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Com a promulgação da Lei n.º 12.015/2009, deixou de existir, no Código Penal, a figura jurídica típica do atentado violento ao pudor. O crime de estupro passou a abrangê-lo. A partir dessas informações, julgue o item subsecutivo, referentes à sexualidade anômala e criminosa e às lesões delas decorrentes.
Quando não ocorrem os necessários relaxamento e lubrificação
fisiológicos dos órgãos sexuais femininos nos atos sexuais, que
são reflexo da volição, é comum a presença de lesões contusas
na região vulvar. Portanto, em casos de lesões vulvares
compatíveis, haverá forte indício de que o ato sexual não foi
consentido.
Com a promulgação da Lei n.º 12.015/2009, deixou de existir, no Código Penal, a figura jurídica típica do atentado violento ao pudor. O crime de estupro passou a abrangê-lo. A partir dessas informações, julgue o item subsecutivo, referentes à sexualidade anômala e criminosa e às lesões delas decorrentes.
Na espécie humana, o pseudo-hermafroditismo é encontrado
exclusivamente em indivíduos que apresentam glândulas
genitais de um só sexo (testículo ou ovário), mas que, em suas
vias genitais externas, exibem, no todo ou em parte,
conformação semelhante à do sexo oposto ao correspondente
à glândula genital de que é portador.
Com a promulgação da Lei n.º 12.015/2009, deixou de existir, no Código Penal, a figura jurídica típica do atentado violento ao pudor. O crime de estupro passou a abrangê-lo. A partir dessas informações, julgue o item subsecutivo, referentes à sexualidade anômala e criminosa e às lesões delas decorrentes.
Na espécie humana, não existe o hermafroditismo verdadeiro,
que consiste na presença simultânea de gônadas funcionantes
dos sexos masculino e feminino.
Tendo em vista que, na prática médico-legal, constantemente há a necessidade de demonstração pericial da virgindade ou de sua perda, recente ou antiga, julgue o item subsequente, acerca de himenologia.
O hímen é formado por uma dobra da mucosa vaginal, sob a
forma de um folheto duplo no limite anatômico entre a vagina
e a vulva, entremeado por estroma conjuntivo, contendo fibras
elásticas e colágenas, inervação e vascularização, constituindo
um diafragma geralmente de óstio único e central.
Tendo em vista que, na prática médico-legal, constantemente há a necessidade de demonstração pericial da virgindade ou de sua perda, recente ou antiga, julgue o item subsequente, acerca de himenologia.
Em mulher que não tenha hímen complacente, a única prova
material de virgindade é a integridade himenal.
Tendo em vista que, na prática médico-legal, constantemente há a necessidade de demonstração pericial da virgindade ou de sua perda, recente ou antiga, julgue o item subsequente, acerca de himenologia.
A complacência himenal tem caráter relativo, visto que
depende do diâmetro do órgão penetrador.
Tendo em vista que, na prática médico-legal, constantemente há a necessidade de demonstração pericial da virgindade ou de sua perda, recente ou antiga, julgue o item subsequente, acerca de himenologia.
O hímen não se refaz naturalmente, isto é, não volta a ter
formato de membrana diafragmática após a primeira ruptura.
Em caso de ruptura himenal recente, observam-se bordas das
lesões sangrantes ou cobertas por material fibrinoso. Após o
processo de reparo tecidual, por sua vez, os vestígios de
ruptura himenal correspondem à presença de carúnculas
mirtiformes, especialmente após partos vaginais.
Com relação à exclusão de paternidade, julgue o próximo item.
A semelhança física com os genitores deixou de ser utilizada
como critério para a decisão jurídica acerca de paternidade.
Com relação às condutas médico-legais a serem adotadas na situação hipotética acima, julgue o item que se segue.
Caso a fisionomia apresentada nos retratos — tanto o do
documento encontrado no bolso da roupa do cadáver quanto o
do divulgado na investigação policial — coincida com a do
cadáver, o médico-legista poderá dar por findo o processo de
identificação, pois, nas condições descritas, a identificação por
meio de retrato, também denominada fotográfica, consiste em
um método técnico-científico com valor probante médico-legal
e jurídico.
Com relação às condutas médico-legais a serem adotadas na situação hipotética acima, julgue o item que se segue.
O reconhecimento do cadáver pela família, especialmente pela
mãe e pela esposa, constitui um método técnico de
identificação e exime o médico-legista de quaisquer equívocos.
Nesse caso, eventuais equívocos serão atribuídos a quem tiver
realizado o reconhecimento, não havendo consequências
relativas à identificação do cadáver para o médico.
Do ponto de vista médico-legal, identidade e identificação têm conceitos distintos. Enquanto identidade é o conjunto de características que individualizam a pessoa, tornando-a única, identificação é o processo pelo qual se determina a individualização. Com base nessas informações e nos múltiplos conhecimentos a elas relacionados, julgue o item a seguir, referentes à identidade e à identificação no contexto da antropologia forense.
Os métodos de identificação, como a oftalmoscopia, a
rugopalatinoscopia, a otometria, a flebografia e a poroscopia,
embora atendam aos critérios de unicidade e imutabilidade —
requisitos para os elementos sinaléticos identificadores —, são
ineficientes e antieconômicos quanto aos critérios de
classificação e praticidade.
Do ponto de vista médico-legal, identidade e identificação têm conceitos distintos. Enquanto identidade é o conjunto de características que individualizam a pessoa, tornando-a única, identificação é o processo pelo qual se determina a individualização. Com base nessas informações e nos múltiplos conhecimentos a elas relacionados, julgue o item a seguir, referentes à identidade e à identificação no contexto da antropologia forense.
A identificação médico-legal de gêmeos univitelinos não pode
ser realizada por meio de papiloscopia.
Do ponto de vista médico-legal, identidade e identificação têm conceitos distintos. Enquanto identidade é o conjunto de características que individualizam a pessoa, tornando-a única, identificação é o processo pelo qual se determina a individualização. Com base nessas informações e nos múltiplos conhecimentos a elas relacionados, julgue o item a seguir, referentes à identidade e à identificação no contexto da antropologia forense.
A metodologia papiloscópica, anteriormente denominada
datiloscópica, consiste na comparação entre os desenhos
coletados nos dedos de uma pessoa, ou por ela depositados em
objetos ou superfícies, e os desenhos arquivados em bancos de
dados de impressões digitais.
Do ponto de vista médico-legal, identidade e identificação têm conceitos distintos. Enquanto identidade é o conjunto de características que individualizam a pessoa, tornando-a única, identificação é o processo pelo qual se determina a individualização. Com base nessas informações e nos múltiplos conhecimentos a elas relacionados, julgue o item a seguir, referentes à identidade e à identificação no contexto da antropologia forense.
A tafonomia — estudo dos processos geológicos e biológicos
que influenciam o organismo após a sua morte, alterando ou
contaminando materiais orgânicos, especialmente os ossos —
é um importante instrumental de análise para os
antropologistas forenses na investigação das circunstâncias de
morte de indivíduos cujos cadáveres tenham sido abandonados
e estejam putrefeitos.
Do ponto de vista médico-legal, identidade e identificação têm conceitos distintos. Enquanto identidade é o conjunto de características que individualizam a pessoa, tornando-a única, identificação é o processo pelo qual se determina a individualização. Com base nessas informações e nos múltiplos conhecimentos a elas relacionados, julgue o item a seguir, referentes à identidade e à identificação no contexto da antropologia forense.
Para fins de identificação humana, as análises de caligrafia e
voz não possuem valor jurídico, uma vez que não obedecem
aos critérios de imutabilidade.