “caixa-preta” e “buraco negro”, que pareciam insuspeitos, também tinham uma carga de preconceito racial.


         O verbo “denegrir”, mesmo sendo usado desde o latim no sentido de manchar a reputação, foi um dos principais alvos das cartilhas de letramento racial que apareceram na internet, associado ____ cor de pele de pessoas, sempre com a advertência de que era muito importante mudar os hábitos linguísticos. A motivação é das melhores; só não sabemos ainda se isso vai contribuir, de fato, para o fim do racismo e dos demais preconceitos.


         Dia desses, ouvi uma pessoa ser corrigida em uma live ao usar a expressão “mãe solteira”, que deveria ser substituída por “mãe solo”. A explicação era que “mãe solteira” é uma expressão preconceituosa porque o estado civil não tem nada a ver com a maternidade. Perfeito. Nesse caso, talvez o ideal fosse a supressão do adjetivo: já que não se diz “mãe casada” ou “mãe viúva”, por que dizer “mãe solteira”? Bastaria dizer “mãe”.


        Outro caso interessante é o da expressão “pessoa com deficiência”, que viria substituir “deficiente”, pois nenhum ser humano deveria ser definido pela sua deficiência – o uso da palavra “pessoa” teria uma função importante na conscientização de que eventuais deficiências não impedem alguém de ter uma vida normal. De fato, mas o que se vê hoje é que a expressão foi reduzida ____ uma sigla (PcD) e lida “pê-cê-dê”. É provável que essa simplificação tenha ocorrido em razão do princípio da economia, muito importante na comunicação.


         ____ algum tempo, tribunais eleitorais vinham usando com insistência a construção “eleitores e eleitoras” e também “pessoa eleitora”. Parece que as coisas andaram mudando. Em trabalhos acadêmicos, sobretudo na área de humanidades, passou a ser “obrigatório” o uso da linguagem dita “inclusiva”, de modo que, onde se lia “os historiadores”, se passou a ler “os historiadores e as historiadoras” – e assim por diante, sempre com as duas palavras, no masculino e no feminino. No meio acadêmico, o uso se tornou comum.


        Uma coisa, porém, temos de reconhecer. Essa prática, além de tornar o texto enfadonho, é totalmente desnecessária. O motivo é muito simples: a forma “historiadores”, no masculino, generaliza as pessoas que exercem essa atividade. É a condição de “historiador” que interessa quando usamos o termo de modo geral (por exemplo, “os historiadores do século passado”), não a identidade do ser humano. O termo feminino existe para as situações em que tratamos de uma ou mais mulheres em particular (“uma historiadora do período”). Isso vale para qualquer termo que indique a função, a condição, a profissão etc., mas não vale, por óbvio, para homens e mulheres. Ninguém nunca disse os “homens aqui presentes” com o intuito de englobar “homens e mulheres”, certo?


        O problema é que não está a nosso alcance fazer uma mudança desse teor, de caráter estrutural. A língua é uma construção coletiva autogerida. É a coletividade representada pelos falantes que determina o que muda e o que não muda, o que tem cabimento e o que não tem. É fácil perceber isso no caso dos neologismos, que, quando úteis ou funcionais, passam a integrar a língua, mesmo que alguns os rejeitem por apego ___ tradição ou por outro motivo.


        O pronome “todos”, por exemplo, é um pronome indefinido que indica totalidade inclusiva (todas as pessoas). É uma das pala vras mais inclusivas da língua (ao lado de “tudo”), mas a cartilha da inclusão recomenda cumprimentar a “todos e todas”, reduzindo o alcance de “todos”, que ficaria restrito ao gênero masculino. Pode-se dizer que essa fórmula de saudação foi bem-aceita e acabou virando regra de etiqueta em alguns lugares. Cumprimenta-se a “todos e todas” e, depois, está-se livre para continuar falando de forma econômica.


     O tempo dirá se a sociedade mudou no rastro das palavras ou se o movimento é exatamente o inverso. Aguardemos.


