Foram encontradas 800 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Considerando o texto acima e que as massas molares de H, C, O e Cl sejam, respectivamente, 1,0 g/mol, 12,0 g/mol, 16,0 g/mol, 35,5 g/mol, julgue os itens que se seguem.
A sacarose é um dissacarídeo formado por uma unidade de glicose e uma de frutose.
Considerando o texto acima e que as massas molares de H, C, O e Cl sejam, respectivamente, 1,0 g/mol, 12,0 g/mol, 16,0 g/mol, 35,5 g/mol, julgue os itens que se seguem.
A sacarose não pode ser classificada em carboidrato, pois a proporção entre os átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio nesse composto difere da proporção 1:2:1, caracterizadora dos carboidratos.
Considerando o texto acima e que as massas molares de H, C, O e Cl sejam, respectivamente, 1,0 g/mol, 12,0 g/mol, 16,0 g/mol, 35,5 g/mol, julgue os itens que se seguem.
O processo de formação do sal-gema é similar ao método de separação conhecido como evaporação, utilizado, por exemplo, para a obtenção de sal de cozinha a partir da água do mar.
Considerando o texto acima e que as massas molares de H, C, O e Cl sejam, respectivamente, 1,0 g/mol, 12,0 g/mol, 16,0 g/mol, 35,5 g/mol, julgue os itens que se seguem.
Nos sais citados no texto, a ligação química existente entre os átomos é de natureza iônica.
Na reflexão difusa, os raios de luz incidentes em uma dada superfície são refletidos obedecendo a diferentes orientações angulares.
Na refração, a luz aumenta a sua velocidade ao passar de um meio menos refringente para um meio mais refringente.
Na fissão nuclear, a absorção de um nêutron pelo núcleo de um átomo pesado, como, por exemplo, o U-235, é acompanhada pela separação desse núcleo em duas ou mais partes.
Quando dois núcleos leves sofrem fusão, a massa do núcleo resultante é maior que a massa dos núcleos individuais antes da fusão.
Na fusão nuclear, os núcleos leves se combinam para formar núcleos mais pesados, o que acarreta a diminuição da energia de ligação do sistema.
No modelo planetário do átomo, os elétrons descrevem órbitas ao redor do núcleo obedecendo às leis de Newton.
O valor da carga elétrica existente no núcleo determina o diâmetro das órbitas eletrônicas.
A frequência f da radiação emitida pelos elétrons, ao saltarem de um estado de energia mais alto para um estado de energia mais baixo, pode ser obtida pela equação E = hf, em que E é a diferença na energia do átomo quando os elétrons estão em órbitas diferentes e h é a constante de Planck.
Os elétrons podem ocupar apenas certas órbitas especiais, nas quais há emissão de radiação eletromagnética pelos elétrons acelerados.
A maior parte das partículas alfa atravessava a película de ouro em trajetórias retilíneas, enquanto apenas uma pequena fração sofria pequenas deflexões.
Na experiência realizada por Rutherford, foi observado que a maioria das partículas alfa carregadas positivamente atravessava a película de ouro como se esta não existisse.
Idealizado a partir de sua experiência, Rutherford propôs um modelo atômico, no qual se considerava a força coulombiana para explicar a interação entre as partículas alfa e o núcleo atômico.
Considerando o princípio da relatividade, conforme proposto por A. Einstein, é correto afirmar que as equações de Maxwell são verdadeiras em qualquer referencial inercial.
A não simultaneidade de eventos em um dado sistema de referência, quando eles são simultâneos em outro sistema de referência, é consequência do fato de que a luz sempre se propaga com o mesmo valor de velocidade para todos os observadores.
Quanto menor o comprimento de onda da luz incidente sobre um obstáculo ou uma fenda em relação às suas dimensões, mais fortes serão os efeitos da difração.
A interferência e a difração constituem evidências da natureza ondulatória da luz.