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I. Suporta comandos para manipular dados, como select, insert, update e delete. II. Suporta comandos para supervisionar o acesso aos dados, como grant e revoke. III. Suporta comandos para criação de objetos e administração do banco de dados, como alter e drop.
As sub-linguagens descritas em I, II e III são, respectivamente:
I. NOME DO TRIGGER – identifica o nome da trigger como objeto do banco de dados, devendo seguir as regras básicas de nomenclatura de objetos. II. NOME DA TABELA – identifica o nome da tabela à qual o trigger estará ligado, para ser disparado mediante ações de insert, update ou delete. III. Opção X/Y/Z – escolhida para definir o momento em que o trigger será disparado, onde X representa o valor padrão e faz com o que o gatilho seja disparado junto da ação, Y faz com que o disparo se dê somente após a ação que o gerou ser concluída, e Z faz com que o trigger seja executado no lugar da ação que o gerou. IV. Opção M/N/P – escolhida entre as instruções DML para indicar e informar ao banco qual ação irá disparar o gatilho.
Os parâmetros que devem substituir X/Y/Z em III e M/N/P em IV são, respectivamente:
Para obter o nome e cargo de todos os funcionários, ordenando o resultado por celular em ordem alfabética de nome das pessoas que tenham celulares cadastrados, a sintaxe correta para o comando SQL a ser executado é:
I. É todo controle feito por meio de regras de restrição, implementadas nas contas dos usuários. O DBA é o responsável por declarar as regras dentro do SGBD, sendo o responsável por conceder ou remover privilégios, criar ou excluir usuários, e atribuir um nível de segurança aos usuários do sistema, de acordo com a política da empresa. II. É um mecanismo para BD estatísticos, que atua protegendo informações estatísticas de um indivíduo ou de um grupo. Estes tipos de BD são usados principalmente para produzir estatísticas sobre populações, podendo conter informações confidenciais. Os usuários têm permissão apenas para recuperar informações estatísticas sobre populações e não para recuperar dados individuais, como, por exemplo, a renda de uma pessoa específica. III. É um mecanismo que previne que as informações fluam por canais secretos e violem a política de segurança ao alcançarem usuários não autorizados. Ele regula tráfego de dados entre um objeto ALFA para outro BETA, que ocorre quando um programa lê valores de ALFA e escreve valores em BETA.
Os três mecanismos descritos em I, II e III são denominados, respectivamente, controle de:
De acordo com a figura, destacam-se três níveis:
I. Este nível é o de mais alto nível de abstração, correspondendo a um modelo que independe da implementação em um SGBD. No contexto do projeto de BD, emprega uma técnica de modelagem baseada na representação por meio do diagrama entidade-relacionamento. II. Este nível refere-se a uma descrição do BD, correspondendo a um modelo que considera a abstração na visão do usuário do SGBD. Pode-se concluir que o projeto depende do SGBD em uso, além de definir como será a implementação em um SGBD específico. III. Este nível é o nível mais baixo de abstração, correspondendo a um modelo que descreve como os dados estão realmente armazenados. Pode-se concluir que engloba estruturas complexas de baixo nível e descreve os detalhes completos do armazenamento de dados e o caminho de acesso ao banco de dados.
Nessas condições, os níveis I, II e III são denominados, respectivamente:
I. Uma relação está na forma normal X quando não existir dependências multivaloradas entre seus atributos, ou seja, campos que se repetem em relação à chave primária, gerando redundância nas tuplas da entidade. II. Uma relação está na forma normal Y quando todos os atributos contêm apenas um valor correspondente, singular, e não existem grupos de atributos repetidos, ou seja, não admite repetições ou campos que tenham mais que um valor. III. Uma relação está na forma normal W quando, na análise de uma tupla, não se encontra um atributo não chave dependente de outro atributo não chave. IV. Uma relação está na forma normal Z quando todos os registros na tabela, que não são chaves, dependem da chave primária em sua totalidade e não apenas parte dela.
Nessas condições, os indicadores X, Y, W e Z referem-se, respectivamente, às formas normais:
Após a execução, os valores finais das variáveis SOL e LUA são, respectivamente:
A figura a seguir apresenta um pseudocódigo referente a um programa de computador.

Após a execução, a sequência de números gerada
está indicada na seguinte opção:
Após a execução, os valores finais das variáveis BRASIL e HOLANDA são, respectivamente:
Portabilidade do código gerado, obtida por meio do uso de um código intermediário entre o código-fonte, o texto que o programador consegue manipular e o código de máquina que o computador consegue executar.
O código intermediário é interpretado por uma máquina virtual, existente em diversas plataformas.
A portabilidade do código é obtida à medida que máquinas virtuais estão disponíveis para diferentes plataformas.
O código que foi compilado em uma máquina pode ser executado em qualquer máquina virtual, independentemente de qual seja o sistema operacional ou o processador que executa o código.
Esse código intermediário é conhecido por:
Na geração de códigos executáveis, os processos P1 e P2 são denominados, respectivamente:
I. Os dados são armazenados de forma relacional. II. Os dados são armazenados de forma multidimensional. III. Uma combinação dos métodos caracterizados em I e em II. IV. O conjunto de dados multidimensionais deve ser criado no servidor e transferido para o desktop, além de permitir portabilidade aos usuários OLAP que não possuem acesso direto ao servidor.
O métodos descritos em I, II, III e IV são conhecidos, respectivamente, pelas siglas: