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No registro das quantidades de filhos de 200 casais, verificaram-se os valores mostrados na tabela seguinte.
quantidade de filhos 1 2 0 3 4 5 6
quantidade de casais 50 40 40 30 25 10 5
Nesse caso, a quantidade média de filhos para esse grupo de casais
é igual a
Sobre o hiperboloide de uma folha, de equação
, quando interceptado pelo plano x = 10
determina-se, no espaço, uma elipse. Nesse caso, o comprimento
do eixo maior dessa elipse, em unidades de comprimento, é igual a
Na representação binária, o número 12,5 é igual a
De uma perspectiva geral, podemos descrever as variedades linguísticas a partir de dois parâmetros básicos: a variação diatópica e a variação diastrática. [...] A primeira está relacionada às diferenças linguísticas distribuídas no espaço físico, observáveis entre falantes de origens geográficas distintas. A segunda relaciona-se a um conjunto de fatores pertinentes à identidade dos falantes e, também, à organização sociocultural da comunidade de fala.
Fernanda Mussalin e Anna C Bentes Introdução à Linguística: domínios e
fronteiras v 1 São Paulo: Contexto, 2006, p 34 (com adaptações)
Com base nas informações do texto precedente, é correto afirmar
que são exemplos de variação diastrática e de variação diatópica,
respectivamente,

No texto precedente, o emprego da palavra “banco”, nas linhas 5
e 9, exemplifica o fenômeno denominado
A ideia de “mar” não está ligada por relação alguma interior à sequência de sons m-a-r que lhe serve de significante; poderia ser representada igualmente bem por outra sequência, não importa qual.
O significante, sendo de natureza auditiva, desenvolve-se no tempo, unicamente, e tem as características que toma do tempo: representa uma extensão e essa extensão é mensurável em uma só dimensão.
Ferdinand de Saussure Curso de linguística geral
São Paulo: Cultrix, 2006 (com adaptações)
Os parágrafos precedentes tratam, respectivamente, dos seguintes
princípios básicos do signo linguístico:
O texto a seguir é um trecho de uma entrevista concedida por Janet M. Paterson à revista Aletria.
Aletria — Vários críticos, tais como Lacan, Derrida, Levinas, Deleuze, Lévi-Strauss, Bhabha e Spivak, têm discutido a questão da alteridade e as implicações das teorizações baseadas nas percepções do outro. Quais são as bases teóricas de sua pesquisa sobre figurações da alteridade?
Janet M. Paterson — O trabalho do sociossemioticista francês Eric Landowski forneceu o arcabouço conceitual de meu livro. Em Présences de l’Autre: essais de socio-sémiotique, Landowski estuda casos reais de alteridade em Paris, tais como os moradores de rua ou os artistas da região do Centre Pompidou. Isso lhe permitiu elaborar uma metodologia extremamente requintada e precisa que me pareceu muito útil. Mencionarei alguns de seus principais conceitos: a distinção entre diferença e alteridade (distinção que permite a Landowski conceituar alteridade); a necessidade de um grupo de referência (um grupo social dominante) para a existência de qualquer forma de alteridade; e a complexidade dos vários tipos de relações estabelecidas com o outro. Acima de tudo, eu era continuamente lembrada de que na literatura, assim como na sociedade, a alteridade é sempre uma construção.
Na teoria literária, a emergência da noção de alteridade vincula-se
teoricamente de modo mais expressivo aos textos produzidos no

