Foram encontradas 787 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A principal estratégia argumentativa do autor é explicitar as relações, em períodos históricos anteriores ao presente, entre a escola e o ambiente de trabalho.
A ideia central defendida pelo autor é a de que falta coerência entre a escola do século XXI e o mundo do trabalho do qual ela é contemporânea.
No texto, o emprego reiterado dos pronomes pessoais “eles” e “elas” cumpre importante papel coesivo.
A fim de conferir autoridade aos seus argumentos, o autor emprega majoritariamente uma linguagem técnica, com termos que advêm do jargão científico.
No segundo parágrafo do texto, é possível identificar um procedimento figurativo relacionado à personificação do cãozinho.
Infere-se do texto que o autor pretende informar ao dono do animal abandonado durante o dia que está disponível para ficar com o bicho de estimação.
As expressões “Permito-me imaginar” (l.11) e “Suponho” (l.12) possuem, no contexto em que aparecem, o mesmo valor semântico.
A expressão “fado canino” (l.12-13) pode ser interpretada como destino de quem é dono de um cão.
Na expressão “Suponho que então brinque” (l.12), o vocábulo “então” exerce função coesiva e, semanticamente, está vinculado a uma dimensão conclusiva do discurso do autor.
No texto, predomina a função fática, uma vez que o autor utiliza recursos da língua para chamar a atenção do leitor que é provavelmente o dono do cachorrinho.
O nível de linguagem empregado pelo autor do texto é adequado às suas intenções comunicativas, haja vista o texto ter sido construído com linguagem que não respeita a norma padrão para atingir um maior número de interlocutores.
No último parágrafo do texto, predomina a tipologia textual argumentativa/expositiva.
Em termos de estrutura textual, na crônica apresentada, utilizam-se, ficcionalmente, elementos que compõem a carta de natureza argumentativa e comercial.
A supressão da vírgula imediatamente anterior ao enunciado “que tem de dar conta de muita coisa” (l.18-19) manteria a correção gramatical do período e os sentidos originais do texto.
Na linha 12, preserva-se a correção gramatical do período ao se substituir o pronome “que” por dos quais como forma de explicitação da relação entre esse pronome e o antecedente “educadores”.
No segundo parágrafo, na oração “que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas" (l.12-13), há três palavras com a antepenúltima sílaba acentuada.
Na palavra “artista-docente” (l.11), para maior clareza gráfica, caso o hífen da translineação coincidisse, na partição da sílaba ao final da linha, com o hífen integrante da palavra composta, seria gramaticalmente correto repeti-lo, no início da linha subsequente, da forma a seguir: artista-/-docente.
O enunciado “ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés” (l.5-6) configura um período simples, constituído de única oração.
A conjunção “Enquanto” (l.5) introduz uma oração subordinada adverbial que exprime um fato que é efeito ou consequência daquilo que se declara na oração principal.
No trecho “Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula” (l.16-17), a locução “Apesar de” introduz uma oração cujo fato nela reconhecido revela uma contradição e é subordinado ao fato enunciado na oração principal.
