Foram encontradas 5.472 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Portadores de colite ulcerativa ou colite por Crohn extensa com duração de 8 a 10 anos devem submeter-se à vigilância colonoscópica em intervalos de 1 a 2 anos.
Pacientes com história pessoal de haver ressecado dois ou menos adenomas tubulares menores de 1cm, com histopatologias evidenciando apenas displasia de baixo grau, devem submeter-se a nova colonoscopia em um espaço de tempo não inferior a 5 anos.
O rastreamento do câncer colorretal em paciente com risco médio deve começar aos 50 anos e, preferencialmente, realizar-se a cada 10 anos.
Em pacientes com diarreia crônica sem diagnóstico, recomenda-se colonoscopia com biópsias do cólon direito e esquerdo.
Recomenda-se intubação do íleo terminal para pacientes em avaliação de diarreia crônica.
Em pacientes com HIV, recomenda-se sigmoidoscopia flexível ou colonoscopia, se os exames laboratoriais não forem suficientes para um diagnóstico.
Recomenda-se um mínimo de um fragmento de biópsia duodenal para avaliação de paciente com suspeita de doença celíaca.
Videocápsula endoscópica é recomendada para avaliação de rotina da diarreia crônica.
Tipo 2b: Protrusão vermelha pulsátil sem dilatação venosa ao redor
Tipo 2a: Lesões puntiformes (< 1 mm) com sangramento pulsátil
Tipo 1b: Eritema puntiforme (< 1 mm) sem ou com porejamento
Tipo 1a: Eritema (poucos mm) sem ou com porejamento
Quando a ecoendoscopia diagnostica cisto de esôfago, faz-se necessária biópsia endoscópica em razão do seu poder de evoluir para neoplasia.
O papiloma de células escamosas apresenta-se como uma lesão esbranquiçada exofítica, com superfície granulosa.
Os pólipos fibrovasculares podem ser constituídos por tecidos fibroadiposo, mixoide e vasos sanguíneos.
A heterotopia de mucosa colunar é mais comum no terço médio do esôfago.
Acantose glicogênica, quando corada pelo lugol, apresenta coloração mais clara do que o esôfago normal, revelando alta concentração de glicogênio nas células da lesão.
Sedação adequada e segura pode ser alcançada na maioria dos pacientes submetidos a colonoscopia de rotina com o uso de um diazepínico e um opiáceo venosos.
A Sociedade Americana de Anestesiologia (ASA) classifica como tipo I o paciente com leve doença sistêmica que não limita atividades.
Sedação profunda só pode ser realizada por médico qualificado e em ambientes que ofereçam condições seguras para sua realização, ficando os cuidados do paciente a cargo do médico que esteja realizando o procedimento que exige sedação.