(NICOLETI, Thaís. Alterar estruturas da língua pode alterar as relações sociais? Jornal Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado.) 

De acordo com o texto, o exemplo que melhor corrobora a afirmativa “Conjunto de falantes é o árbitro das mudanças linguís ticas” (subtítulo) é: 
Alternativas
Q3254447 Português
Assinale o enunciado que apresenta relação semântica de causa e consequência. 
Alternativas
Q3254446 Português

A seguir, foram transcritos fragmentos de poemas cuja temática é a Língua Portuguesa; analise-os.

I.

A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros

Vinha da boca do povo na língua errada do povo

Língua certa do povo

Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil.


     (BANDEIRA, Manuel. Evocação do Recife. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/9074/evocacao-do-recife/. Acesso em: 16/12/2024. Fragmento.)


II. 


A linguagem

na ponta da língua,

tão fácil de falar

e de entender. 


A linguagem

na superfície estrelada de letras,

sabe lá o que ela quer dizer?  


 (ANDRADE, C. D. Aula de português. Disponível em: https://www.tudoepoema.com.br/carlos-drummond-de-andrade-aula-de-portugues/. Acesso em: 16/12/2024. Fragmento.)


III.


Dê-me um cigarro

Diz a gramática

Do professor e do aluno

E do mulato sabido

Mas o bom negro e o bom branco

Da Nação Brasileira

Dizem todos os dias

Deixa disso camarada

Me dá um cigarro.


   (ANDRADE, Oswald. Pronominais. Disponível em: https://www.pensador.com/frase/NTU4NjA3/. Acesso em: 16/12/2024. Fragmento.)


IV.


Esta língua é como um elástico

que espicharam pelo mundo.

No início era tensa,

de tão clássica.


Com o tempo, se foi amaciando,

foi-se tornando romântica,

incorporando os termos nativos

e amolecendo nas folhas de bananeira

as expressões mais sisudas.


  (TELES, Gilberto Mendonça. Língua. Disponível em: https://linguisticaemfoco.wordpress.com/. Acesso em: 16/12/2024. Fragmento.)

O(s) fragmento(s) que melhor dialoga(m) com a tese defendida por Thaís Nicoleti no texto “Alterar estruturas da língua pode alterar as relações sociais?” é (são) apenas
Alternativas
Q3254445 Português

Alterar estruturas da língua pode alterar as relações sociais?


Conjunto de falantes é o árbitro das mudanças linguísticas.


        É sempre interessante observar como a língua se comporta diante das tensões que nela se refletem. De uns tempos para cá, muita gente passou a ser corrigida em público nas transmissões ao vivo na internet por uma audiência empenhada em rastrear as marcas de racismo, machismo, homofobia e demais preconceitos que estariam inscritos na língua. Não foram poucos os que passaram a monitorar não apenas a fala alheia como ____ própria, ciosos de que mudar as palavras é uma forma de mudar o mundo. Talvez seja, talvez não seja. O tempo dirá.


         Personagens de novela, que geralmente aparecem na trama fazendo merchandising de produtos, passaram a vender também as lições civilizatórias da cultura “woke”. “Nuvens negras” que anunciavam mau tempo foram substituídas por “nuvens cinza” e muitos outros exemplos foram incorporados aos scripts. Ao mesmo tempo, a ministra Anielle Franco ressaltou que termos como “caixa-preta” e “buraco negro”, que pareciam insuspeitos, também tinham uma carga de preconceito racial.


         O verbo “denegrir”, mesmo sendo usado desde o latim no sentido de manchar a reputação, foi um dos principais alvos das cartilhas de letramento racial que apareceram na internet, associado ____ cor de pele de pessoas, sempre com a advertência de que era muito importante mudar os hábitos linguísticos. A motivação é das melhores; só não sabemos ainda se isso vai contribuir, de fato, para o fim do racismo e dos demais preconceitos.


         Dia desses, ouvi uma pessoa ser corrigida em uma live ao usar a expressão “mãe solteira”, que deveria ser substituída por “mãe solo”. A explicação era que “mãe solteira” é uma expressão preconceituosa porque o estado civil não tem nada a ver com a maternidade. Perfeito. Nesse caso, talvez o ideal fosse a supressão do adjetivo: já que não se diz “mãe casada” ou “mãe viúva”, por que dizer “mãe solteira”? Bastaria dizer “mãe”.


        Outro caso interessante é o da expressão “pessoa com deficiência”, que viria substituir “deficiente”, pois nenhum ser humano deveria ser definido pela sua deficiência – o uso da palavra “pessoa” teria uma função importante na conscientização de que eventuais deficiências não impedem alguém de ter uma vida normal. De fato, mas o que se vê hoje é que a expressão foi reduzida ____ uma sigla (PcD) e lida “pê-cê-dê”. É provável que essa simplificação tenha ocorrido em razão do princípio da economia, muito importante na comunicação.


         ____ algum tempo, tribunais eleitorais vinham usando com insistência a construção “eleitores e eleitoras” e também “pessoa eleitora”. Parece que as coisas andaram mudando. Em trabalhos acadêmicos, sobretudo na área de humanidades, passou a ser “obrigatório” o uso da linguagem dita “inclusiva”, de modo que, onde se lia “os historiadores”, se passou a ler “os historiadores e as historiadoras” – e assim por diante, sempre com as duas palavras, no masculino e no feminino. No meio acadêmico, o uso se tornou comum.


        Uma coisa, porém, temos de reconhecer. Essa prática, além de tornar o texto enfadonho, é totalmente desnecessária. O motivo é muito simples: a forma “historiadores”, no masculino, generaliza as pessoas que exercem essa atividade. É a condição de “historiador” que interessa quando usamos o termo de modo geral (por exemplo, “os historiadores do século passado”), não a identidade do ser humano. O termo feminino existe para as situações em que tratamos de uma ou mais mulheres em particular (“uma historiadora do período”). Isso vale para qualquer termo que indique a função, a condição, a profissão etc., mas não vale, por óbvio, para homens e mulheres. Ninguém nunca disse os “homens aqui presentes” com o intuito de englobar “homens e mulheres”, certo?


        O problema é que não está a nosso alcance fazer uma mudança desse teor, de caráter estrutural. A língua é uma construção coletiva autogerida. É a coletividade representada pelos falantes que determina o que muda e o que não muda, o que tem cabimento e o que não tem. É fácil perceber isso no caso dos neologismos, que, quando úteis ou funcionais, passam a integrar a língua, mesmo que alguns os rejeitem por apego ___ tradição ou por outro motivo.


        O pronome “todos”, por exemplo, é um pronome indefinido que indica totalidade inclusiva (todas as pessoas). É uma das pala vras mais inclusivas da língua (ao lado de “tudo”), mas a cartilha da inclusão recomenda cumprimentar a “todos e todas”, reduzindo o alcance de “todos”, que ficaria restrito ao gênero masculino. Pode-se dizer que essa fórmula de saudação foi bem-aceita e acabou virando regra de etiqueta em alguns lugares. Cumprimenta-se a “todos e todas” e, depois, está-se livre para continuar falando de forma econômica.


     O tempo dirá se a sociedade mudou no rastro das palavras ou se o movimento é exatamente o inverso. Aguardemos.


(NICOLETI, Thaís. Alterar estruturas da língua pode alterar as relações sociais? Jornal Folha de S. Paulo, 2024. Adaptado.) 

A supressão da(s) vírgula(s) acarretará sensível alteração de sentido somente em:
Alternativas
Q3218533 Libras
No Brasil houve um movimento histórico da comunidade surda na busca pela valorização de sua língua, cultura e identidade por meio do reconhecimento legal da Língua Brasileira de Sinais (Libras). O reconhecimento legal da Libras possibilitou avanços significativos de acessibilidade, comunicação e direitos linguísticos das pessoas surdas. Com base no contexto histórico do reconhecimento legal da Libras, é correto afirmar que a Libras foi:
Alternativas
Q3218532 Libras
Considerando os Parâmetros da Língua Brasileira de Sinais (Libras), descritos por Brito (1995), bem como a semelhança entre os sinais utilizados para “TRISTE” e “EXEMPLO”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Possuem a mesma expressão facial.
( ) Possuem o mesmo movimento.
( ) Possuem o mesmo ponto de articulação.
( ) Possuem a mesma configuração de mãos.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3218531 Libras
Considere que, durante a sua atuação, o intérprete de Libras percebe que cometeu um erro ao traduzir um termo técnico importante durante a interpretação simultânea. Considerando essa situação, bem como os princípios éticos e técnicos que regem a profissão, o que deve ser feito diante da percepção de erros durante a tradução e interpretação de Libras/língua portuguesa?
Alternativas
Q3218530 Libras
Durante uma audiência pública sobre políticas de inclusão na educação, a intérprete de Libras/língua portuguesa adota diferentes estratégias para mediar o discurso entre os participantes ouvintes e surdos. Em alguns momentos, ela busca uma equivalência mais literal, enquanto, em outros, opta por adaptações culturais e pragmáticas, conforme a natureza do discurso. Tal caso prático hipotético ilustra a importância de decisões éticas na atuação do tradutor e intérprete, considerando o impacto de suas escolhas sobre a comunicação e a neutralidade profissional. Com base no caso hipotético sobre a ética na profissão de tradutor e intérprete de Libras, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3218529 Libras
O ponto de articulação é um parâmetro linguístico fundamental na Língua Brasileira de Sinais (Libras), que se refere à localização no espaço de articulação e ocupa uma posição central na análise fonológica da língua, influenciando diretamente a distinção de elementos da comunicação. Considerando os aspectos teóricos sobre o ponto de articulação em Libras, é INCORRETO afirmar que o ponto de articulação:
Alternativas
Q3218528 Libras

Observe o sinal de “País”, em Libras, apresentado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


(CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D.; MAURICIO, A. C. L. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Novo Deit-Libras. 1. ed. São Paulo: Edusp, 2013.)



De acordo com a ilustração, bem como as características linguísticas, é INCORRETO afirmar que tal sinal:

Alternativas
Q3218527 Libras
Durante uma audiência pública, um intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi solicitado para interpretar uma palestra que tratava das especificidades da identidade surda. No decorrer da interpretação, surgiram questões relacionadas à preservação da cultura surda durante a tradução. Considerando a relação entre identidade surda e o trabalho do intérprete, é correto afirmar que o respeito à identidade surda:
Alternativas
Q3218526 Libras
As expressões faciais e corporais são componentes essenciais na constituição da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Elas atuam como parâmetros linguísticos fundamentais para a modulação da estrutura sintática e semântica das sentenças. Considerando a sua adequada aplicação na comunicação, é correto afirmar que as expressões faciais e corporais na Libras:
Alternativas
Q3218525 Libras
Durante uma sessão ordinária em determinada Câmara Municipal, uma equipe de tradutores e intérpretes de Libras/língua portuguesa atua para garantir a acessibilidade comunicativa do evento. Durante o debate, os intérpretes precisam ajustar continuamente suas escolhas tradutórias conforme o tom dos discursos, o contexto político e as interações entre os vereadores e a população presente. Esse cenário ilustra o que os estudos da tradução em Libras consideram como a aplicação de uma perspectiva dialógica, que reconhece a necessidade de adaptação dinâmica e interativa na construção de significados. Sobre a perspectiva dialógica no contexto da tradução e interpretação da língua de sinais, conforme o caso hipotético apresentado, é INCORRETO afirmar que a perspectiva dialógica:
Alternativas
Respostas
41: C
42: C
43: D
44: E
45: C
46: A
47: A
48: C
49: A
50: E
51: E
52: C
53: D
54: E
55: C
56: A
57: A
58: A
59: E
60: A