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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466518 Administração Geral
De acordo com Vergara (2012), motivação é uma força, uma energia que nos impulsiona na direção de alguma coisa. Ser uma pessoa automotivada significa:

I. aguardar algo acontecer, algo externo, que não depende exclusivamente de você, e sim de algo que o motive, o conquiste, o leve a realizar.

II. ter alguma coisa que o leve a realizar, chame sua atenção, desperte seu interesse criando a curiosidade de vir a participar ou colaborar com algo.

III. reconhecer seus erros, desenvolver novas estratégias, reorganizar seu plano de vida, dividir suas alegrias com as pessoas próximas, ter bem definido o que deseja conquistar em sua vida e o que é prioridade.

IV. lutar por tudo o que acredita, pelo desenvolvimento humano e pessoal, pelas realizações pessoais, pela conquista ética de seus objetivos.

Está correto o que consta em
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466517 Gestão de Pessoas
Trabalhar em equipe não é apenas trabalhar em conjunto. Os resultados nunca são alcançados apenas por uma pessoa, é preciso compartilhar com o outro para chegar ao objetivo final (VERGARA, 2012). São habilidades para se trabalhar em equipe:
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466516 Administração Geral
A busca pela recompensa financeira não é mais vista como única motivação para fazer um trabalho bem feito. Algumas necessidades auxiliam na motivação do trabalhador:

- Necessidades Fisiológicas - vitais do indivíduo, algumas destas, em relação à alimentação e proteção contra perigos.

- Necessidades Psicológicas - exclusivas do ser huma- no, e raramente satisfeitas totalmente. - Necessidade de Auto-realização

- satisfações maiores, vindas de metas próprias alcançadas.

Essas necessidades estão relacionadas na Teoria
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466515 Administração Geral
Considere as afirmações abaixo.

I. A boa imagem institucional é a forma pela qual empresas e instituições são percebidas: pela leitura pública de uma instituição, pela interpretação que a sociedade ou cada um de seus grupos tem ou constrói de modo intencional ou espontâneo

PORQUE

II. a globalização representa a forma como a organização expande suas operações, gerando crescimento dos negócios e aumento da complexidade na gestão de todos os assuntos.

Neste caso
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466512 Atualidades
Em junho de 2013, com as galerias tomadas, a Câmara [dos Deputados em Brasília] derrubou, por 430 votos a 9, a proposta de Emenda Constitucional chamada de PEC 37. A votação e, em especial o placar, foi uma clara res- posta à pressão das ruas ao Congresso. A PEC 37 era uma das matérias em tramitação da Casa mais atacadas pelas recentes manifestações nas ruas do País.

(Disponível em: < http://www.estadao.com.br/noticias/na- cional,apos-pressao-popular-pec-37-e-derrubada-no-con- gresso,,0.htm.>)

A proposta de Emenda Constitucional - PEC 37 pretendia
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466511 Atualidades

Considere o depoimento abaixo:

“O que foi alcançado em Genebra na noite passada [23/11] não é um acordo histórico, é um erro histórico", disse o premiê israelense. "Hoje o mundo se tornou muito mais perigoso", declarou ele. Pela primeira vez, as principais potências do mundo concordaram com as ações do país, ignorando as decisões do Conselho de Segurança que eles mesmos lideraram.



(Disponível em: < http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,premie-israelense-define-erro.1100122,0.htm>)


As duras críticas do primeiro-ministro de Israel devem-se

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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466510 Atualidades
A presidente da república negou, na noite desta segunda- feira (21/10), que o leilão sob o regime de partilha, represente uma privatização.

Segundo ela, as empresas privadas parceiras também serão beneficiadas, pois, ao produzir essa riqueza, vão obter lucros significativos, compatíveis com o risco assu- mido e com os investimentos que estarão realizando no país. Não podia ser diferente.

(Disponível em: < http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/10/ e-bem-diferente-de-privatizacao-afirma-dilma.html>)

O leilão, destacado na notícia, tinha como foco
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466508 Noções de Informática
Ana digitou no Microsoft Word 2010, em português, o seguinte trecho, retirado do Artigo 13 do Decreto no 41.446 de 16 dezembro de 1996, que dispõe sobre o regulamento do sistema tarifário dos serviços prestados pela SABESP:

Artigo 13 - As tarifas serão determinadas com base nos custos de referência, de acordo com a seguinte composição: despesas de exploração; depreciação, provisão para devedores duvidosos e amortização de despesas; remuneração adequada do investimento reconhecido.

Em seguida, Ana selecionou as últimas linhas do trecho e utilizou uma ferramenta disponível no grupo Parágrafo da guia Página Inicial para deixá-lo da seguinte forma:

Artigo 13 - As tarifas serão determinadas com base nos custos de referência, de acordo com a seguinte composição:

I. despesas de exploração;

II. depreciação, provisão para devedores duvidosos e amortização de despesas;

III. remuneração adequada do investimento reconhecido.

A ferramenta utilizada por Ana foi:
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466500 Raciocínio Lógico
Para catalogar um lote de processos 7 funcionários, trabalhando continuamente, gastariam 12 horas e 24 minutos. Após trabalharem metade desse tempo, mais 5 funcionários foram agregados ao trabalho. Supondo que todos apresentem o mesmo desempenho e que o trabalho não seja interrompido, o tempo total gasto na catalogação do lote é igual a
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466496 Português

A marca da solidão



Deitado de bruços, sobre as pedras quentes do chão de paralelepípedos, o menino espia. Tem os braços dobrados e a testa pousada sobre eles, seu rosto formando uma tenda de penumbra na tarde quente.


Observa as ranhuras entre uma pedra e outra. Há, dentro de cada uma delas, um diminuto caminho de terra, com pedrinhas e tufos minúsculos de musgos, formando pequenas plantas, ínfimos bonsais só visíveis aos olhos de quem é capaz de parar de viver para, apenas, ver.


Quando se tem a marca da solidão na alma, o mundo cabe numa fresta.


(SEIXAS, Heloísa. Contos mais que mínimos. Rio de Janeiro: Tinta negra bazar, 2010. p. 47)



No texto, o substantivo usado para ressaltar o universo reduzido no qual o menino detém sua atenção é

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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466495 Português
Hermético e postiço, jargão incentiva ‘espírito de corpo’

Na maioria dos textos produzidos no universo corporativo, vê-se um registro muito particular da língua, nem sempre compreensível aos “não iniciados”. É o que se pode chamar de “jargão corporativo”, uma linguagem hoje dominada por grande quantidade de decalques do inglês - ou ingênuas traduções literais.

O termo “jargão”, que em sua origem quer dizer “fala ininteligível”, guarda certa marca pejorativa, fruto de sua antiga associação ao pedantismo, ao uso da linguagem empolada.
Embora os jargões sejam coisa muito antiga, foi nos séculos 19 e 20 que proliferaram na Europa, fruto de uma maior divisão do trabalho nas sociedades industriais.

Na época, já figuravam entre as suas características o uso de termos de línguas estrangeiras como sinal de prestígio e o emprego de metáforas e eufemismos, exatamente como vemos hoje.

Os jargões são alvo constante da crítica não só por abrigarem muitas expressões de outras línguas, o que lhes confere um ar postiço e hermético, como por seu viés pretensioso.

A crítica a esse tipo de linguagem tem fundamento na preocupação com a “pureza” do idioma e com a perda de identidade cultural, opinião que, para outros, revela traços de xenofobia.

Essa é uma discussão que não deve chegar ao fim tão cedo, mas é fato que os jargões têm claras funções simbólicas: por um lado, visam a incentivar o “espírito de corpo”, o que deve justificar o empenho das empresas em cultivá-los (até para camuflar as relações entre patrão e empregado), e, por outro, promovem a inclusão de uns e a exclusão de outros, além, é claro, de impressionar os neófitos.

(Adaptado de: CAMARGO, Thaís Nicoleti de. Caderno “Negócios e carreiras”, do jornal Folha de S. Paulo. São Paulo, 24 de março de 2013. p. 7)

O termo "jargão", que em sua origem quer dizer "fala ininteligível"... (2o parágrafo)

A palavra cujo sentido se OPÕE ao da grifada acima está destacada em:
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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466494 Português
Hermético e postiço, jargão incentiva ‘espírito de corpo’

Na maioria dos textos produzidos no universo corporativo, vê-se um registro muito particular da língua, nem sempre compreensível aos “não iniciados”. É o que se pode chamar de “jargão corporativo”, uma linguagem hoje dominada por grande quantidade de decalques do inglês - ou ingênuas traduções literais.

O termo “jargão”, que em sua origem quer dizer “fala ininteligível”, guarda certa marca pejorativa, fruto de sua antiga associação ao pedantismo, ao uso da linguagem empolada.
Embora os jargões sejam coisa muito antiga, foi nos séculos 19 e 20 que proliferaram na Europa, fruto de uma maior divisão do trabalho nas sociedades industriais.

Na época, já figuravam entre as suas características o uso de termos de línguas estrangeiras como sinal de prestígio e o emprego de metáforas e eufemismos, exatamente como vemos hoje.

