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Q3632500 Noções de Informática

Quanto ao uso de webmails, ao armazenamento em nuvem e às noções de vírus, worms e pragas virtuais, julgue o item seguinte.

Uma característica dos webmails é que, ao excluir uma mensagem, ela é permanentemente apagada dos servidores e não pode mais ser recuperada.

Alternativas
Q3632499 Noções de Informática

Acerca do Google Workspace, dos sistemas operacionais móveis Android e iOS e das ferramentas e aplicativos de Internet e intranet, julgue o item a seguir.

As intranets são redes internas utilizadas em organizações e empresas, e podem disponibilizar ferramentas como comunicadores internos, repositórios de arquivos e agendas corporativas.

Alternativas
Q3632498 Noções de Informática

Acerca do Google Workspace, dos sistemas operacionais móveis Android e iOS e das ferramentas e aplicativos de Internet e intranet, julgue o item a seguir.

O sistema operacional Android, por padrão, só permite a instalação de aplicativos pela Play Store e impede completamente a instalação de arquivos APK externos.

Alternativas
Q3632497 Noções de Informática

Acerca do Google Workspace, dos sistemas operacionais móveis Android e iOS e das ferramentas e aplicativos de Internet e intranet, julgue o item a seguir.

O sistema iOS, utilizado em iPhones, é conhecido por seu ambiente mais fechado e restritivo, exigindo‑se normalmente a App Store como fonte oficial de aplicativos.

Alternativas
Q3632496 Noções de Informática

Acerca do Google Workspace, dos sistemas operacionais móveis Android e iOS e das ferramentas e aplicativos de Internet e intranet, julgue o item a seguir.

No Google Planilhas, a função =SE(ÉERROS(A1/A2); “Erro”; A1/A2) identifica qualquer tipo de erro na divisão entre as células A1 e A2, substituindo por “Erro” apenas se o resultado for zero.

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Q3632495 Noções de Informática
Acerca do Google Workspace, dos sistemas operacionais móveis Android e iOS e das ferramentas e aplicativos de Internet e intranet, julgue o item a seguir. No Google Docs, é possível editar um documento simultaneamente com outras pessoas em tempo real, desde que o arquivo esteja salvo no Google Drive e compartilhado com elas.
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Q3632494 Matemática

Em uma pesquisa a respeito de pizza favorita, apresentada em gráfico de setores, constatou‑se que marguerita corresponde a 30% das preferências, calabresa a 25%, 4 queijos a 20% e portuguesa a 15%, sendo que 24 entrevistados elegeram napolitana, e cada participante indicou apenas uma opção.


Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

A probabilidade de um entrevistado ter escolhido portuguesa, sabendo‑se que não optou por calabresa, é igual a 25%.

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Q3632493 Matemática

Em uma pesquisa a respeito de pizza favorita, apresentada em gráfico de setores, constatou‑se que marguerita corresponde a 30% das preferências, calabresa a 25%, 4 queijos a 20% e portuguesa a 15%, sendo que 24 entrevistados elegeram napolitana, e cada participante indicou apenas uma opção.


Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

O grau da fatia de portuguesa corresponde a 54° no gráfico de setores.

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Q3632492 Matemática

Em uma pesquisa a respeito de pizza favorita, apresentada em gráfico de setores, constatou‑se que marguerita corresponde a 30% das preferências, calabresa a 25%, 4 queijos a 20% e portuguesa a 15%, sendo que 24 entrevistados elegeram napolitana, e cada participante indicou apenas uma opção.


Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

A probabilidade de, ao escolher aleatoriamente um dos entrevistados, ser alguém que preferiu marguerita ou napolitana é de 2/5.

Alternativas
Q3632491 Matemática

Em uma pesquisa a respeito de pizza favorita, apresentada em gráfico de setores, constatou‑se que marguerita corresponde a 30% das preferências, calabresa a 25%, 4 queijos a 20% e portuguesa a 15%, sendo que 24 entrevistados elegeram napolitana, e cada participante indicou apenas uma opção.


Com base nessa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

O número de entrevistados que escolheram calabresa foi igual a 72.

