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Julgue o próximo item, relativo a sequências de números reais.
Existe uma sequência (an) que é, simultaneamente, uma
progressão aritmética e uma progressão geométrica.
Julgue o próximo item, relativo a sequências de números reais.
Se (an) é uma progressão aritmética com razão q, tal que -1 < q < -1/2 , então (an) não é convergente, pois seus
termos alternam entre positivo e negativo.
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Considere-se que (an) seja uma sequência tal que a6 = 3, a7 = 5 e a9 = 12. Nesse caso, é possível estabelecer um valor para a8, de modo que os termos a6, a7,a8 e a9 estejam em progressão geométrica.
Julgue o próximo item, relativo a sequências de números reais.
Sendo Fn a sequência de Fibonacci, a sequência (bn), em que
, converge para um número maior que 1,5.
Julgue o próximo item, relativo a sequências de números reais.
Se (an) for uma sequência de números reais, de forma que a3n - a2n ≤ 1/n2 , então a sequência (an) converge.
debater situações controversas sobre a aplicação de conhecimentos da área de ciências da natureza (tais como novas tecnologias genéticas, tratamentos com células-tronco, neurotecnologias, tecnologias de defesa, estratégias de controle de pragas etc.), considerando aspectos legais e éticos, privilegiando a argumentação consistente e responsável e respeitando os diferentes pontos de vista.
algumas habilidades relacionadas à sustentabilidade ambiental, qualidade de vida e condições de saúde da população, mas nenhuma relacionada às tecnologias de vanguarda, como inteligência artificial, nanotecnologia, novos materiais e comportamentos incomuns dos estados exóticos da matéria.
Para além da verificação de erros e acertos dos estudantes e, consequentemente, da atribuição de valor à sua apreensão de conhecimento, a avaliação de aprendizagem visa, também e principalmente, identificar aspectos que devam ser melhorados no processo de ensino e aprendizagem.
Para os teóricos da avaliação de aprendizagem, avaliação e exame são sinônimos.
Para se diluir ácidos concentrados, deve-se adicionar a água ao ácido lentamente e sob agitação.
Em laboratórios de ensino, deve-se evitar utilizar certas substâncias químicas, tais como hidrazina, hidroxilamina e alguns peróxidos, que podem sofrer decomposição espontânea de forma explosiva, induzida por aquecimento, catalisadores ou um simples toque mecânico.
O aquecimento de solventes inflamáveis (em operações de refluxo, destilação, extração, evaporação etc.) deve ser efetuado em banho de água ou banho de óleo, devendo ser evitado para tal o uso de chama aberta ou placa de aquecimento elétrica.
A abordagem construtivista propõe que o aluno participe de forma ativa do seu próprio processo de aprendizado, por meio de pesquisa em grupo, experimentação, desenvolvimento do raciocínio, estímulo à geração de problematizações, formulação de hipóteses e solução de dúvidas.
No construtivismo, o professor não é visto como um simples detentor e transmissor do conhecimento, mas principalmente como um mediador que auxilia, dá suporte e estimula os alunos na construção de seus próprios conhecimentos. Os alunos, por sua vez, são vistos como sujeitos ativos nesse processo.
No ensino de química, é sempre recomendável a abordagem da aula expositiva, preferencialmente utilizando-se recursos tecnológicos, como apresentações com projetores.
Tanto nas atividades teóricas como nas experimentais, é imperativo que o professor resolva os problemas para os alunos e mostre a eles que só existe uma resolução possível para cada problema.
Para que as atividades experimentais de química tenham sucesso, é fundamental que a escola detenha espaço físico e condições materiais adequadas para a execução dessas atividades, como um laboratório dotado de diversas substâncias químicas puras e equipamentos adequados para a realização dos experimentos, tais como vidrarias, materiais plásticos, porcelanas, ferragens, balança, estufa, banho-maria e placa de agitação magnética com aquecimento, entre outros.
É consenso entre os especialistas de ensino experimental de ciências que as observações e experimentações dos alunos devem ser livres, ou seja, não sujeitas a ideias apriorísticas.
A resolução de problemas é uma estratégia que contempla a estruturação de atividades de laboratório como investigações ou problemas práticos que o educando deve resolver. Essa estratégia só admite problemas fechados, em que os procedimentos e os recursos são dados pelo professor, cabendo ao aluno a tarefa de tirar suas conclusões.
As tendências teórico-metodológicas modernas para as estratégias de ensino de química incluem: resolução de problemas, relações ciência, tecnologia e sociedade (CTS), linguagem e comunicação em sala de aula, modelos e analogias, concepções espontâneas e conflito cognitivo, aulas experimentais e laboratoriais, uso de novas tecnologias na educação, entre outras.