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Uma estudante tem 200 m de cerca disponível para fazer um jardim. Ela quer que a forma do jardim seja igual à área de lance livre de uma quadra de basquete, ou seja, um retângulo combinado com um semicírculo. Sabendo que y > 0, a dimensão de r para que a área do jardim seja máxima deve ser:

Um paraquedista, a uma certa altura, tem a probabilidade de cair em uma região circular com 2km de raio. Sabendo que no centro da região circular passa um rio de 200 m de largura, a probabilidade do paraquedista não cair no rio é aproximadamente de:

Na abordagem canônica de Prigogine-Nicolis para o estudo de comunidades ecológicas, os indivíduos de uma única espécie, na presença de A nutrientes, multiplicam-se ou desaparecem regidos pela equação:
1/x dx = (kA - m) dt
Onde X é a população, k e m são parâmetros da teoria. Dessa forma, pode-se afirmar que a
população X se encontra em equilíbrio quando:
Leonhard Paul Euler foi um grande matemático e físico que viveu no Século XVIII. Euler fezimportantes descobertas no conjunto dos Números Complexos. Uma delas foi a fórmula:
eiθ = cos (θ) + i sen (θ)
Onde, θ é um número real qualquer e i= √−1 é a unidade imaginária. Assim:
Sejam os vetores
= (1, −1,2) ,
(−5, k, k) e
(3,1,2) no sistema de coordenadas cartesianas retangulares. Para um vetor
qualquer, a equação:

Tem solução quando k é igual a:
BAUMAN, Zygmunt. Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi; tradução Carlos Medeiros. Rio de Janeiro; Zahar, 2005, pp. 17-18; 35.
Baseado nas afirmações de Bauman sobre identidade, identifique a alternativa correta:
I - As identidades na pós-modernidade são líquidas, portanto, fluidas e são identificadas em determinados lugares.
II - As identidades nacionais foram fortalecidas na pós-modernidade pela possibilidade de romperem as fronteiras territoriais;
III - A pós-modernidade possibilitou a dissolução das identidades tradicionais, a começar dos laços identitários nacionais;
IV - A solidez e a segurança das identidades entraram em crise na pós-modernidade, devido dissolver e fragmentar as identificações.
I - No tempo presente ainda ocorrem casos de racismo na África do Sul, mesmo após a oficialização do fim do Apartheid;
II - Foi criado pelo Partido Nacional, em 1948, partido que possuía componentes brancos descendentes de holandeses, antigos colonizadores, e que defendia uma severa segregação racial entre brancos e negros.
III - O Congresso Nacional Africano (CNA), sob a liderança de Nelson Mandela, atuou de forma armada e, posteriormente, pacífica contra o regime;
Era a modernização compulsória, com centralização de poder e concentração de renda, aplicada pela dupla Octávio Gouveia de Bulhões-Roberto Campos, acabando com os bancos locais".
PINTO, Lúcio Flávio. Álbum da Memória. O Pará do século XX. Belém: Edição do Autor, setembro de 2014, p. 188.
Partindo da narrativa de Lúcio Flávio Pinto e outros escritos sobre os reflexos do projeto de desenvolvimento no Pará, responda a alternativa correta:
I – A política econômica do regime civil-militar favoreceu o hegemônico capital do centro-sul em detrimento dos banqueiros da Amazônia paraense;
II – Da mesma forma que os bancos foram comprados pelo poder financeiro do centro-sul, as indústrias paraenses não conseguiram competir com as mercadorias advindas de São Paulo a pós a abertura da Belém-Brasília;
III – 1966 é um ano marcante na vida regional, iniciava a Operação Amazônia, que ampliou a dependência da Amazônia ao Estado nacional em nome do desenvolvimento, com a criação da Sudam, Basa, incentivos fiscais etc.
IV – Sendo uma rodovia de mão dupla, trazia e levava mercadoria, a Belém-Brasília também favoreceu o escoamento da produção regional para o centro-sul, a exemplo da tradicional cachaça de Igarapé Miri e Abaetetuba;

MARTINS, José de Souza. A vida privada nas áreas de expansão da sociedade brasileira. In: SCHWARCZ, Lilia Moritz (org). História da Vida Privada no Brasil: contraste da intimidade contemporânea. São Paulo: Cia das Letras, 1998, p. 665. (História da Vida Privada no Brasil; 4).
De acordo com a propaganda da Sudam e do Basa veiculada em 1970: “Muitas pessoas estão sendo capazes, hoje, de tirar proveito das riquezas da Amazônia. (...) A Transamazônica está aí: a pista da mina de ouro.(...) Há um tesouro à sua espera. Aproveite. Fature. Enriqueça junto com o Brasil". E ainda reiterava um significativo valor.
Partindo da propaganda sobre a modernização da Amazônia, responda os itens corretos:
I - Sudam e Basa incentivavam a imigração para Amazônia utilizando o mito do Eldorado da fartura de riquezas;
II - A primazia do lucro era do Brasil em detrimento da própria Amazônia;
III - O governo federal investia na Amazônia com incentivos aos investidores nacionais, visando o desenvolvimento socioeconômico regional;
IV - A propaganda apresentava uma contradição ao atrair os investidores pelo mito do Eldorado utilizando o fim das lendas, pois agora era necessário lucrar.