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Q3632490 Raciocínio Lógico
Admitindo‑se que as proposições “Amanda é namorada de Bruno se, e somente se, Carlos é namorado de Denise” e “Carlos não é namorado de Denise se, e somente, se Eduarda não é namorada de Felipe” são verdadeiras, julgue o item seguinte. A negação de “Amanda é namorada de Bruno se, e somente se, Carlos é namorado de Denise” é “Ou Amanda é namorada de Bruno, ou Carlos é namorado de Denise.
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Q3632489 Raciocínio Lógico
Admitindo‑se que as proposições “Amanda é namorada de Bruno se, e somente se, Carlos é namorado de Denise” e “Carlos não é namorado de Denise se, e somente, se Eduarda não é namorada de Felipe” são verdadeiras, julgue o item seguinte. A proposição “Carlos é namorado de Denise se, e somente se, Eduarda é namorada de Felipe” é falsa.
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Q3632488 Raciocínio Lógico
Admitindo‑se que as proposições “Amanda é namorada de Bruno se, e somente se, Carlos é namorado de Denise” e “Carlos não é namorado de Denise se, e somente, se Eduarda não é namorada de Felipe” são verdadeiras, julgue o item seguinte. Se a proposição “Amanda é namorada de Bruno” for verdadeira, concluir‑se‑á que a proposição “Eduarda é namorada de Felipe” também é verdadeira.
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Q3632487 Matemática

Em um combate a um foco de incêndio, um carro‑pipa lança água a uma vazão constante de 200 litros em 10 minutos, e outro carro‑pipa lança água a uma vazão constante de 300 litros em 12 minutos.


Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 

Se ambos operarem juntos, em 5 minutos, lançarão 225 litros de água.

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Q3632486 Matemática

Em um combate a um foco de incêndio, um carro‑pipa lança água a uma vazão constante de 200 litros em 10 minutos, e outro carro‑pipa lança água a uma vazão constante de 300 litros em 12 minutos.


Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 

O segundo carro‑pipa, sozinho, lança em 15 minutos mais água que o primeiro em 20 minutos.

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Q3632485 Matemática

Em um combate a um foco de incêndio, um carro‑pipa lança água a uma vazão constante de 200 litros em 10 minutos, e outro carro‑pipa lança água a uma vazão constante de 300 litros em 12 minutos.


Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 

Se o segundo carro‑pipa operar sozinho, ele precisará de 8 minutos para lançar 200 litros de água.

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Q3632484 Português
        O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias foi registrado em Casa Grande & Senzala, obra‑prima do sociólogo Gilberto Freyre (1933). Nela, Freyre refere‑se às condições de nutrição no Brasil colonial: “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII. Nas cidades, era péssima e escassa.”.
        A monocultura da cana‑de‑açúcar, feita em grande escala na Bahia, no Maranhão e em Pernambuco, concorreu para uma alimentação deficiente e que predispunha a doenças. Segundo o autor, nem carne de vaca nem de carneiro nem mesmo de galinha. Nem frutas nem legumes; que legumes eram raros na terra, e frutos quase que só chegavam à mesa já bichados ou então tirados verdes para escaparem à gana dos passarinhos, dos tapurus e dos insetos. A carne que se encontrava era magra, de gado vindo de longe, dos sertões, sem pastos que o refizessem da penosa viagem, porque as grandes lavouras de cana‑de‑açúcar ou de tabaco não se deixavam manchar de pastos para os bois descidos dos sertões e destinados ao corte. Bois e vacas que não fossem os de serviço eram como se fossem animais danados para os latifundiários. Os colonos mandavam vir de fora muitos alimentos, quase sempre em conserva e de pouco valor nutritivo.
        Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades, Freyre afirma que se notabilizou pela péssima e deficiente alimentação. Tudo faltava: carne fresca de boi, aves, leite, legumes, frutas, e o que aparecia era da pior qualidade ou quase em estado de putrefação. Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas.
        Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil. Viajando nos arredores de Itu, conforme o médico, era impossível não se notar que toda a gente da classe baixa tinha os dentes incisivos perdidos pelo uso constante da cana‑de‑açúcar que, sem cessar, chupa e conserva na boca em pedaços de algumas polegadas. Quer em casa, quer fora dela, não a larga. A classe superior gosta igualmente de doce. E, para que não paire qualquer dúvida sobre o significado da cana‑de‑açúcar no cotidiano alimentar do período, os animais de carga também participam da mesma inclinação. Encontram‑se eles tal qual seus condutores, mastigando cana.

Internet: <www.sicelo.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.

Ficariam mantidos a correção gramatical e os sentidos textuais originais caso o segmento “toda a gente da classe baixa tinha os dentes incisivos perdidos pelo uso constante da cana‑de‑açúcar que, sem cessar, chupa e conserva na boca em pedaços de algumas polegadas” fosse reescrito como toda gente de classe inferior perderam os dentes incisivos em razão do uso contínuo da cana‑de‑açúcar cujos pedaços enormes mastigam e engolem, conservando na boca os pedaços de poucas polegadas.

Alternativas
Q3632483 Português
        O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias foi registrado em Casa Grande & Senzala, obra‑prima do sociólogo Gilberto Freyre (1933). Nela, Freyre refere‑se às condições de nutrição no Brasil colonial: “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII. Nas cidades, era péssima e escassa.”.
        A monocultura da cana‑de‑açúcar, feita em grande escala na Bahia, no Maranhão e em Pernambuco, concorreu para uma alimentação deficiente e que predispunha a doenças. Segundo o autor, nem carne de vaca nem de carneiro nem mesmo de galinha. Nem frutas nem legumes; que legumes eram raros na terra, e frutos quase que só chegavam à mesa já bichados ou então tirados verdes para escaparem à gana dos passarinhos, dos tapurus e dos insetos. A carne que se encontrava era magra, de gado vindo de longe, dos sertões, sem pastos que o refizessem da penosa viagem, porque as grandes lavouras de cana‑de‑açúcar ou de tabaco não se deixavam manchar de pastos para os bois descidos dos sertões e destinados ao corte. Bois e vacas que não fossem os de serviço eram como se fossem animais danados para os latifundiários. Os colonos mandavam vir de fora muitos alimentos, quase sempre em conserva e de pouco valor nutritivo.
        Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades, Freyre afirma que se notabilizou pela péssima e deficiente alimentação. Tudo faltava: carne fresca de boi, aves, leite, legumes, frutas, e o que aparecia era da pior qualidade ou quase em estado de putrefação. Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas.
        Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil. Viajando nos arredores de Itu, conforme o médico, era impossível não se notar que toda a gente da classe baixa tinha os dentes incisivos perdidos pelo uso constante da cana‑de‑açúcar que, sem cessar, chupa e conserva na boca em pedaços de algumas polegadas. Quer em casa, quer fora dela, não a larga. A classe superior gosta igualmente de doce. E, para que não paire qualquer dúvida sobre o significado da cana‑de‑açúcar no cotidiano alimentar do período, os animais de carga também participam da mesma inclinação. Encontram‑se eles tal qual seus condutores, mastigando cana.

Internet: <www.sicelo.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.

No trecho “Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil”, a frase “ao comentar o tema” retoma a frase inicial do texto, ou seja, “O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias”.

Alternativas
Q3632482 Português
        O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias foi registrado em Casa Grande & Senzala, obra‑prima do sociólogo Gilberto Freyre (1933). Nela, Freyre refere‑se às condições de nutrição no Brasil colonial: “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII. Nas cidades, era péssima e escassa.”.
        A monocultura da cana‑de‑açúcar, feita em grande escala na Bahia, no Maranhão e em Pernambuco, concorreu para uma alimentação deficiente e que predispunha a doenças. Segundo o autor, nem carne de vaca nem de carneiro nem mesmo de galinha. Nem frutas nem legumes; que legumes eram raros na terra, e frutos quase que só chegavam à mesa já bichados ou então tirados verdes para escaparem à gana dos passarinhos, dos tapurus e dos insetos. A carne que se encontrava era magra, de gado vindo de longe, dos sertões, sem pastos que o refizessem da penosa viagem, porque as grandes lavouras de cana‑de‑açúcar ou de tabaco não se deixavam manchar de pastos para os bois descidos dos sertões e destinados ao corte. Bois e vacas que não fossem os de serviço eram como se fossem animais danados para os latifundiários. Os colonos mandavam vir de fora muitos alimentos, quase sempre em conserva e de pouco valor nutritivo.
        Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades, Freyre afirma que se notabilizou pela péssima e deficiente alimentação. Tudo faltava: carne fresca de boi, aves, leite, legumes, frutas, e o que aparecia era da pior qualidade ou quase em estado de putrefação. Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas.
        Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil. Viajando nos arredores de Itu, conforme o médico, era impossível não se notar que toda a gente da classe baixa tinha os dentes incisivos perdidos pelo uso constante da cana‑de‑açúcar que, sem cessar, chupa e conserva na boca em pedaços de algumas polegadas. Quer em casa, quer fora dela, não a larga. A classe superior gosta igualmente de doce. E, para que não paire qualquer dúvida sobre o significado da cana‑de‑açúcar no cotidiano alimentar do período, os animais de carga também participam da mesma inclinação. Encontram‑se eles tal qual seus condutores, mastigando cana.

