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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368670 Noções de Informática
Os navegadores web permitem que os usuários acessem páginas na internet, realizem buscas e imprimam conteúdos diretamente da interface. Para garantir um uso eficiente dessas funcionalidades, é essencial compreender que
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368669 Noções de Informática
Os dispositivos de armazenamento desempenham um papel essencial na retenção, recuperação e proteção de dados em sistemas computacionais modernos. Em relação às tecnologias e características desses dispositivos, é correto afirmar que 
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368668 Noções de Informática
No Windows 11, a manipulação de arquivos e pastas foi aprimorada para proporcionar maior eficiência e flexibilidade ao usuário. Considerando as funcionalidades e recursos do sistema, é correto afirmar que 
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368667 Noções de Informática
No Microsoft Excel 2021, diversas funções avançadas permitem automatizar cálculos e manipular grandes volumes de dados de maneira eficiente. Para otimizar o uso de referências dinâmicas e evitar erros em fórmulas, é essencial considerar que
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368666 Raciocínio Lógico
Dados os conjuntos A = {2, 4, 6, 8, 10}, B = {2, 3, 5, 7, 11} e C = {4, 5, 6, 7, 8}, determine o conjunto (A ∪ B) ∩ C.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368664 Matemática
Um terreno tem a forma de um trapézio retângulo, com bases de 15 metros e 21 metros, e altura de 8 metros. Uma cerca será construída ao redor do terreno, mas apenas nos lados não paralelos (as laterais). Calcule o comprimento total da cerca necessária.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368662 Matemática
Pedro recebeu seu salário e fez as seguintes transações: primeiro, gastou 25% em impostos. Em seguida, do que restou, investiu 20% em um fundo. Depois, pagou R$ 600 em contas. Finalmente, do que sobrou, gastou 10% em lazer. Após todas essas transações, Pedro ficou com R$ 1.620. Determine o valor original do salário de Pedro.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368661 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

Analise a passagem a seguir, a fim de demarcar o item correto a partir da função desempenhada pelo vocábulo ressaltado.


‘Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.’ 

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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368660 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

“E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal¹: a renda².”


A relação coesiva, respectivamente, entre o termo 1 e o 2, no período entre aspas, é do tipo

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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368659 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

“A China de hoje faria o mesmo?”


No contexto em que se insere, a estrutura verbal demarcada indica

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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368658 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

O título do texto em voga, “Tecnofeudalismo”, apresenta um vocábulo composto etimologicamente por
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368657 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

A regência verbal trata-se da relação de subordinação entre um verbo e um termo regido ou ainda da independência sintático-semântica de um verbo em relação ao processo de complementação. Partindo desse pressuposto, assinale a alternativa em que se descreve corretamente esse processo linguístico, tendo por base o verbo ressaltado no trecho “A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza.”
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368656 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

A oração destacada, na passagem a seguir, é tipificada como


“Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA.” 

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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368655 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

“Varoufakis afirma que¹ os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que², na prática, operam como os antigos feudos [...]”


Os termos enumerados, no trecho em evidência, desempenham função de

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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368654 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

“Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível.


O termo demarcado, no excerto anterior, trata-se de um operador intraparagráfico adversativo, cuja função coesiva é 

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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368653 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao TséTung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. Probo, nesse contexto, é o mesmo que
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Engenheiro Civil |
Q3368652 Português

Texto para a questão.


TECNOFEUDALISMO


    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.


    as com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos. Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.


    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.



Tales M. de Sá Cavalcante 

Atente-se à significação e à função contextual da expressão em seu dizer, de modo a assinalar a alternativa correta em se tratando da intenção comunicativa modalizadora do articulista ao utilizá-la no trecho:

“Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível.”

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Ano: 2017 Banca: UFMT Órgão: UFSBA Prova: UFMT - 2017 - UFSBA - Assistente Social |
Q810718 Serviço Social
Inicia-se com a Constituição Federal de 1988 um novo padrão de proteção social para a sociedade brasileira com a instituição da Seguridade Social como política pública. Compõem a Seguridade Social as seguintes políticas setoriais:
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Ano: 2017 Banca: UFMT Órgão: UFSBA Prova: UFMT - 2017 - UFSBA - Assistente Social |
Q810717 Serviço Social

Sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES – Decreto nº 7.324/2010), marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Possui diversas áreas de ações, dentre elas a moradia estudantil.

( ) Objetiva democratizar as condições de permanência dos jovens nas instituições federais de ensino superior (IFES).

( ) Apoia a permanência de estudantes provenientes da rede pública de educação básica ou com renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio, matriculados em cursos de graduação presencial das IFES.

( ) Almeja contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam combater situações de repetência e evasão.

Assinale a sequência correta.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFMT Órgão: UFSBA Prova: UFMT - 2017 - UFSBA - Assistente Social |
Q810716 Serviço Social
Programa Bolsa Família, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI (PNAS), Bolsa Permanência (PNAES) são classificados como:
Alternativas
Respostas
221: D
222: D
223: C
224: A
225: C
226: C
227: D
228: C
229: E
230: A
231: E
232: E
233: A
234: E
235: B
236: A
237: D
238: D
239: A
240: A