Os jargões são alvo constante da crítica não só por abrigarem muitas expressões de outras línguas, o que lhes confere um ar postiço e hermético, como por seu viés pretensioso.

A crítica a esse tipo de linguagem tem fundamento na preocupação com a “pureza” do idioma e com a perda de identidade cultural, opinião que, para outros, revela traços de xenofobia.

Essa é uma discussão que não deve chegar ao fim tão cedo, mas é fato que os jargões têm claras funções simbólicas: por um lado, visam a incentivar o “espírito de corpo”, o que deve justificar o empenho das empresas em cultivá-los (até para camuflar as relações entre patrão e empregado), e, por outro, promovem a inclusão de uns e a exclusão de outros, além, é claro, de impressionar os neófitos.

(Adaptado de: CAMARGO, Thaís Nicoleti de. Caderno “Negócios e carreiras”, do jornal Folha de S. Paulo. São Paulo, 24 de março de 2013. p. 7)

Atente para o que se afirma abaixo:

I. impressionar os neófitos. (7o parágrafo)

Substituindo-se o segmento grifado acima por um pronome, o resultado correto será: "impressioná-los".

II. o que deve justificar o empenho das empresas em cultivá-los... (7o parágrafo)

O pronome “los" refere-se a "jargões".

III. o que lhes confere um ar postiço e hermético... (5o parágrafo)

O pronome “lhes" refere-se a "expressões".

Está correto o que se afirma APENAS em 

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Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: SABESP Prova: FCC - 2014 - SABESP - Atendente |
Q466488 Português
Sobre a dificuldade de ler

Gostaria de lhes falar não da leitura e dos riscos que ela comporta, mas de um risco ainda maior, ou seja, da dificuldade ou da impossibilidade de ler; gostaria de tentar lhes falar não da leitura, mas da ilegibilidade.

Cada um de vocês terá feito a experiência daqueles momentos nos quais gostaríamos de ler, mas não conseguimos, nos quais nos obstinamos a folhear as páginas de um livro, mas ele nos cai literalmente das mãos.

Gostaria de lhes sugerir que prestassem atenção aos seus momentos de não leitura, quando o livro do mundo cai das suas mãos, porque a impossibilidade de ler lhes diz respeito tanto quanto a leitura e é, talvez, tanto ou mais instrutiva do que esta.

Há também uma outra e mais radical impossibilidade de ler, que até poucos anos atrás era, antes de tudo, comum. Refiro-me aos analfabetos, que, há apenas um século, eram a maioria. Um grande poeta espanhol do século 20 dedicou um livro de poesia seu “ao analfabeto para/por quem eu escrevo”. É importante compreender o sentido desse “para/por”.

Gostaria que vocês refletissem sobre o estatuto especial desse livro que, na sua essência, é destinado aos olhos que não podem lê-lo e foi escrito com uma mão que, em um certo sentido, não sabe escrever. O poeta ou escritor que escreve pelo/para o analfabeto tenta escrever o que não pode ser lido, põe no papel o ilegível. Mas precisamente isso torna a sua escrita mais interessante do que a que foi escrita somente por/para quem sabe ler.

Há, finalmente, um outro caso de não leitura do qual gostaria de lhes falar. Refiro-me aos livros que foram escritos e publicados, mas estão - talvez para sempre - à espera de serem lidos. Eu conheço - e cada um de vocês, eu acredito, poderia citar - livros que mereciam ser lidos e não foram lidos, ou foram lidos por pouquíssimos leitores. Eu penso que, se esses livros eram verdadeiramente bons, não se deveria falar de uma espera, mas de uma exigência. Esses livros não esperam, mas exigem ser lidos, mesmo que não o tenham sido ou não o serão jamais.

Mas agora gostaria de dar um conselho aos editores e àqueles que se ocupam de livros: parem de olhar para as infames, sim, infames classificações de livros mais vendidos e - presume-se - mais lidos e tentem construir em vez disso na mente de vocês uma classificação dos livros que exigem ser lidos. Só uma editora fundada nessa classificação mental poderia fazer o livro sair da crise que - pelo que ouço ser dito e repetido - está atravessando.

(Adaptado de: AGAMBEN, Giorgio. Sobre a dificuldade de ler. Trad. de Cláudio Oliveira. Revista Cult, ano 16, n. 180. São Paulo: Bregantini, junho de 2013. p. 46 e 47)

No trecho Refiro-me aos livros que foram escritos e publicados, mas estão – talvez para sempre – à espera de serem lidos (6o parágrafo), o uso do acento de crase obedece à mesma regra seguida em:
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Q460900 Segurança e Saúde no Trabalho
A insalubridade, quando caracterizada pela avaliação qualitativa ou pericial, via inspeção visual das condições do ambiente de trabalho, para os profissionais expostos aos agentes químicos, deve-se levar em consideração o anexo:
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Q460899 Segurança e Saúde no Trabalho
Um trabalhador realiza sua atividade em uma cozinha industrial, entre o fogão e a bancada de preparação. O regime de trabalho é intermitente e com descanso no próprio local de trabalho. As condições térmicas nas vizinhanças do fogão e a bancada são as seguintes: Temperatura de bulbo úmido natural (Tbn) = 25,0 °C; Temperatura de globo (Tg) = 31,0 °C; Temperatura de bulbo seco (Tbs) = 28,0 °C. O Valor de IBUTG - Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo que define o limite de tolerância para exposição ao calor para uma atividade moderada, de acordo com o anexo 3 da NR 15, é de:
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Q460898 Segurança e Saúde no Trabalho
O Diagrama de Hommel, mundialmente conhecido pelo código National Fire Protection Association - NFPA 704, também conhecido como diamante do perigo ou de risco, é uma simbologia empregada pela Associação Nacional para Proteção contra Incêndios, dos Estados Unidos da América. Nele, são utilizados losangos que expressam os tipos de
risco em graus que variam de 0 a 4, cada qual especificado por uma cor: branca, azul, amarela e vermelha.

                                                    imagem-003.jpg
No diamante de risco, o Grau 3 (Vermelho) significa que a substância
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Q460897 Segurança e Saúde no Trabalho
O Diagrama de Hommel, mundialmente conhecido pelo código National Fire Protection Association - NFPA 704, também conhecido como diamante do perigo ou de risco, é uma simbologia empregada pela Associação Nacional para Proteção contra Incêndios, dos Estados Unidos da América. Nele, são utilizados losangos que expressam os tipos de
risco em graus que variam de 0 a 4, cada qual especificado por uma cor: branca, azul, amarela e vermelha.

                                                    imagem-003.jpg
As cores branca, azul, amarelo e vermelho representam, no diagrama de Hommel, respectivamente,
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Q460896 Segurança e Saúde no Trabalho
O técnico de segurança do trabalho desta empresa Metalúrgica fez o levantamento dos níveis de pressão sonora uma semana antes do prensista sofrer o acidente e concluiu, em sua avaliação, que a dose absorvida é de 80% para um tempo de exposição de 5 horas e 36 minutos. O tempo máximo que esse prensista poderia ficar em outro equipamento, exposto a um nível de pressão sonora de 85 dB(A), sem ultrapassar o limite de tolerância, é de
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Q460895 Segurança e Saúde no Trabalho
Considere uma empresa metalúrgica de estampagem de metais. Em 2011, ocorreram 3 acidentes. O primeiro foi um acidente de trajeto. O segundo, um acidente com afastamento leve, que impediu o trabalhador de realizar suas atividades por meio período. O terceiro acidente provocou uma perda do membro acima do punho do trabalhador, afastando-o por 200 dias, com os dias debitados que, de acordo com a NBR 14280, equivalem a 3.600 dias. Naquele ano os 200 funcionários trabalharam 250 dias úteis e a jornada de trabalho foi de 8 horas diárias.

O trabalhador, devidamente capacitado, que teve a perda do membro acima do punho, infringiu as normativas de segurança interna da empresa, desconectando o sensor de segurança, a cortina de luz, de uma prensa pneumática que trabalhava com 500 golpes por minutos. O objetivo dele era aumentar a produtividade e se destacar como funcionário do mês. De acordo com a NBR 14280, é considerado, para esta situação, como causa principal do acidente de trabalho:
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Q460894 Segurança e Saúde no Trabalho
Considere uma empresa metalúrgica de estampagem de metais. Em 2011, ocorreram 3 acidentes. O primeiro foi um acidente de trajeto. O segundo, um acidente com afastamento leve, que impediu o trabalhador de realizar suas atividades por meio período. O terceiro acidente provocou uma perda do membro acima do punho do trabalhador, afastando-o por 200 dias, com os dias debitados que, de acordo com a NBR 14280, equivalem a 3.600 dias. Naquele ano os 200 funcionários trabalharam 250 dias úteis e a jornada de trabalho foi de 8 horas diárias.

A taxa de gravidade (Tg) e frequência (Tf), respectivamente, desta empresa, naquele ano, foram:
Alternativas
Respostas
2001: B
2002: D
2003: A
2004: B
2005: E
2006: D
2007: E
2008: B
2009: C
2010: A
2011: E
2012: D
2013: D
2014: B
2015: B
2016: E
2017: E
2018: A
2019: B
2020: A