Internet: <www.sicelo.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.

No trecho “Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades”, a expressão “a cidade dos vice‑reis” refere‑se à existência, na capital do Brasil, à época, de muitas pessoas ricas e poderosas que atuavam como reis.

Alternativas
Q3632481 Português
        O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias foi registrado em Casa Grande & Senzala, obra‑prima do sociólogo Gilberto Freyre (1933). Nela, Freyre refere‑se às condições de nutrição no Brasil colonial: “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII. Nas cidades, era péssima e escassa.”.
        A monocultura da cana‑de‑açúcar, feita em grande escala na Bahia, no Maranhão e em Pernambuco, concorreu para uma alimentação deficiente e que predispunha a doenças. Segundo o autor, nem carne de vaca nem de carneiro nem mesmo de galinha. Nem frutas nem legumes; que legumes eram raros na terra, e frutos quase que só chegavam à mesa já bichados ou então tirados verdes para escaparem à gana dos passarinhos, dos tapurus e dos insetos. A carne que se encontrava era magra, de gado vindo de longe, dos sertões, sem pastos que o refizessem da penosa viagem, porque as grandes lavouras de cana‑de‑açúcar ou de tabaco não se deixavam manchar de pastos para os bois descidos dos sertões e destinados ao corte. Bois e vacas que não fossem os de serviço eram como se fossem animais danados para os latifundiários. Os colonos mandavam vir de fora muitos alimentos, quase sempre em conserva e de pouco valor nutritivo.
        Referindo‑se a Salvador (BA), capital do Brasil colonial, de 1549 a 1763, a cidade dos vice‑reis, habitada por muito ricaço português e da terra, cheia de fidalgos e de frades, Freyre afirma que se notabilizou pela péssima e deficiente alimentação. Tudo faltava: carne fresca de boi, aves, leite, legumes, frutas, e o que aparecia era da pior qualidade ou quase em estado de putrefação. Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas.
        Freyre, ao comentar o tema, relata que o médico sueco Gustavo Beyer ficou impressionado com o que viu, ao adentrar o interior do Brasil. Viajando nos arredores de Itu, conforme o médico, era impossível não se notar que toda a gente da classe baixa tinha os dentes incisivos perdidos pelo uso constante da cana‑de‑açúcar que, sem cessar, chupa e conserva na boca em pedaços de algumas polegadas. Quer em casa, quer fora dela, não a larga. A classe superior gosta igualmente de doce. E, para que não paire qualquer dúvida sobre o significado da cana‑de‑açúcar no cotidiano alimentar do período, os animais de carga também participam da mesma inclinação. Encontram‑se eles tal qual seus condutores, mastigando cana.

Internet: <www.sicelo.com.br> (com adaptações).

No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.

Na sentença “as grandes lavouras de cana‑de‑açúcar ou de tabaco não se deixavam manchar de pastos para os bois descidos dos sertões e destinados ao corte”, a expressão “não se deixavam manchar de pastos para os bois” significa que a presença de gado nos engenhos era em número reduzido e visava atender às atividades relacionadas à produção agrícola, atividade precípua no período colonial, naquelas regiões.

Alternativas
Respostas
841: E
842: C
843: E
844: C
845: E
846: C
847: E
848: C
849: C
850: E
851: C
852: E
853: C
854: C
855: E
856: C
857: E
858: C
859: E
860: C