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Q3972766 Odontologia
Uma vez que, em cavidades profundas, se perde o efeito protetor da dentina contra as lesões pulpares, faz-se necessário o uso de materiais com características específicas para proteger o complexo dentinopulpar. Nesse contexto e levando em consideração que estes materiais podem ser indicados como selamento, forramento ou base, analise as afirmativas a seguir relacionadas às indicações desses materiais:
I.O cimento de hidróxido de cálcio é indicado como forramento antes de uma restauração.
II.Os sistemas adesivos são indicados como selamento antes de uma restauração em resina composta.
III.O cimento de ionômero de vidro é indicado como forramento antes de uma restauração em resina composta.
IV.O cimento de agregado trióxido mineral (MTA) é indicado como selamento antes de uma restauração em resina composta.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3972765 Odontologia
Analise as afirmativas a seguir relacionadas às funções de instrumentos odontológicos:
I.O calcador endodôntico é usado para auxiliar na condensação vertical da guta-percha no canal.
II.O calcador serrilhado é usado para alargar as paredes internas do canal.
III.Calcadores ou condensadores lisos são usados para compactar amálgama no preparo cavitário.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3972764 Odontologia
A cárie dentária é uma doença complexa causada pelo desequilíbrio no balanço entre o mineral do dente e o fluido do biofilme dentário. Em relação às características clínicas das lesões de cárie, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3972763 Odontologia
"Algumas glândulas se desenvolvem anexas ao trajeto das cavidades e do tubo digestório e exercem a função nos processos digestivos por meio da ação de seu produto. As glândulas ________________________ são divididas em maiores e menores e estão presentes em diferentes animais. As menores, presentes na mucosa e na submucosa ficam localizadas na língua, no assoalho bucal, no palato, na bochecha e nos lábios e se abrem diretamente na boca por pequenos ductos."
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto: 
Alternativas
Q3972762 Odontologia
Considere o "método dos dois dígitos", usado comumente pelos cirurgiões dentistas para identificar os dentes de forma eficiente e rápida durante um exame físico intrabucal e analise as afirmativas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O primeiro dígito se refere ao quadrante e o segundo à ordem do dente no quadrante.
(__)O primeiro dígito se refere à ordem do dente no quadrante e o segundo ao quadrante.
(__)Os quadrantes da dentadura permanente recebem os números de 1 a 4 e os da dentadura decídua, de 5 a 8.
(__)Os algarismos de 1 a 8 são usados para identificar os dentes decíduos e 1 a 5 os dentes permanentes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3972761 Odontologia
Os resíduos gerados nos serviços odontológicos podem ser classificados em biológicos, químicos, perfurocortantes ou escarificantes e comuns. Analise as afirmativas que tratam do manejo desses resíduos e assinale a correta:
Alternativas
Q3972760 Odontologia
A cureta é um instrumento manual de uso comum na Periodontia e é composto por três partes. Analise a imagem a seguir e assinale a alternativa correta, que relaciona respectivamente os nomes das três partes do instrumento, indicadas por A, B, C: 
8.png (373×113)
Alternativas
Q3972759 Odontologia
Nos dentes permanentes, é possível verificar uma eminênica linear que une cúspides, interrompendo um sulco principal. Os melhores exemplos são aquelas do primeiro premolar inferior e do primeiro molar superior. Assinale a alternativa que contém a resposta correta referente ao detalhe anatômico acima descrito:
Alternativas
Q3972758 Odontologia
Avaliando a relação risco/benefício quanto ao emprego dos raios X, admite-se que eles podem e devem ser utilizados desde que devidamente controlados e tomando-se as devidas precauções. Em relação aos métodos de proteção do paciente e do operador, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3972756 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica 

Mesmo sendo maioria na graduação e pós, pesquisadoras enfrentam hiperprodutividade, penalizações por parentalidade e avaliações quantitativas que ignoram contextos.

O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços. Quantas somos, onde estamos, o quanto avançamos. Esses números importam e continuam sendo necessários. Eles revelam desigualdades persistentes e ajudam a sustentar reivindicações por políticas públicas. Mas há um limite para o que esses dados, sozinhos, conseguem explicar. Saber quantas mulheres e meninas estão na ciência não nos diz, por si só, como a ciência opera para produzir essas distribuições nem quais mecanismos sustentam essas trajetórias ao longo do tempo. 

Desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas

A presença de mulheres na ciência é frequentemente tratada como um problema de volume. Mais acesso, mais permanência, mais representatividade. Essa lógica pressupõe que o principal desafio seja aumentar números. No entanto, quando observamos com atenção as experiências concretas de mulheres e meninas na ciência, o que aparece não é apenas uma questão de quantidade, mas de forma. Não apenas quem entra ou quem sai, mas como a ciência é vivida enquanto se entra, enquanto se tenta permanecer e enquanto se decide seguir ou não.

O acesso à ciência nunca foi distribuído de maneira homogênea. Ele é atravessado por desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas que se constroem muito antes da universidade.[...] Mesmo quando o acesso formal se amplia, isso não significa que as condições para seguir na ciência estejam garantidas. No Brasil, mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação, mas essa presença numérica convive com assimetrias importantes.

Há diferenças persistentes entre áreas do conhecimento, além da perda significativa das mulheres ao longo da carreira. A ciência se organiza como um percurso longo, cumulativo e altamente seletivo. Avaliações sucessivas, prazos rígidos, métricas quantitativas e expectativas de produtividade contínua operam como filtros permanentes. O chamado efeito tesoura não é apenas um gráfico que mostra menos mulheres nos níveis mais altos da carreira. Ele expressa um sistema que desgasta progressivamente e no qual a exclusão acontece por acúmulo.

Muitas trajetórias não são interrompidas por um único evento, mas por um conjunto de pequenas penalizações que tornam a permanência cada vez mais custosa. Além disso, desigualdades de raça e deficiência são presentes e gritantes. Mulheres negras e indígenas seguem sub representadas na ciência, especialmente nos espaços de maior poder e prestígio. Pessoas com deficiência, em especial mulheres, permanecem quase invisíveis nesses espaços. Essas desigualdades são resultados de um sistema que molda quem consegue chegar e em que condições.

É nesse ponto que os números deixam de ser suficientes como explicação. A saída de mulheres da carreira científica não pode ser compreendida como resultado de menor dedicação ou menor capacidade. Análises longitudinais indicam que, em muitos casos, mulheres apresentam trajetórias produtivas e impacto acadêmico semelhantes aos de homens que permanecem. Ainda assim, elas deixam a carreira em proporções maiores. [...] 

O modelo dominante de excelência científica foi construído a partir da ideia de disponibilidade contínua, produção constante e trajetórias lineares. Interrupções são tratadas como desvios. Ritmos diferentes são interpretados como falta de comprometimento. A valorização da hiperprodutividade se combina com avaliações cada vez mais quantitativas, que tendem a desconsiderar contextos e transformar desigualdades estruturais em diferenças individuais de desempenho. Esse modelo favorece quem consegue sustentar longas jornadas de trabalho e quem não precisa negociar permanentemente sua legitimidade dentro das instituições.

[...]

Se quisermos ir além do que os números já nos mostram, é preciso deslocar a pergunta. Não apenas quantas mulheres e meninas estão na ciência, mas quais trajetórias são valorizadas? Que vidas são consideradas compatíveis com a prática científica? Que custos são naturalizados em nome da "excelência"?

Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar. 

(Disponível em:
https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/02/11/ciencia-e-desigualdadecustos-invisiveis-e-efeito-tesoura-afastam-mulheres-da-carreira-cientifica.ghtml. Acesso em: 23 fev. 2026. Adaptado.)
Após a leitura atenta do texto e da mobilização de conhecimentos, analise as sentenças a seguir:
I.Mais do que quantificar o número de mulheres na ciência, é preciso compreender como a ciência opera para produzir a distribuição das presenças de homens e mulheres e quais mecanismos sustentam essas trajetórias ao longo do tempo.
II.O acesso à ciência, que não é homogêneo, está marcado por desigualdades diversas que não se limitam à vida na universidade, mas que são construídas desde muito antes de uma pessoa ingressar esse espaço de conhecimento.
III.Segundo a reflexão, há um modelo de excelência científica que domina o contexto da ciência. Esse modelo valoriza o sujeito altamente produtivo, desconsiderando contextos e favorecendo quem consegue estar disponível para longas jornadas de trabalho.
De acordo com o texto, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3972755 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica 

Mesmo sendo maioria na graduação e pós, pesquisadoras enfrentam hiperprodutividade, penalizações por parentalidade e avaliações quantitativas que ignoram contextos.

O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços. Quantas somos, onde estamos, o quanto avançamos. Esses números importam e continuam sendo necessários. Eles revelam desigualdades persistentes e ajudam a sustentar reivindicações por políticas públicas. Mas há um limite para o que esses dados, sozinhos, conseguem explicar. Saber quantas mulheres e meninas estão na ciência não nos diz, por si só, como a ciência opera para produzir essas distribuições nem quais mecanismos sustentam essas trajetórias ao longo do tempo. 

Desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas

A presença de mulheres na ciência é frequentemente tratada como um problema de volume. Mais acesso, mais permanência, mais representatividade. Essa lógica pressupõe que o principal desafio seja aumentar números. No entanto, quando observamos com atenção as experiências concretas de mulheres e meninas na ciência, o que aparece não é apenas uma questão de quantidade, mas de forma. Não apenas quem entra ou quem sai, mas como a ciência é vivida enquanto se entra, enquanto se tenta permanecer e enquanto se decide seguir ou não.

O acesso à ciência nunca foi distribuído de maneira homogênea. Ele é atravessado por desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas que se constroem muito antes da universidade.[...] Mesmo quando o acesso formal se amplia, isso não significa que as condições para seguir na ciência estejam garantidas. No Brasil, mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação, mas essa presença numérica convive com assimetrias importantes.

Há diferenças persistentes entre áreas do conhecimento, além da perda significativa das mulheres ao longo da carreira. A ciência se organiza como um percurso longo, cumulativo e altamente seletivo. Avaliações sucessivas, prazos rígidos, métricas quantitativas e expectativas de produtividade contínua operam como filtros permanentes. O chamado efeito tesoura não é apenas um gráfico que mostra menos mulheres nos níveis mais altos da carreira. Ele expressa um sistema que desgasta progressivamente e no qual a exclusão acontece por acúmulo.

Muitas trajetórias não são interrompidas por um único evento, mas por um conjunto de pequenas penalizações que tornam a permanência cada vez mais custosa. Além disso, desigualdades de raça e deficiência são presentes e gritantes. Mulheres negras e indígenas seguem sub representadas na ciência, especialmente nos espaços de maior poder e prestígio. Pessoas com deficiência, em especial mulheres, permanecem quase invisíveis nesses espaços. Essas desigualdades são resultados de um sistema que molda quem consegue chegar e em que condições.

É nesse ponto que os números deixam de ser suficientes como explicação. A saída de mulheres da carreira científica não pode ser compreendida como resultado de menor dedicação ou menor capacidade. Análises longitudinais indicam que, em muitos casos, mulheres apresentam trajetórias produtivas e impacto acadêmico semelhantes aos de homens que permanecem. Ainda assim, elas deixam a carreira em proporções maiores. [...] 

O modelo dominante de excelência científica foi construído a partir da ideia de disponibilidade contínua, produção constante e trajetórias lineares. Interrupções são tratadas como desvios. Ritmos diferentes são interpretados como falta de comprometimento. A valorização da hiperprodutividade se combina com avaliações cada vez mais quantitativas, que tendem a desconsiderar contextos e transformar desigualdades estruturais em diferenças individuais de desempenho. Esse modelo favorece quem consegue sustentar longas jornadas de trabalho e quem não precisa negociar permanentemente sua legitimidade dentro das instituições.

[...]

Se quisermos ir além do que os números já nos mostram, é preciso deslocar a pergunta. Não apenas quantas mulheres e meninas estão na ciência, mas quais trajetórias são valorizadas? Que vidas são consideradas compatíveis com a prática científica? Que custos são naturalizados em nome da "excelência"?

Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar. 

(Disponível em:
https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/02/11/ciencia-e-desigualdadecustos-invisiveis-e-efeito-tesoura-afastam-mulheres-da-carreira-cientifica.ghtml. Acesso em: 23 fev. 2026. Adaptado.)
Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O texto em análise é um artigo de opinião em que, quem o escreveu, expõe seu ponto de vista a respeito da presença e permanência de mulheres na ciência, argumentando em torno do fato de que apenas pensar em acesso à ciência não é suficiente, é preciso analisar o contexto de acesso e também de permanência.
(__)Apesar de não haver indicativo de quem escreveu o texto, marcas linguísticas ao longo da reflexão possibilitam ao(à) leitor(a) identificar essa autoria como sendo feminina.
(__)O texto foi construído com título, subtítulo e corpo do texto. O subtítulo, neste caso, é desnecessário porque ele não cumpre sua função principal que é ampliar as informações contidas no título, logo, não retém o leitor, nem o conduz à leitura do texto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3972753 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Ciência e desigualdade: custos invisíveis e efeito tesoura afastam mulheres da carreira científica 

Mesmo sendo maioria na graduação e pós, pesquisadoras enfrentam hiperprodutividade, penalizações por parentalidade e avaliações quantitativas que ignoram contextos.

O dia 11 de fevereiro, Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, costuma ser marcado por balanços. Quantas somos, onde estamos, o quanto avançamos. Esses números importam e continuam sendo necessários. Eles revelam desigualdades persistentes e ajudam a sustentar reivindicações por políticas públicas. Mas há um limite para o que esses dados, sozinhos, conseguem explicar. Saber quantas mulheres e meninas estão na ciência não nos diz, por si só, como a ciência opera para produzir essas distribuições nem quais mecanismos sustentam essas trajetórias ao longo do tempo. 

Desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas

A presença de mulheres na ciência é frequentemente tratada como um problema de volume. Mais acesso, mais permanência, mais representatividade. Essa lógica pressupõe que o principal desafio seja aumentar números. No entanto, quando observamos com atenção as experiências concretas de mulheres e meninas na ciência, o que aparece não é apenas uma questão de quantidade, mas de forma. Não apenas quem entra ou quem sai, mas como a ciência é vivida enquanto se entra, enquanto se tenta permanecer e enquanto se decide seguir ou não.

O acesso à ciência nunca foi distribuído de maneira homogênea. Ele é atravessado por desigualdades educacionais, econômicas, territoriais e simbólicas que se constroem muito antes da universidade.[...] Mesmo quando o acesso formal se amplia, isso não significa que as condições para seguir na ciência estejam garantidas. No Brasil, mulheres são maioria na graduação e na pós-graduação, mas essa presença numérica convive com assimetrias importantes.

Há diferenças persistentes entre áreas do conhecimento, além da perda significativa das mulheres ao longo da carreira. A ciência se organiza como um percurso longo, cumulativo e altamente seletivo. Avaliações sucessivas, prazos rígidos, métricas quantitativas e expectativas de produtividade contínua operam como filtros permanentes. O chamado efeito tesoura não é apenas um gráfico que mostra menos mulheres nos níveis mais altos da carreira. Ele expressa um sistema que desgasta progressivamente e no qual a exclusão acontece por acúmulo.

Muitas trajetórias não são interrompidas por um único evento, mas por um conjunto de pequenas penalizações que tornam a permanência cada vez mais custosa. Além disso, desigualdades de raça e deficiência são presentes e gritantes. Mulheres negras e indígenas seguem sub representadas na ciência, especialmente nos espaços de maior poder e prestígio. Pessoas com deficiência, em especial mulheres, permanecem quase invisíveis nesses espaços. Essas desigualdades são resultados de um sistema que molda quem consegue chegar e em que condições.

É nesse ponto que os números deixam de ser suficientes como explicação. A saída de mulheres da carreira científica não pode ser compreendida como resultado de menor dedicação ou menor capacidade. Análises longitudinais indicam que, em muitos casos, mulheres apresentam trajetórias produtivas e impacto acadêmico semelhantes aos de homens que permanecem. Ainda assim, elas deixam a carreira em proporções maiores. [...] 

O modelo dominante de excelência científica foi construído a partir da ideia de disponibilidade contínua, produção constante e trajetórias lineares. Interrupções são tratadas como desvios. Ritmos diferentes são interpretados como falta de comprometimento. A valorização da hiperprodutividade se combina com avaliações cada vez mais quantitativas, que tendem a desconsiderar contextos e transformar desigualdades estruturais em diferenças individuais de desempenho. Esse modelo favorece quem consegue sustentar longas jornadas de trabalho e quem não precisa negociar permanentemente sua legitimidade dentro das instituições.

