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Q593737 Noções de Informática

Analise as seguintes sentenças em relação ao MS Excel 2003:

I. Nas funções, os argumentos podem ou não estar entre parênteses.

II. É possível misturar tipos de argumentos em uma função.

III. Algumas funções podem existir sem argumentos.

É(são) verdadeira(s) apenas:

Alternativas
Q593736 Noções de Informática
No MS Word 2003, existe um recurso que permite alterar automaticamente a aparência de uma tabela, aproveitando um dos modelos de formatação de tabelas disponibilizados pelo editor de texto. Esse recurso é conhecido como:
Alternativas
Q593735 Noções de Informática
No Windows XP, é possível alterar o plano de fundo que vai aparecer no desktop. Para isso, é necessário alterar as propriedades de vídeo localizadas na guia:
Alternativas
Q593734 Raciocínio Lógico
Sabe-se que Jorge estar dançando é condição necessária para Marta cantar e condição suficiente para Eduarda beijar Carlos. Sabe-se, também, que Eduarda beijar Carlos é condição necessária e suficiente para Selma beijar Sílvio. Assim, quando Selma não beija Sílvio, têm-se que:
Alternativas
Q593733 Raciocínio Lógico
Se Bruna vai ao teatro com Gabriela, então Gabriela vai à praia. Se Gabriela vai à praia, então Carmem vai ao trabalho. Se Carmem vai ao trabalho, então Rita vai ao teatro com Carmem. Ora, Rita não vai ao teatro com Carmem, logo:
Alternativas
Q593732 Raciocínio Lógico
Dizer que “Ricardo não é engenheiro ou André é professor de matemática” é logicamente equivalente a dizer que:
Alternativas
Q593731 Raciocínio Lógico
Se o pedreiro vai trabalhar de ônibus, então o ônibus é veloz. Se o ônibus é veloz, então o técnico vai trabalhar de moto. Se o técnico vai trabalhar de moto, então o engenheiro vai trabalhar de carro. Ora, o engenheiro não vai trabalhar de carro. Logo:
Alternativas
Q593730 Raciocínio Lógico
Ou matemática é fácil, ou Diego não gosta de matemática. Por outro lado, se física não é difícil, então matemática é difícil. Se Diego gosta de matemática, então:
Alternativas
Q593729 Raciocínio Lógico

Em uma obra de construção civil, é verdade que “algum supervisor é engenheiro civil” e que “nenhum técnico é engenheiro civil”.

Pode-se concluir que nessa obra de construção civil:

Alternativas
Q593728 Raciocínio Lógico

As amigas Amélia, Bianca e Cíntia nasceram, cada uma, em um mês distinto. Sabe-se que:

• Esses meses são janeiro, fevereiro e março.

• Amélia não nasceu em janeiro.

• Cíntia nasceu em março.

De acordo com as afirmações anteriores, é correto afirmar que:

Alternativas
Q593727 Raciocínio Lógico
Se Daniel é supervisor de instalações prediais, então ele é engenheiro civil pleno I. Logo, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q593726 Raciocínio Lógico

Considerando a tabela a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

O valor da soma dos elementos da 45ª linha é:

Alternativas
Q593725 Raciocínio Lógico
Se é verdade que “alguns engenheiros são calculistas” e que “nenhum pedreiro é calculista”, então, também é verdade que:
Alternativas
Q593724 Atualidades
No dia 02 de dezembro de 2013, faleceu, em São Paulo, o governador licenciado Marcelo Déda. Assinale a alternativa que apresenta a unidade da federação da qual Marcelo Déda era governador.
Alternativas
Q593723 Atualidades
A China, segunda maior economia do mundo, anunciou em novembro aquele que está sendo considerado por muitos o mais ousado plano de reformas econômicas e sociais em quase três décadas. Uma das reformas diz respeito à liberalização dos mercados, com o objetivo de colocar o país em uma condição mais estável. Já no campo social, uma das principais modificações divulgadas refere-se à:
Alternativas
Q593722 Atualidades
A exumação dos restos mortais do ex-Presidente da República João Goulart, no mês de novembro de 2013, 37 anos após sua morte, tem como objetivo primeiro:
Alternativas
Q593721 Atualidades
Em 2013, o Brasil celebra os cem anos de nascimento de um dos artistas brasileiros mais aclamados no país e no exterior. Carioca de nascimento, foi poeta, dramaturgo, diplomata, crítico de cinema, mas foram as suas músicas que o projetaram internacionalmente. Por todo o país estão sendo realizados shows, exposições, rodas de leitura, bate-papos, filmes para comemorar o centenário desse multifacetado artista brasileiro, cujo nome é:
Alternativas
Q593720 Conhecimentos Gerais
No mês de outubro de 2013, foi inaugurada, na Turquia, uma obra de engenharia que ganhou destaque na imprensa internacional. A inauguração, que foi programada para coincidir com o aniversário de 90 anos da República daquele país, é referente à construção de:
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Q593719 Português
   
  Por mais de dois mil anos, segundo o filósofo inglês Roger Scruton, a Arte serviu como remédio para os problemas da sociedade, uma maneira tanto de relatar como de escapar da infelicidade da vida cotidiana; atualmente, em vez disso, a beleza foi posta de lado e a Arte não serve de refúgio, mas dá suporte ao egoísmo dos nossos dias. Roger Scruton aponta o culto à feiúra e o pragmatismo como as principais causas do problema.
.............................................................................................................................

      No primeiro caso, argumenta ele, a Arte, ao abandonar a beleza, perdeu seu principal objetivo, o de fazer com que atribuamos sentido à vida, nos consolando das tristezas, como para Platão, ou ainda, como defendiam os filósofos iluministas, ajudando a galgar alguns degraus da escadaria que nos conduz para longe das banalidades do cotidiano.

      A partir de um momento decisivo da história da Arte, a beleza teve sua importância diminuída. O propósito da Arte deixa de ser atribuir sentido à vida e é substituído pelo desejo de causar impacto a todo custo. O caminho mais curto para isso, de acordo com Scruton, foi romper com a moral tradicional e estabelecer o escárnio moral. A quebra de tabus passou a ser a bandeira da Arte dita moderna: profanar e dessacralizar o sacro, cultuar o feio – levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão. Isso se deve a uma concepção de Arte equivocada, presente no discurso de parte da crítica: “O repúdio à Beleza ganha forma com base em uma visão particular da Arte moderna e de sua história. De acordo com muitos críticos atuais, um trabalho [de Arte] se justifica a si próprio ao anunciar-se como um visitante do futuro. O valor da Arte está em chocar: a Arte existe para nos despertar de nossa situação histórica e nos lembrar da interminável mudança, que é a única coisa permanente na natureza humana".

      Já o culto ao valor prático das coisas levou ao estado atual, que, por sua vez, faz com que o valor das coisas resida na sua utilidade prática – o chamado pragmatismo. Scruton menciona em seu documentário que Oscar Wilde já afirmava que “toda Arte é inútil", mesma posição de Hannah Arendt. A beleza (e a Arte) não têm utilidade, mas é justamente por isso, enfatiza Scruton, que podemos ressaltar sua importância como valor universal; valor que, no entender do filósofo inglês, está enraizado na própria natureza humana. Com isso ele remete sua apologia da beleza a Shaftesbury e a Kant.

      A fruição estética é uma atividade desinteressada e, portanto, inútil. Mas isso desmerece em algum sentido a contemplação? Não, no mesmo sentido em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, embora não tenham “utilidade prática", não perdem seu valor nem passam a ser coisas que dispensamos sem sofrer algum tipo de consequência. Mesmo sem ter uma utilidade prática definida, você já se imaginou sem amor, sem amizade, sem apreciar boa música, bom cinema? Ou, lembrando [...] a Arquitetura – inútil, na perspectiva pragmatista –, não nos sentimos melhor em um prédio belo? A busca das pessoas, na Grã-Bretanha, de prédios construídos no período vitoriano não corroboraria essa hipótese?

                     (BARRETO, André Asso. Rev. Filosofia: agosto de 2012, p. 27-29.)

Preserva-se o acento grave no “a” – em “[...] levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão.” (§ 3) – caso se reescreva “à total confusão” como se propõe em:
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Q593718 Português
   
  Por mais de dois mil anos, segundo o filósofo inglês Roger Scruton, a Arte serviu como remédio para os problemas da sociedade, uma maneira tanto de relatar como de escapar da infelicidade da vida cotidiana; atualmente, em vez disso, a beleza foi posta de lado e a Arte não serve de refúgio, mas dá suporte ao egoísmo dos nossos dias. Roger Scruton aponta o culto à feiúra e o pragmatismo como as principais causas do problema.
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      No primeiro caso, argumenta ele, a Arte, ao abandonar a beleza, perdeu seu principal objetivo, o de fazer com que atribuamos sentido à vida, nos consolando das tristezas, como para Platão, ou ainda, como defendiam os filósofos iluministas, ajudando a galgar alguns degraus da escadaria que nos conduz para longe das banalidades do cotidiano.

      A partir de um momento decisivo da história da Arte, a beleza teve sua importância diminuída. O propósito da Arte deixa de ser atribuir sentido à vida e é substituído pelo desejo de causar impacto a todo custo. O caminho mais curto para isso, de acordo com Scruton, foi romper com a moral tradicional e estabelecer o escárnio moral. A quebra de tabus passou a ser a bandeira da Arte dita moderna: profanar e dessacralizar o sacro, cultuar o feio – levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão. Isso se deve a uma concepção de Arte equivocada, presente no discurso de parte da crítica: “O repúdio à Beleza ganha forma com base em uma visão particular da Arte moderna e de sua história. De acordo com muitos críticos atuais, um trabalho [de Arte] se justifica a si próprio ao anunciar-se como um visitante do futuro. O valor da Arte está em chocar: a Arte existe para nos despertar de nossa situação histórica e nos lembrar da interminável mudança, que é a única coisa permanente na natureza humana".

      Já o culto ao valor prático das coisas levou ao estado atual, que, por sua vez, faz com que o valor das coisas resida na sua utilidade prática – o chamado pragmatismo. Scruton menciona em seu documentário que Oscar Wilde já afirmava que “toda Arte é inútil", mesma posição de Hannah Arendt. A beleza (e a Arte) não têm utilidade, mas é justamente por isso, enfatiza Scruton, que podemos ressaltar sua importância como valor universal; valor que, no entender do filósofo inglês, está enraizado na própria natureza humana. Com isso ele remete sua apologia da beleza a Shaftesbury e a Kant.

      A fruição estética é uma atividade desinteressada e, portanto, inútil. Mas isso desmerece em algum sentido a contemplação? Não, no mesmo sentido em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, embora não tenham “utilidade prática", não perdem seu valor nem passam a ser coisas que dispensamos sem sofrer algum tipo de consequência. Mesmo sem ter uma utilidade prática definida, você já se imaginou sem amor, sem amizade, sem apreciar boa música, bom cinema? Ou, lembrando [...] a Arquitetura – inútil, na perspectiva pragmatista –, não nos sentimos melhor em um prédio belo? A busca das pessoas, na Grã-Bretanha, de prédios construídos no período vitoriano não corroboraria essa hipótese?

                     (BARRETO, André Asso. Rev. Filosofia: agosto de 2012, p. 27-29.)

Na tentativa de substituir a forma verbal destacada em: “[...] de fazer com que ATRIBUAMOS sentido à vida [...]” (§ 2), flexiona-se com evidente equívoco o verbo em:
Alternativas
Respostas
141: E
142: D
143: B
144: A
145: D
146: B
147: A
148: D
149: C
150: E
151: B
152: C
153: B
154: E
155: B
156: E
157: C
158: E
159: D
160: C