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Q836454 Biologia

As células podem ser observadas através do microscópio óptico ou de luz. Esse equipamento, de amplo uso em laboratórios de biologia, é composto por lentes, fontes de luz e condensador, mesa ou platina e parafusos, além da parte mecânica de suporte. Sobre esse equipamento, considere as seguintes afirmativas:


I) O microscópio óptico possui duas lentes, objetiva e ocular, e o aumento da imagem é obtido pela soma do aumento da objetiva com o aumento da ocular.

II) Os parafusos macro e micrométrico servem para ajustar o foco da imagem.

III) A fonte de luz e o condensador projetam um feixe de luz sobre o objeto em análise.


Está(ão) correta(s):

Alternativas
Q836453 Química
Um técnico de laboratório precisa preparar uma solução de hipoclorito de sódio, na concentração de 5000 mg L–1 (ppm), para desinfecção de placas de Petri. A solução será preparada a partir de hipoclorito comercial, que contém 5% de cloro ativo. Assinale a alternativa que apresenta o volume necessário de hipoclorito comercial para preparar 5 litros da solução.
Alternativas
Q836452 Química

O hipoclorito de sódio, conhecido popularmente como água sanitária, tem propriedades bactericida e alvejante. Para sua fabricação, reage-se gás cloro com soda cáustica:


Cl2 (g) + 2 NaOH (aq) → NaCl (aq) + NaClO (aq) + H2O (l)


A massa de NaOH (aq) necessária para obter 298 kg de hipoclorito de sódio é:

Dados: H = 1; O = 16; Na = 23; Cl = 35,5 (valores expressos em g/mol)

Alternativas
Q836451 Química

Algumas vidrarias utilizadas em laboratórios didáticos e de pesquisa são apresentadas na figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q836450 Química
Um técnico de laboratório preparou três soluções: 1) glicose 30 mg L–1; 2) etanol 70% (v/v); 3) H2SO4 10 mmol. A respeito disso, é correto afirmar que:
Alternativas
Q836449 Química
Um técnico de laboratório preparou uma solução 0,5M do corante verde malaquita e mediu o pH dessa solução. Em relação a esse parâmetro, é correto afirmar que:
Alternativas
Q836448 Segurança e Saúde no Trabalho
Em relação aos equipamentos de proteção individual (EPIs) e de proteção coletiva (EPCs), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q836447 Química
Sobre a estocagem e armazenamento de produtos e resíduos químicos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q836446 Biologia

Observe as assertivas abaixo.


Quando se deseja estudar a ultraestrutura interna de uma célula, como as organelas, usa-se:


I) um microscópio óptico.

II) um microscópio eletrônico de varredura.

III) um microscópio eletrônico de transmissão.


Está(ão) correta(s) apenas:

Alternativas
Q836445 Biologia
Em relação às características gerais dos tecidos animais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q836444 Biologia
O tecido cartilaginoso possui uma matriz firme e flexível, resistente a tensões mecânicas e que participa da sustentação do corpo. Em relação a esse tecido, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q836443 Biologia
O metabolismo celular envolve grande número de processos necessários à síntese de moléculas orgânicas e energia. Assinale a alternativa correta sobre esses processos.
Alternativas
Q836442 Biologia
Algumas substâncias como os anabolizantes aumentam a síntese de determinadas proteínas nas células musculares. Uma das estruturas citoplasmáticas, responsável por essa função é:
Alternativas
Q836441 Biologia
Em relação à estrutura molecular da membrana plasmática de uma célula animal e do seu funcionamento, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q836440 Biologia
A Membrana plasmática é uma estrutura que delimita a célula do seu meio, porém permite o intercambio entre a célula e o meio. Considerando os diferentes processos de passagem através da membrana plasmática, assinale a proposição correta.
Alternativas
Q836430 Matemática
A razão entre dois números é igual a 3. Sabendo que a soma deles é 60, o maior número é igual a:
Alternativas
Q836428 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Assinale a alternativa correta do período “Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes”, com os verbos no futuro do presente.
Alternativas
Q836426 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, de acordo com o significado no texto, as seguintes palavras: cisão, facções, controvérsia e adepto.
Alternativas
Q836425 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Estabeleça a relação entre os vocábulos da coluna I e seus significados na coluna II.


Coluna 1

( 1 ) Heresia

( 2 ) Vassalagem

( 3 ) Irreversível


Coluna 2

( ) blasfêmia, sacrilégio.

( ) submissão, obediência.

( ) inconvertível.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência adequada.


Alternativas
Q836424 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

No trecho retirado do texto: “Ela certamente não virá”, o termo negritado refere-se a:
Alternativas
Respostas
561: D
562: E
563: C
564: E
565: A
566: A
567: B
568: C
569: B
570: X
571: E
572: A
573: C
574: D
575: B
576: D
577: A
578: E
579: C
580: D