[...]

Se quisermos ir além do que os números já nos mostram, é preciso deslocar a pergunta. Não apenas quantas mulheres e meninas estão na ciência, mas quais trajetórias são valorizadas? Que vidas são consideradas compatíveis com a prática científica? Que custos são naturalizados em nome da "excelência"?

Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar. 

(Disponível em:
https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2026/02/11/ciencia-e-desigualdadecustos-invisiveis-e-efeito-tesoura-afastam-mulheres-da-carreira-cientifica.ghtml. Acesso em: 23 fev. 2026. Adaptado.)

Leia o excerto a seguir, que se trata da conclusão do texto:


"Neste 11 de fevereiro, nosso desafio não está apenas em produzir novos balanços, mas sim em questionar os modos de funcionamento que fazem com que esses balanços se repitam ano após ano. Repensar a ciência a partir das experiências de mulheres e meninas não é apenas uma questão de equidade. É uma forma de ampliar o próprio horizonte do conhecimento científico, tornando a ciência mais atenta às realidades sociais que ela própria pretende compreender e transformar."


Analise as sentenças a seguir:


I.Ao usar o pronome demonstrativo "este", referindo-se ao 11 de fevereiro, quem escreveu o texto situou o leitor temporalmente, deixando claro que se tratava desse dia em 2026, data em que o texto foi publicado por ocasião de se comemorar o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. Desse modo, há um contraponto com o 1º parágrafo, que se refere à data de modo geral, ou seja, a data em todos os anos.


II.No trecho sublinhado, tem-se uma relação de oposição, instaurada pela conjunção "mas", que é exclusivamente adversativa. 


III.Considerando toda a discussão proposta no texto, na conclusão pode-se inferir que, para produzir novos balanços, é preciso repensar a ciência também a partir da experiência de mulheres e meninas que vivem o ambiente acadêmico-científico.


É correto o que se afirma e

Alternativas
Q3653894 Ética na Administração Pública
De acordo com a teoria ética da responsabilidade, os agentes devem priorizar as consequências das decisões e ações ao invés de aplicar ordenamentos previamente estabelecidos. Considere as afirmativas relacionadas às características desta teoria apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)O processo de tomada de decisão é dedutivo, partindo de princípios gerais para casos específicos.
(__)A análise situacional inclui o conhecimento das circunstâncias vigentes e o rastreamento das implicações de cenários possíveis.
(__)A teoria fundamenta-se na expectativa de alcançar consequências valiosas com fins universalistas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3653893 Áudio e Vídeo
Para a produção e captação de uma boa fotografia, tão importante quanto a câmera fotográfica é a escolha da objetiva adequada, capaz de transformar uma cena comum em uma imagem extraordinária. Sobre as objetivas, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3653892 Áudio e Vídeo
Leia o texto a seguir:

"A fotografia foi um importante recurso tecnológico no início do século XX, quando as primeiras instituições de pesquisa brasileiras foram criadas. Oswaldo Cruz foi um dos introdutores da fotografia científica. O cientista, ou 'Dr. Fotógrafo' para seus alunos, carregava sempre uma câmera fotográfica a tiracolo.
Muito atraído pela fotografia, Oswaldo Cruz foi mais um que aderiu a febre da estereoscopia na época. Com sua câmera, registrou centenas de imagens caseiras, viagens e exposições científicas. Para a biblioteca do Instituto Oswaldo Cruz, selecionou livros e periódicos dedicados à técnica da fotografia e aos seus usos nos campos médico e científico.
Nos primeiros anos em que trabalhou em Manguinhos, era o próprio o responsável por fotografar as atividades do Instituto. Anos mais tarde, destinou espaço no Castelo Mourisco, edifício sede da Fundação Oswaldo Cruz, para instalar um gabinete fotográfico e cinematográfico. Neste gabinete, desenhistas, fotógrafos e cartógrafos produziram centenas de trabalhos de macro e microfotografia que ilustravam as pesquisas da nova instituição.
O Dr. Fotógrafo multiplicou-se em milhares de cientistas-fotógrafos. Atualmente, a fotografia está incorporada aos currículos de pós-graduação em biologia. Disciplinas sobre fotomicrografia, iluminação, princípios de óptica eletrônica, resolução, formação de imagem com o uso de elétrons, interpretação de imagens e outras técnicas são frequentes em muitos outros cursos."

(Fonte: Museu da Vida - Fiocruz. Disponível em: https://www.museudavida.fiocruz.br/index.php/noticias/1961-objeto-emfoco-visor-estereoscopico. Acesso em 09 jul. 2025.)

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3653891 Áudio e Vídeo
Na fotografia digital, o gerenciamento das cores é uma tarefa de grande importância, em especial na fotografia publicitária. Sobre o controle de cores e o balanço de brancos, analise as afirmações a seguir:

I.O conta-gotas da seção de equilíbrio de brancos do Lightroom apresenta uma leitura em porcentagem das cores ciano, magenta e amarelo, permitindo verificar com precisão se a cor clicada está neutra.
II.No aplicativo Lightroom, a neutralização de invasões de cores deve ser feita utilizando o conta-gotas da seção de equilíbrio de brancos, que deve clicar em uma área cinza da foto.
III.Para capturar uma imagem com tom quente utilizando luz natural, pode-se ajustar o balanço de brancos da câmera digital para a opção "luz de tungstênio", também chamada de "incandescente" em alguns dispositivos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3653890 Áudio e Vídeo
As afirmações a seguir tratam do flash eletrônico. Analise-as:

I.Para capturar apenas a luz do flash em um fotografia, deve-se utilizar a velocidade de sincronismo da câmera.
II.A luz do flash de estúdio deve ser medida com um fotômetro externo, também chamado de flashmeter , pois o fotômetro da câmera só pode medir luz contínua.
III.Para produzir uma fotografia com luz suave, isto é, sombras pouco definidas e cena menos contrastada, deve-se utilizar acessórios para espalhar a luz, como sombrinhas e soft-box , por exemplo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3653889 Áudio e Vídeo
A sensibilidade ISO, também chamada velocidade ISO, é a capacidade do sensor eletrônico da câmera digital de fornecer uma resposta definida para um determinado nível de iluminação. Os fotógrafos usam essa informação para determinar as condições de exposição. Para ser facilmente compreendida pelos fotógrafos, a sensibilidade ISO das câmeras digitais é apresentada de forma semelhante à sensibilidade ISO das câmeras de filme fotográfico. Assim, em condições de baixa luminosidade, um fotógrafo aumenta o número ISO de sua câmera digital para obter uma exposição adequada. Considerando os efeitos técnicos dessa ação, assinale a alternativa a seguir que descreve corretamente uma consequência direta do aumento do ISO em sensores digitais contemporâneos do tipo APS-C:
Alternativas
Q3653888 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir, sobre aplicativos de edição de imagens, e marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)No aplicativo Adobe Lightroom (LR), a tecla de atalho para inserir a grade de corte no módulo Revelação é "t", de types of crop.
(__)No aplicativo Adobe Lightroom, no painel HSL/Cor/P&B, HSL significa High Saturation Level, permitindo controlar com bastante precisão as cores da fotografia.
(__)Uma das diferenças entre o Photoshop e o Lightroom é que o primeiro permite trabalhar com camadas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3653887 Física
De acordo com as noções fundamentais sobre as objetivas e seu papel na construção da imagem fotográfica, analise as sentenças a seguir:

I.A abertura de diafragma, ou número f, representa o tamanho da abertura da lente, permitindo controlar a entrada de luz e a profundidade de campo na fotografia. Quanto maior o número f, mais luz entra na câmera fotográfica e maior profundidade de campo na fotografia.
II.Quanto menor a distância da câmera com relação ao objeto focalizado, menor a profundidade de campo da fotografia.
III.O número f é a razão entre a distância focal da objetiva e o diâmetro efetivo da abertura do diafragma.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
381: D
382: D
383: E
384: A
385: D
386: B
387: E
388: A
389: C
390: B
391: A
392: D
393: E
394: C
395: D
396: B
397: E
398: C
399: C
400: D