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Ao exame físico: frequência respiratória: 68 irpm, taquicardia, enchimento capilar 5 segundos, extremidades frias e leve distensão abdominal. Glicemia capilar: 40 mg/dL; Leucograma: leucócitos 9.000/mm3 (com 15% bastões); PCR: 22 mg/L; Hemocultura coletada.
Com base nos dados apresentados, é correto afirmar que o diagnóstico provável e a conduta inicial indicada são:
Frente ao exposto, qual o diagnóstico provável e a conduta inicial recomendada?
Nesse momento, segundo as Diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a próxima conduta indicada?
Recém-nascido, sexo feminino, idade gestacional de 39 semanas, parto cesáreo por sofrimento fetal agudo. Ao nascimento, o recém-nascido está flácido, não respira e apresenta coloração cianótica. É posicionada sob fonte de calor, seca e estimulada, sem melhora. Iniciada ventilação com pressão positiva (VPP) em ar ambiente (FiO2 21%) com máscara bem ajustada. Após 30 segundos de VPP eficaz, observa-se: frequência cardíaca: 50 bpm; saturação pré-ductal: 68%; expansão torácica visível.
Considerando o quadro clínico apresentado e as Diretrizes de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria, a próxima conduta a ser realizada é
O medicamento que mais provavelmente trará maior benefício e esse paciente é a
Uma vez optado por tratamento farmacológico, a medicação de escolha é
Homem de 50 anos é internado com quadro de tosse há duas semanas, com expectoração clara associada a febre, anorexia e mal-estar. Não há antecedente mórbido, mas é fumante atual de vinte cigarros por dia há vinte anos. Ao exame físico: SatO2: 91% em ar ambiente; taquipneico; há sibilos bilaterais leves à ausculta. Exames séricos à chegada: proteína C reativa: 170 mg/L (normal: até 10); hemoglobina: 11,7 g/dL; neutrófilos: 24.000/mm3. A radiografia de tórax do paciente na admissão é mostrada a seguir:

No quinto dia de internação, a hemoglobina é 6,7 g/dL (normocrômico e normocítico). O esfregaço sanguíneo mostra acentuada aglutinação de hemácias com esferócitos, policromasia e hemácias nucleadas. Demais exames séricos: reticulócitos: 10%; lactato desidrogenase: 910 U/L; bilirrubina direta: 3,7 mg/dL; teste de antiglobulina direta é fortemente positivo (4+) para anti-C3d, mas negativo para anti-IgG.
Com esses dados descritos, qual é a principal hipótese diagnóstica?
Além da ceftriaxona, o agente antibacteriano que deve ser administrado é
Para essa paciente, a conduta correta é
Qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?
Constitui a próxima conduta correta:
Constitui a causa mais provável para o quadro dessa paciente:
Nesse momento, a conduta de escolha é
Mulher de 72 anos é atendida em consulta de retorno. O histórico é positivo para tabagismo de 25 anos-maço e DPOC (grau 3; grupo B). Recentemente, ela teve pneumonia com infiltrado persistente no lobo inferior direito observado na radiografia de tórax. A paciente foi tratada com antibiótico. Seu peso permaneceu estável, e ela não apresentou febre ou sudorese noturna. Após seis semanas, uma radiografia de tórax de acompanhamento não apresentou alterações. Uma tomografia é então realizada e mostrada a seguir (a parte sólida do nódulo é de 7 mm):

Quanto a essa paciente, o próximo passo mais apropriado é
Além do desbridamento cirúrgico de emergência, qual é o regime antibiótico parenteral de escolha?
Nesse momento, o próximo passo mais apropriado é
Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2 : 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:

Considerando a principal hipótese diagnóstica, o próximo passo mais apropriado no manejo desse paciente é
Quanto a esse paciente, a estratégia de longo prazo mais apropriada para prevenção secundária de AVC é
Constitui a explicação mais provável para os achados laboratoriais descritos: