Questões de Concurso Para câmara municipal de são caetano do sul - sp

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Q600608 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Relacione a 2ª coluna de acordo com a primeira. 

(1) Senhor, Senhora 

(2) Vossa Santidade

(3) Vossa Alteza 

(4) Vossa Excelência

(5) Vossa Senhoria 


( ) Papa. 

( ) Altas autoridades.

( ) Pessoas com quem não se tem intimidade, pessoas mais velhas. 

( ) Pessoas em situação cerimoniosa. 

( ) Príncipe, Princesa. 

Assinale a alternativa que contém a identificação das pessoas a quem os pronomes de tratamento se referem. 


Alternativas
Q600607 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Leia as frases abaixo.

I - ______ somos curiosos.

II - Se ______ confiar em mim tudo dará certo.

III - Talvez ______ concorde com você.

De acordo com a flexão verbal, a alternativa que preenche corretamente os espaços das frases acima é: 

Alternativas
Q600606 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Somente em uma das alternativas o plural está correto, assinale-a.
Alternativas
Q600605 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Assinale a opção em que a palavra grifada não se flexiona em gênero.
Alternativas
Q600604 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Assinale a alternativa que contém palavras retiradas do texto que não seguem a mesma regra de acentuação.
Alternativas
Q600603 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Assinale a alternativa em que a palavra é escrita com SS como “transgressão”:
Alternativas
Q600602 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
O texto, acima, é:
Alternativas
Q600601 Português
A CURIOSIDADE BOA 

Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução. 
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento. 
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial. 
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades. 

Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012. 
Analise os itens abaixo.

• CURIOSIDADE é aquilo que nos move a querer saber.

• Sem a CURIOSIDADE não há ciência.

• É a CURIOSIDADE que nos leva ao desejo de aprender o que nos pode ser útil.

• CURIOSIDADE é a capacidade natural evidente em muitas espécies animais que engendra a exploração, a investigação e o aprendizado.

• A CURIOSIDADE faz parte do instinto humano, pois faz com que um ser explore o universo ao seu redor compilando novas informações às que já possui. • CURIOSIDADE é o desejo de saber o que os outros ignoram.

• A CURIOSIDADE humana é o desejo do ser humano de ver ou conhecer algo até então desconhecido.

De acordo com o texto lido: 

Alternativas
Q365459 Noções de Informática
Assim como é possível que você receba anúncios, panfletos e catálogos não solicitados pelo correio tradicional, provavelmente você receberá lixo eletrônico (geralmente denominado spam) na sua caixa de entrada de seu email. O lixo eletrônico pode incluir anúncios, esquemas fraudulentos, pornografia ou ofertas legítimas. São orientações para ajudar a evitar o lixo eletrônico:

1 - Seja cauteloso ao fornecer seu endereço de email evitando publicar seu endereço de email real em grupos de notícias, sites da Web ou outras áreas públicas na Internet.

2 - Antes de fornecer seu endereço de email em um site da Web, verifique a declaração de privacidade do site para ter certeza de que ele não permite a divulgação do seu endereço para outras empresas.

3 - Nunca responda a uma mensagem de lixo eletrônico, pois o remetente saberá que o seu endereço de email é válido e poderá enviá-lo para outras empresas. Se isso acontecer, provavelmente você passará a receber uma quantidade ainda maior de lixo eletrônico.

São orientações corretas:
Alternativas
Q365458 Noções de Informática
No Access, a maneira mais rápida e menos controlada de criar uma tabela é no modo Folha de Dados, simplesmente inserindo dados e nomeando campos durante a criação. Podemos afirmar que:

1 - O modo Folha de Dados é mais ou menos semelhante a uma planilha, onde podemos digitar dados diretamente nas células como faz em uma planilha.
2 - O Access aplicará algumas configurações de tabela com base nos dados inseridos dessa maneira.
3 - Esse método pode ser utilizado quando precisamos configurar uma tabela básica e inserir dados rapidamente.

São afirmações corretas:
Alternativas
Q365457 Noções de Informática
A figura abaixo representa botões do PowerPoint referentes aos diversos modos de exibição. Os botões correspondentes ao Modo de estrutura de tópicos e Modo de slides estão indicados, respectivamente, pelos números:

imagem-007.jpg
Alternativas
Q365456 Noções de Informática
No Excel, para se referir ao intervalo de células na coluna A e linhas 10 a 20 usamos:
Alternativas
Q365455 Noções de Informática
O recurso de salvar um documento no Word 2003 como Somente Leitura permite que ele seja lido ou copiado, mas não alterado ou salvo por outra pessoa. Podemos configurar esse recurso acessando o menu Arquivo, submenu Salvar como e em Ferramentas clicando em:

imagem-006.jpg
Alternativas
Q365454 Administração Financeira e Orçamentária
O SIAFI é um sistema de informações centralizado em Brasília, ligado por teleprocessamento aos Órgãos do Governo Federal distribuídos no País e no exterior. Essa ligação, que é feita pela rede de telecomunicações do SERPRO e também pela conexão a outras inúmeras redes externas, é que garante o acesso ao sistema às quase 17.874 Unidades Gestoras ativas no SIAFI. Por sua vez, cada sistema está organizado por subsistemas e estes, por módulos. Dentro de cada módulo estão agregadas inúmeras transações, que guardam entre si características em comum. Nesse nível de transação é que são efetivamente executadas as diversas operações do SIAFI, desde entrada de dados até consultas (Portal SIAFI). A quantidade de subsistemas atualmente é de:
Alternativas
Q365453 Contabilidade Pública
O SIAFI é o principal instrumento utilizado para registro, acompanhamento e controle da execução orçamentária, financeira e patrimonial do Governo Federal. Desde sua criação, o SIAFI tem alcançado satisfatoriamente seus principais objetivos (portal SIAFI), são eles:

I - Prover mecanismos adequados ao controle diário da execução orçamentária, financeira e patrimonial aos órgãos da Administração Pública;
II - Fornecer meios para agilizar a programação financeira, otimizando a utilização dos recursos do Tesouro Nacional, através da unificação dos recursos de caixa do Governo Federal;
III - Permitir que a contabilidade pública seja fonte segura e tempestiva de informações gerenciais destinadas a todos os níveis da Administração Pública Federal;
IV - Padronizar métodos e rotinas de trabalho relativas à gestão dos recursos públicos, sem implicar rigidez ou restrição a essa atividade, uma vez que ele permanece sob total controle do ordenador de despesa de cada unidade gestora;
V - Permitir o registro contábil dos balancetes dos estados e municípios e de suas supervisionadas;
VI - Permitir o controle da dívida interna e externa, bem como o das transferências negociadas;
VII - Integrar e compatibilizar as informações no âmbito do Governo Federal;
VIII - Permitir o acompanhamento e a avaliação do uso dos recursos públicos;
IX - Proporcionar a transparência dos gastos do Governo Federal.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q365452 Contabilidade Pública
Como anexo ao Balanço Patrimonial deve ser elaborado:

Alternativas
Q365451 Contabilidade Pública
O Balanço Orçamentário, definido pela Lei 4.320 de 1964, demonstra as receitas e despesas previstas em confronto com as realizadas. Em sua estrutura, deve evidenciar as receitas e as despesas orçamentárias por categoria econômica, confrontar o orçamento inicial e as suas alterações com a execução, demonstrar o resultado orçamentário e discriminar:
Alternativas
Q365450 Contabilidade Pública
Análise, abaixo, o seguinte registro contábil.

D 1.1.2.2.x.x.x            Créditos Tributários a Receber
C 4.1.x.x.x.x.x             Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q365449 Contabilidade Pública
Análise as contas abaixo pertencentes ao Plano de Contas Aplicado ao Setor Público e responda a alternativa correta.
I - Dívida Ativa não Tributária – demais créditos.
II - Adiantamento aos Fornecedores.
III - Provisões para riscos cíveis.
IV - Encargos Patronais.
V - Impostos sobre Patrimônio e Renda.
Alternativas
Q365448 Contabilidade Geral
O Plano de Contas é a estrutura básica da escrituração contábil, formada por um conjunto de contas previamente estabelecido, que permite obter as informações necessárias à elaboração de relatórios gerenciais e demonstrações contábeis conforme as características gerais da entidade, possibilitando a padronização de procedimentos contábeis (MCASP -2012). A estrutura do plano de contas é influenciada pela teoria das contas, que explica a representação e a classificação das contas contábeis, as principais teorias são:

I - Personalista.
II - Materialista.
III - Patrimonialista.
IV - Fundamentalista.

Estão corretas:
Alternativas
Respostas
121: C
122: B
123: D
124: B
125: A
126: D
127: C
128: D
129: A
130: C
131: C
132: D
133: C
134: D
135: C
136: B
137: C
138: D
139: A
140: C