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Sobre a matriz de transporte e suas modalidades no Brasil e no mundo, podemos afirmar.
I. Matriz de transporte é o conjunto dos meios de que um país dispõe para transportar pessoas e mercadorias.
II. O transporte terrestre é composto por rodovias e ferrovias, sendo que as rodovias são indicadas para interligar pontos próximos e cargas urgentes.
III. Uma matriz de transporte moderna leva em conta o transporte intermodal, ou seja, aquele que envolve diversas modalidades (ferrovias, rodovias, hidrovias).
IV. Uma matriz de transporte deve adequar-se ao tipo e volume dos produtos transportados,às características geográficas e às distâncias a serem percorridas.
Estão corretas as afirmativas:
Algumas mudanças no padrão demográfico brasileiro se intensificaram a partir da metade da década de 1970, quando a queda na taxa de natalidade, associada à baixa mortalidade, iniciou o processo de transição demográfica [...]. As principais causas dessa mudança devem-se às transformações econômica e cultural, às migrações, à urbanização e à reorganização na composição e no tamanho da família brasileira.
(JOIA, A. L. & GOETTEMS, A. A. - Geografia: leituras e interpretações. V.2, 1aed.- São Paulo: Leya, 2013. p. 251 .Adaptado.)
Sobre a população brasileira, é correto afirmar que:

Disponível em <http://pt.slideshare.net/JosLeandroAraujo
/fatores-de-formao-do-solo>. Acesso em: 22.09.2015.
A partir da indicação dos cinco fatores de
formação do solo na ilustração anterior, podemos
afirmar que:
O Brasil é reconhecido como um país tropical, porque 92% do seu território encontra-se na zona intertropical. Mesmo assim, possui diferentes tipos de clima. Adiversidade de climas no Brasil e no mundo é determinada pela dinâmica de seus elementos climáticos e pelos fatores climáticos que interferem nestes elementos.
(JOIA, A. L. & GOETTEM S, A. A. - Geografia: leituras e interpretações. V.1,1 aed.- São Paulo: Leya, 2013.p. 172.)
São exemplos de fator e elemento climáticos, respectivamente:
Derramou-se fraterno o sangue no Congo.
Derramou-se luminoso, escorreu-se errante.
Derramou-se farto de bravas veias pulsantes.
Derramou-se em resistência o sangue de Canudos.
Derramou-se até onde foi possível derramar.
Derramou-se Hei sem mais se guardar
O sangue milagroso e particular em meu corpo,
de alguma estranha maneira sanguinária,
tomou-se o sangue coletivo dessas memórias.
(Fonte: CORREIA, Wesley. Deus é negro: da partida, da chegada, da multiplicação: poesia. Salvador Pinaúna, 2013, p. 36)
O poeta Wesley Correia sintetiza no poema “Memória a sangue” as dores dos irmãos escravizados e apresenta, em “sangue coletivo dessas memórias” (v.9), as diferentes formas de resistência negra à condição que lhe fora imposta pelo branco dominador, entre os séculos XV ao XIX. Na História do Brasil, é possível identificar algumas formas de resistência negra, como a:
Falava-se de um "Brasil Grande", "Brasil Potência", e distribuíam-se adesivos com a inscrição "Brasil, ame-o ou deixe-o". Com bandeiras do Brasil na mão, cantava-se repetidamente: "Este é um país que vai pra frente”.
(Fonte: GASPARI, Elio. A ditadura escancarada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 207-8. Adaptado)
O contexto político-econômico em que ocorre a
situação exposta é o:
Observe a charge sobre a Ditadura Militar Brasileira (1964-1985). Em seguida, marque a alternativa correta acerca da Anistia.

Disponível em: <http://augustobier.blogspot.com. br/>,
Acesso em: 23.09.2015.
Getúlio Dorneles Vargas governou o Brasil entre 1930 a 1945. Sobre as fases em que Vargas governou o Brasil, é correto afirmar que:

Disponível em: <http://www.jblog.com.br/ hojenahistoria.
php?blogid=57&archive=2010-10>. Acesso em:
23.09.2015.
Política e cultura andaram muito próximas nos anos 20. Cada uma a seu modo trazia ventos de mudança. (...). Na cultura, o grande evento, sem dúvida, foi a realização da Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922, (...) que ajudou a projetar uma geração de importantes escritores e artistas, como Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Heitor Villa-Lobos e Guiomar Novais, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Vitor Brecheret.
(Fonte: TEIXEIRA, Francisco M. R Brasil: História e Sociedade. São Paulo: Ática, 2002. p. 255. Adaptado.)
No contexto de efervescência político, cultural e ideológico, que marcou o Brasil a partir dos anos de 1920, a Semana de Arte Moderna cumpre o importante papel de:
Leia com atenção o texto sobre República Velha (1889-1930) e, em seguida, assinale a alternativa correta sobre esse período.
A República Velha é dividida em dois momentos: a República da Espada e a República Oligárquica. A República da Espada abrange os governos dos marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. Foi durante a República da Espada que foi outorgada a Constituição que iria nortear as ações institucionais durante a Primeira República. Além disso, o período foi marcado por crises econômicas, como a do Encilhamento, e por conflitos entre as elites brasileiras, como a Revolução Federalista e a Revolta da Armada. A República Oligárquica foi marcada pelo controle político exercido sobre o Governo Federal, pela oligarquia cafeeira paulista e pela elite rural mineira, na conhecida “política do café com leite”. Foi nesse período, ainda, que se desenvolveu, mais fortemente, o coronelismo, garantindo poder político regional às diversas elites locais do país.
Disponível em: < www.brasilescola.com>. Acesso em: 23.09.2015. Adaptado
Os negros livres e libertos preocuparam os observadores do acaso do Império português no Brasil, mas foi, sobretudo, pensando nos escravos que eles distinguiram a atuação de um “partido negro”. Um anônimo informante da Coroa portuguesa escrevería numa data entre 1822 e 1823: “(...) embora havendo no Brasil aparentemente só dois partidos [portugueses e brasileiros], existe também um terceiro: o partido dos negros e das pessoas de cor, que é o mais perigoso, pois se trata do mais forte numericamente falando. Tal partido vê com prazer e com esperanças criminosas as dissensões existentes entre os brancos, os quais dia a dia têm seus números reduzidos”.
Fonte: REIS, João José. O Jogo Duro do Dois de Julho: o “Partido Negro” da Independência da Bahia. In: REIS, João José & SILVA, Eduardo. Negociação e Conflito. A resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. p. 79-98.
A denúncia da existência de um perigoso “partido negro”, no contexto da luta pela independência na Bahia, pode ser explicada pela: