Foram encontradas 3.876 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. É direcionada ao agrupamento de dados, com base em um critério de identificação de dados semelhantes, fundamental para a seleção de grupos e posterior geração de insights. II. São utilizadas com mais frequência nos estágios iniciais do processo de Data Mining que servem para modelar relações entre os dados que entram e saem do processo de mineração. Por meio do uso de algoritmos, podem reconhecer padrões escondidos e correlações em dados brutos, agrupá-los e classificá-los e, com o tempo, aprender e melhorar continuamente. III. É uma ferramenta para ajudar uma pessoa, ou um grupo de pessoas, a tomarem uma decisão ao visualizar as suas ramificações e consequências. É uma ferramenta de suporte bastante útil para orientar discussões e guiar um grupo na resolução de um problema ou, até mesmo, na elaboração de um plano de ação. É de fácil interpretação dos dados e mostra o caminho a ser percorrido para alcançar determinado objetivo.
Essas técnicas em I, II e III, são conhecidas, respectivamente, como:
(I)
(II) Duas estruturas equivalentes a para ... faca ... fimpara, que geram o mesmo resultado, a primeiro usando repita ... ate que... e a segunda enquanto... faca..., são mostradas, respectivamente, na seguinte opção:
I. São diagramas estruturais que fornecem uma visão clara da estrutura hierárquica dos variados elementos UML dentro de um determinado sistema, sendo usados para mostrar a organização e disposição de vários elementos de modelos, onde cada elemento é representado como uma pasta de arquivo dentro do diagrama, e depois organizado hierarquicamente no diagrama. São bastante usados para proporcionar uma organização visual de uma arquitetura em camadas de qualquer classificador UML, por exemplo, um sistema de software. II. São diagramas que permitem a visualização de um conjunto de classes, detalhando atributos e operações, assim como prováveis relacionamentos entre as estruturas, possibilitando ainda as definições de interfaces. Ilustra graficamente como será a estrutura do software, em nível micro ou macro e como cada um dos componentes da sua estrutura estarão interligados.
As ferramentas caracterizadas em I e em II são denominados diagramas de:
A figura refere-se a uma tabela AUTO de um banco de dados relacional. Para saber as marcas de automóveis envolvidas nesse caso, foi utilizada uma query SQL, que retorna essas marcas, sem repetição, indicada na
tabela SAIDA -
. O comando SQL empregado foi:
I. Arquivos físicos de log que permitem a recuperação da instância do banco de dados. Esses arquivos contêm um registro de todas as alterações feitas nos dados nas tabelas e índices do banco, assim como mudanças realizadas na estrutura do banco de dados em si. A instância pode recuperar o banco com as informações contidas nesses arquivos – se os datafiles não forem perdidos. II. Área da SGA que armazena dados como declarações SQL executadas, cópias do dicionário de dados do banco e cache de resultados de consultas SQL e PL/SQL para reuso. Também contém dados das tabelas de sistema, como informações do conjunto de caracteres e informações de segurança.
Os termos descritos em I e em II são denominados, respectivamente:
É um sistema utilizado para armazenar dados, de uma maneira organizada.
Pode guardar informações relativas às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios, a análise de grandes volumes de dados e a obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.
Centraliza e consolida grandes quantidades de dados de várias fontes. Seus recursos analíticos permitem que as organizações obtenham informações de negócios úteis de seus dados para melhorar a tomada de decisões.
Esse termo é conhecido como:
I. Suporta comandos para manipular dados, como select, insert, update e delete. II. Suporta comandos para supervisionar o acesso aos dados, como grant e revoke. III. Suporta comandos para criação de objetos e administração do banco de dados, como alter e drop.
As sub-linguagens descritas em I, II e III são, respectivamente:
I. NOME DO TRIGGER – identifica o nome da trigger como objeto do banco de dados, devendo seguir as regras básicas de nomenclatura de objetos. II. NOME DA TABELA – identifica o nome da tabela à qual o trigger estará ligado, para ser disparado mediante ações de insert, update ou delete. III. Opção X/Y/Z – escolhida para definir o momento em que o trigger será disparado, onde X representa o valor padrão e faz com o que o gatilho seja disparado junto da ação, Y faz com que o disparo se dê somente após a ação que o gerou ser concluída, e Z faz com que o trigger seja executado no lugar da ação que o gerou. IV. Opção M/N/P – escolhida entre as instruções DML para indicar e informar ao banco qual ação irá disparar o gatilho.
Os parâmetros que devem substituir X/Y/Z em III e M/N/P em IV são, respectivamente:
Para obter o nome e cargo de todos os funcionários, ordenando o resultado por celular em ordem alfabética de nome das pessoas que tenham celulares cadastrados, a sintaxe correta para o comando SQL a ser executado é:
I. É todo controle feito por meio de regras de restrição, implementadas nas contas dos usuários. O DBA é o responsável por declarar as regras dentro do SGBD, sendo o responsável por conceder ou remover privilégios, criar ou excluir usuários, e atribuir um nível de segurança aos usuários do sistema, de acordo com a política da empresa. II. É um mecanismo para BD estatísticos, que atua protegendo informações estatísticas de um indivíduo ou de um grupo. Estes tipos de BD são usados principalmente para produzir estatísticas sobre populações, podendo conter informações confidenciais. Os usuários têm permissão apenas para recuperar informações estatísticas sobre populações e não para recuperar dados individuais, como, por exemplo, a renda de uma pessoa específica. III. É um mecanismo que previne que as informações fluam por canais secretos e violem a política de segurança ao alcançarem usuários não autorizados. Ele regula tráfego de dados entre um objeto ALFA para outro BETA, que ocorre quando um programa lê valores de ALFA e escreve valores em BETA.
Os três mecanismos descritos em I, II e III são denominados, respectivamente, controle de: