Questões de Concurso Para cau-br

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Q2358918 Noções de Informática

Com relação ao sistema operacional Windows e às ferramentas do Microsoft 365, julgue o item que se segue.


No Word, a opção Compartilhar permite que um documento em elaboração seja enviado como anexo para um ou mais destinatários de email para ser editado simultaneamente por eles.  

Alternativas
Q2358917 Noções de Informática

Com relação ao sistema operacional Windows e às ferramentas do Microsoft 365, julgue o item que se segue.


O Modo Avião é uma opção de configuração do Windows que, quando ativada, interrompe qualquer comunicação sem fio via wi-fi, Bluetooth ou celular.

Alternativas
Q2358916 Noções de Informática

Com relação ao sistema operacional Windows e às ferramentas do Microsoft 365, julgue o item que se segue.


Na galeria de estilos do Word, o estilo Normal é utilizado para criação de títulos de seções de um documento, para que eles fiquem destacados e possam receber numeração automática.

Alternativas
Q2358915 Noções de Informática

Com relação ao sistema operacional Windows e às ferramentas do Microsoft 365, julgue o item que se segue.


Na opção de backup do Windows, é possível fazer a cópia de segurança das pastas e dos arquivos do usuário assim como de configuração das redes wi-fi e respectivas senhas.

Alternativas
Q2358914 Português
        As regiões metropolitanas e as grandes cidades brasileiras concentram hoje a atenção das autoridades de gestão territorial em nível local, regional e nacional. O conhecimento da complexa realidade dessas áreas em suas múltiplas dimensões e de modo dinâmico torna-se imprescindível para geri-las de forma eficiente. Não se trata apenas do levantamento de dados brutos, mas da proficiente manipulação e interpretação desses dados a partir de processamentos quantitativos (matemáticos e lógicos) sobre uma base espacial, de forma a revelar características e processos intrínsecos aos fenômenos em análise. Dito de outra forma, não basta somente a confecção de mapas digitais coloridos ilustrando, por exemplo, a exclusão social de uma determinada cidade por quantis, mas é fundamental que, com o auxílio de técnicas apropriadas de análise espacial, se possam extrair tendências do padrão de manifestação da exclusão social de forma contínua no espaço. Ou ainda, não é suficiente apenas mapear a ocorrência de crimes em um sistema georreferenciado, mas sim estudá-los de forma dinâmica, entendendo a sua proliferação no espaço e no tempo em articulação com inúmeras variáveis socioeconômicas e biofísicas, e como as estradas podem atuar como vetores de expansão da criminalidade.
         Nessa linha de pensamento, elaborar mapas estáticos de uso do solo urbano não mais atende às necessidades atuais dos gestores locais, mas é necessário que se permitam simulações de diferentes cenários futuros de expansão urbana e dinâmica de uso do solo em ambiente computacional. Aí reside o desafio da geoinformação em gestão urbana e regional, que pode ser entendida como um paradigma emergente na pesquisa multi e interdisciplinar que se dedica a explorar a extrema complexidade de problemas socioambientais em um ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Openshaw (2000) argumenta que a geoinformação não se reduz ao uso de técnicas computacionais para solucionar problemas espaciais, mas se refere, ao contrário, a uma forma totalmente nova de se fazer ciência em um contexto geográfico.


Cláudia Maria de Almeida, Gilberto Câmara e Antonio Miguel V. Monteiro (Org.).
Geoinformação em urbanismo. Cidade Real X Cidade Virtual.
São Paulo: Oficina de Texto, 2007, p. 5 e 6. (com adaptações)

Em relação aos aspectos linguísticos do texto apresentado anteriormente, julgue o próximo item.


Em “que pode ser entendida como um paradigma emergente na pesquisa multi e interdisciplinar que se dedica a explorar a extrema complexidade de problemas socioambientais em um ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG)”, o vocábulo “que” apresenta o mesmo referente em ambas as ocorrências.