Fontes: www.vetorial.net e https://sandromeira12.wordpress.com/2009/10/28venda-de-terras-naamazonia/
Ao longo da história da Amazônia, as interpretações sobre colonização, modernização, grandes projetos, impactos ambientais e internacionalização ganharam várias versões. Partindo das duas charges acima e dos escritos sobre a Amazônia contemporânea, responda a alternativa correta:
I – A obra de Arthur Reis, “Amazônia e a cobiça internacional", influenciado por um olhar nacionalista, tornou-se uma referência para os militares, defende a tese do histórico interesse de ingleses, franceses, espanhóis, holandeses e, atualmente, de norte-americanos pela região amazônica;
II – Lúcio Flávio Pinto denuncia que a geopolítica da internacionalização é uma farsa, sobretudo durante o regime civil-militar, favorecendo os interesses do Estado nacional na ocupação da Amazônia;
III – Lúcio Flávio Pinto defende a tese da permanência colonial na Amazônia através de uma dupla colonização: a interna com a força opressiva do Estado nacional e a externa com o grande capital internacional;
IV – As duas charges representam visões opostas sobre a Amazônia. A primeira integra a interpretação geopolítica acerca da internacionalização e a segunda a contínua exploração de seus recursos naturais, conforme os interesses do capital nacional e regional;
Discurso do superintendente da SUDAM, gen. Mário Cavalcanti, em dezembro de 1966.
Em relação ao discurso do Gen. Mário Cavalcante, no rastro da Operação Amazônia, responda os itens corretos:
I - O discurso do general já antecipava o projeto de exploração e sacrifício da Amazônia em nome da modernização defendida pelo modelo de desenvolvimento autoritário, privilegiando o grande capital nacional e internacional;
II – O sacrifício também era direcionado à natureza, pois era entendida como um obstáculo à modernidade da Amazônia, daí o desinteresse em preservar a biodiversidade, tendo o modelo de modernização e desenvolvimento implantado na região como símbolo de tragédia socioambiental;
III - A era de sacrifício que a Amazônia vivenciaria no rastro da modernização autoritária visava, sobretudo, o desenvolvimento nacional, sem privilegiar o desenvolvimento socioeconômico endógeno e preservação do meio ambiente;
IV – A metáfora nacionalista não escondia o verdadeiro objetivo, pois sinalizava o sacrifício da Amazônia para que o Brasil se tornasse uma grande potência, por conseguinte, a própria Amazônia também seria modernizada, conforme o modelo de desenvolvimento econômico nacional;
Euclides da Cunha. À Margem da História. São Paulo: Editora Martin Claret, 2006
Euclides da Cunha é considerado um dos principais intérpretes da Amazônia, conforme a relação homem e natureza. Sobre as condições de vida dos seringueiros, responda a alternativa correta:
I - Para Euclides da Cunha o sertão amazônico era um lugar de negação da civilização, a exemplo do trabalho do seringueiro;
II - Vigorava o sistema de aviamento, o qual aprisionava o seringueiro ao trabalho, devido permanecer endividado com o seringalista;
III - Na interpretação de Euclides da Cunha o seringueiro vivia solitário, isolado, doente, sem destino e esperança de alterar sua condição de existência na Amazônia;
“Um militante era escalado para trabalhar em uma fábrica. Lá não deveria fazer agitação, e sim ter conversas ‘de pé de ouvido’, para angariar adesões. Conseguindo um número razoável de adesões, organizava-se numa célula que ficava subordinado ao Comitê Regional e ao Comitê Central Estadual”.
GOMES, Ângela de Castro. A Invenção do Trabalhismo. São Paulo: RT; Rio de Janeiro. IUPRJ, 1988, p. 171.
Essa tática de organização dos militantes era uma prática do:

Sobre os diversos usos de tecnologias e fontes para o conhecimento histórico, a exemplo da imagem de Luís XIV, responda a alternativa correta:
I – Peter Burke utilizou uma gravura anônima para representar a fabricação do rei Luís XIV, mesmo consciente que não demonstrava a verdadeira imagem do personagem real, de acordo com o ensino e aprendizagem da História;
II – Peter Burke identificou que a imagem do rei Luís XIV já era fabricada em vida, o qual utilizava gravuras, pinturas, esculturas na perspectiva de engrandecer sua autoridade pública, revelando o grande poder das fontes imagéticas para o conhecimento histórico;
III - Conforme as práticas da cultura visual e material, o uso de imagens como fontes
redimensionou a construção do conhecimento histórico.
LANDER, Edgardo. “Ciências Sociais: saberes coloniais e eurocêntricos". LANDER, Edgardo (org). A colonialidade do Saber eurocentrismo e ciências sociais. Buenos Aires: Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales – CLASCO, 2005, p. 38.
Os Estudos Culturais e Pós-Coloniais trouxeram algumas alterações no campo da História, entre as quais:
I – Redefiniram o trabalho do historiador nas interpretações, possibilitando novas narrativas a partir de sujeitos subalternos;
II – Entre as alterações pontuais, as narrativas subalternas tornaram-se norteadoras da escrita histórica;
III – Possibilitaram a emergência de múltiplos relatos históricos, ampliando as interpretações eurocêntricas e modernidade;
IV – A emergência de novas epistemes, que descolonizam o pensamento, pois o fim do colonialismo não representou a conclusão da colonialidade.