Questões de Concurso
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O hipotireoidismo subclínico associa-se a alterações cardíacas como disfunção sistólica ao esforço, risco elevado de aterosclerose e infarto de miocárdio, além de alterações lipídicas como LDL colesterol elevado.
O hipotireoidismo subclínico caracteriza-se pela combinação de T4 ou T3 totais ou livres normais, e TSH elevado, estando os anticorpos antitireoglobulina e anti-peroxidase frequentemente presentes, em um paciente sem quadro clínico de hipotireodismo ou com sintomas mínimos.
O hipotireoidismo secundário é originado por disfunção hipotalâmica, sendo frequente em doenças infiltrativas como sarcoidose, hemocromatose e granuloma eosinofílico.
A causa mais comum do hipotireodismo atualmente é o uso de amiodarona ou pós-terapêutica cirúrgica de tumores de tireoide.
Prevenir o ressangramento a curto e longo prazo.
Promover a hemostasia com sucesso.
Decidir sobre a possibilidade de tratamento endoscópico.
Identificar o local exato de hemorragia.
Estabelecer o diagnóstico correto da causa do sangramento.
No acometimento renal da endocardite, estão presentes hematúria microscópica e proteinúria causados por glomerulonefrite por imunocomplexos, ou até hematúria macroscópica causada por infarto renal.
A endocardite fúngica tem como principais agentes etiológicos os Aspergillus SP e Histoplasma, sendo indicado como medicamento de primeira escolha o fluconazol intravenoso por 30 dias, com eficácia de até 90% para remissão e esterilização completa do ambiente endocárdico acometido.
O ecocardiograma transtorácico é o exame de imagem de escolha para o diagnóstico e acompanhamento da endocardite infecciosa, com sensibilidade de 90 a 100%.
Algumas das indicações absolutas de cirurgia na endocardite infecciosa são: insuficiência cardíaca congestiva grave ou moderada; endocardite por fungos, Brucella, ou Pseudomonas aeruginosas, prótese valvar infectada instável.
As manifestações embólicas da endocardite infecciosa são raras, ocorrendo em menos de 10% dos casos, não tendo assim importância clínica no contexto das sequelas dessa doença.
O Diabetes Melito tipo I idiopático corresponde à minoria dos casos.
A classificação etiológica dessa subcategoria do Diabetes é feita exclusivamente através da anamnese, sendo possível de ser realizada em todos os centros.
Os indivíduos com essa forma de Diabetes Melito apresentam graus variáveis de deficiência de insulina.
Os indivíduos com essa forma de Diabetes Melito não desenvolvem cetoacidose.
A ausência de marcadores de autoimunidade contra as células beta e não associação com haplótipos do sistema HLA caracteriza essa enfermidade.
A medida do gradiente Albumina soro-ascite (GASA) caracteriza melhor a ascite, de maneira que o GASA > 1,1g/dL sugere outras causas que não a decorrente de hipertensão portal, enquanto um GASA < 1,1g/dL é tipicamente encontrado em pacientes com hipertensão portal.