Questões de Concurso Para crea-mg

Foram encontradas 211 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q433887 Português
Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder a questão

               imagem-005.jpg

Hobbes nas ruas, Felipe Pondé
Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.
De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem
providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.
Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.
O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os
inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.
Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos  começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da  sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas  para parar a Paulista.
Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente  rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e  não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...) 

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nas-
ruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)
Analisando os elementos que conferem coesão e coerência aos textos, está incorreto afirmar que:
Alternativas
Q433886 Português
Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder a questão

               imagem-005.jpg

Hobbes nas ruas, Felipe Pondé
Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.
De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem
providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.
Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.
O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os
inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.
Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos  começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da  sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas  para parar a Paulista.
Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente  rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e  não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...) 

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nas-
ruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)
Analisando a charge e o texto, está incorreto afirmar que:
Alternativas
Q433885 Português
Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder a questão

               imagem-005.jpg

Hobbes nas ruas, Felipe Pondé
Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.
De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem
providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.
Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.
O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os
inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.
Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos  começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da  sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas  para parar a Paulista.
Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente  rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e  não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...) 

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nas-
ruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)
Com base na interpretação da charge e do texto “Hobbes nas ruas”, está correto afirmar que:
Alternativas
Q433884 Português

Imagem associada para resolução da questão

A função da linguagem predominante na charge do exercício anterior é:

Alternativas
Q433883 Português
Koch e Travaglia (1997, p. 21) explicam que a coerência está: “diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo, portanto, ser entendida como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto”. Relacione essas informações à charge abaixo e assinale a alternativa correta.
                imagem-003.jpg
Alternativas
Q433882 Português
Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder à próxima questão:           “IMPLANTE CONHECIMENTO”. 
No slogan: “Implante o conhecimento”, predomina a seguinte função da linguagem:
Alternativas
Q433881 Português
Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder à próxima questão:           “IMPLANTE CONHECIMENTO”. 
Ainda a respeito do slogan: “Implante o conhecimento”, está correto afirmar que:
Alternativas
Q433880 Português
Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder à próxima questão:           “IMPLANTE CONHECIMENTO”. 
9. Observe como o slogan destacou o “IM”: “IMPLANTE O CONHECIMENTO”. Assinale a alternativa correta sobre o processo de formação de palavras presente no termo “implante”:
Alternativas
Q433879 Português
Atenção: Leia atentamente a charge a seguir para responder a questão.
                       imagem-002.jpg
Platão e Fiorin explicam que a coerência no nível da linguagem ocorre quando se escolhe a variedade linguística (léxico e estruturas sintáticas) de acordo com o público-alvo do texto. “Assim, é incoerente colocar expressões chulas ou da linguagem informal num texto caracterizado pela norma culta formal” (2006, p. 400). Baseando-se nessa informação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q433878 Português
Atenção: Leia atentamente a charge a seguir para responder a questão.
                       imagem-002.jpg
7. Analise as informações dadas a respeito da charge:
I – O humor da charge decorre da quebra de expectativa do leitor, pois ao ler a expressão coloquial: “você vai ver o que é bom pra tosse”, espera-se que o personagem bata no garoto.
II – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse” é intencional, isto é, constitui um recurso de estilo e não um vício de linguagem.
III – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse”, embora seja um dos elementos responsáveis pelo humor, ainda assim constitui um vício de linguagem, pois não importa o contexto, deve-se usar sempre o vocabulário adequado, evitando ambiguidades.
IV – O uso do vocativo “Aê, maluco!” constitui uma forma de expressão usada na linguagem informal e também pode contribuir para a expectativa de que haverá uma agressão.
V – O uso do sujeito “Aê, maluco!” constitui uma gíria condenada em situações formais e constitui um indício de agressão.
Estão corretas apenas as afirmativas feitas em:
Alternativas
Q433877 Português
Imagine a situação: “Uma dona de casa acabou de preparar o almoço e convidou seus familiares para iniciarem a refeição da seguinte forma: ‘___Vamos comer pessoas?’ O filho, adolescente, aproveitou o ensejo e respondeu: Credo, mãe!”.
Com base no exposto, assinale a alternativa que analisa corretamente a situação
.
Alternativas
Respostas
111: A
112: D
113: D
114: B
115: C
116: B
117: C
118: B
119: B
120: A
121: A