Alternativas
Q2358913 Português
        As regiões metropolitanas e as grandes cidades brasileiras concentram hoje a atenção das autoridades de gestão territorial em nível local, regional e nacional. O conhecimento da complexa realidade dessas áreas em suas múltiplas dimensões e de modo dinâmico torna-se imprescindível para geri-las de forma eficiente. Não se trata apenas do levantamento de dados brutos, mas da proficiente manipulação e interpretação desses dados a partir de processamentos quantitativos (matemáticos e lógicos) sobre uma base espacial, de forma a revelar características e processos intrínsecos aos fenômenos em análise. Dito de outra forma, não basta somente a confecção de mapas digitais coloridos ilustrando, por exemplo, a exclusão social de uma determinada cidade por quantis, mas é fundamental que, com o auxílio de técnicas apropriadas de análise espacial, se possam extrair tendências do padrão de manifestação da exclusão social de forma contínua no espaço. Ou ainda, não é suficiente apenas mapear a ocorrência de crimes em um sistema georreferenciado, mas sim estudá-los de forma dinâmica, entendendo a sua proliferação no espaço e no tempo em articulação com inúmeras variáveis socioeconômicas e biofísicas, e como as estradas podem atuar como vetores de expansão da criminalidade.
         Nessa linha de pensamento, elaborar mapas estáticos de uso do solo urbano não mais atende às necessidades atuais dos gestores locais, mas é necessário que se permitam simulações de diferentes cenários futuros de expansão urbana e dinâmica de uso do solo em ambiente computacional. Aí reside o desafio da geoinformação em gestão urbana e regional, que pode ser entendida como um paradigma emergente na pesquisa multi e interdisciplinar que se dedica a explorar a extrema complexidade de problemas socioambientais em um ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Openshaw (2000) argumenta que a geoinformação não se reduz ao uso de técnicas computacionais para solucionar problemas espaciais, mas se refere, ao contrário, a uma forma totalmente nova de se fazer ciência em um contexto geográfico.


Cláudia Maria de Almeida, Gilberto Câmara e Antonio Miguel V. Monteiro (Org.).
Geoinformação em urbanismo. Cidade Real X Cidade Virtual.
São Paulo: Oficina de Texto, 2007, p. 5 e 6. (com adaptações)

Em relação aos aspectos linguísticos do texto apresentado anteriormente, julgue o próximo item.


No trecho “Aí reside o desafio da geoinformação em gestão urbana e regional, que pode ser entendida como um paradigma emergente na pesquisa multi e interdisciplinar”, a flexão do feminino em “entendida” justifica-se pela concordância com o substantivo “gestão”.

Alternativas
Q2358910 Português
            O eucalipto é cortado, e dele se faz o papel. Processo quase alquímico. O inflexível se dobra, o marrom se torna branco, onde cabiam folhas verdes agora cabem ideias maduras. Chegada a obra-prima, alguém trabalha o preenchê-la. E era isso que fascinava tanto o jornalista Pinheiro Júnior — fosse jovem fosse experiente.
         — Por que arquitetura? Por que arquitetura quando o senhor já havia contribuído tanto com esse talento, com esse dom?
         — Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a diagramação da UH, a paginação da UH. Enquanto os outros jornais eram jornais duros, feios, a UH era um jornal bonito, era um jornal, inclusive, a cores. Os outros jornais não eram. Arquitetura, em jornalismo, é exatamente a diagramação dos jornais.


Bruna Rezende e Victor Gabry. A Arquitetura tem tudo a ver com o Jornalismo!
Uma conversa com Pinheiro Júnior, veterano do jornalismo, sobre o que ele ainda não falou.
In: Cadernos de reportagem, 2018. Internet:<cadernosdereportagem.wordpress.com> .

Com base na leitura e nos sentidos do texto anterior, julgue o item que se segue.


Mantendo-se a correção gramatical do texto, o último parágrafo poderia ser reescrito da seguinte forma, sem prejuízo do seu sentido original: Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a sua diagramação, a sua paginação. Enquanto os outros jornais eram duros, feios, em preto e branco, a UH era um jornal bonito, em cores. Arquitetura, em jornalismo, é exatamente a diagramação dos jornais. 

Alternativas
Q2358909 Português
            O eucalipto é cortado, e dele se faz o papel. Processo quase alquímico. O inflexível se dobra, o marrom se torna branco, onde cabiam folhas verdes agora cabem ideias maduras. Chegada a obra-prima, alguém trabalha o preenchê-la. E era isso que fascinava tanto o jornalista Pinheiro Júnior — fosse jovem fosse experiente.
         — Por que arquitetura? Por que arquitetura quando o senhor já havia contribuído tanto com esse talento, com esse dom?
         — Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a diagramação da UH, a paginação da UH. Enquanto os outros jornais eram jornais duros, feios, a UH era um jornal bonito, era um jornal, inclusive, a cores. Os outros jornais não eram. Arquitetura, em jornalismo, é exatamente a diagramação dos jornais.


Bruna Rezende e Victor Gabry. A Arquitetura tem tudo a ver com o Jornalismo!
Uma conversa com Pinheiro Júnior, veterano do jornalismo, sobre o que ele ainda não falou.
In: Cadernos de reportagem, 2018. Internet:<cadernosdereportagem.wordpress.com> .

Com base na leitura e nos sentidos do texto anterior, julgue o item que se segue.


No trecho “Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a diagramação da UH, a paginação da UH” (terceiro parágrafo), a forma verbal “atraiu” poderia ser corretamente empregada no plural — atraíram

Alternativas
Q2358908 Português
            O eucalipto é cortado, e dele se faz o papel. Processo quase alquímico. O inflexível se dobra, o marrom se torna branco, onde cabiam folhas verdes agora cabem ideias maduras. Chegada a obra-prima, alguém trabalha o preenchê-la. E era isso que fascinava tanto o jornalista Pinheiro Júnior — fosse jovem fosse experiente.
         — Por que arquitetura? Por que arquitetura quando o senhor já havia contribuído tanto com esse talento, com esse dom?
         — Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a diagramação da UH, a paginação da UH. Enquanto os outros jornais eram jornais duros, feios, a UH era um jornal bonito, era um jornal, inclusive, a cores. Os outros jornais não eram. Arquitetura, em jornalismo, é exatamente a diagramação dos jornais.


Bruna Rezende e Victor Gabry. A Arquitetura tem tudo a ver com o Jornalismo!
Uma conversa com Pinheiro Júnior, veterano do jornalismo, sobre o que ele ainda não falou.
In: Cadernos de reportagem, 2018. Internet:<cadernosdereportagem.wordpress.com> .

Com base na leitura e nos sentidos do texto anterior, julgue o item que se segue.


O uso dos travessões no início do segundo e do terceiro parágrafos é um dos indicativos de que o gênero textual do fragmento apresentado é entrevista. 

Alternativas
Q2358903 Português
               
  

              Fábula de um arquiteto
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e teto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.

Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.

João Cabral de Melo Neto. Fábula de um arquiteto.
In: Antologia poética. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 1978, p.18.  

Considerando o texto e a imagem da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, obra de Oscar Niemayer, julgue o item a seguir.


Em “Até que, tantos livres o amedrontando” e “ele foi amurando” (ambos na segunda estrofe), as formas pronominais “o” e “ele” têm o mesmo referente: o arquiteto. 

Alternativas
Q2358902 Português
               
  

              Fábula de um arquiteto
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e teto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.

Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.

João Cabral de Melo Neto. Fábula de um arquiteto.
In: Antologia poética. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 1978, p.18.  

Considerando o texto e a imagem da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, obra de Oscar Niemayer, julgue o item a seguir.


Em “tudo se sanearia desde casas abertas” (primeira estrofe), a forma verbal é empregada no futuro do pretérito no modo indicativo para expressar a certeza da impossibilidade do saneamento.

Alternativas
Q2358901 Português
               
  

              Fábula de um arquiteto
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e teto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.

Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.

João Cabral de Melo Neto. Fábula de um arquiteto.
In: Antologia poética. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 1978, p.18.  

Considerando o texto e a imagem da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, obra de Oscar Niemayer, julgue o item a seguir.


O verbo “construir”, presente reiteradamente nos cinco versos iniciais do texto, é empregado no poema como substantivo.

Alternativas
Q2358470 Matemática Financeira

Julgue os itens a seguir, com relação aos regimes de juros simples e compostos, assumindo log10(1 + 0,01) = 0,004 e log10(2) = 0,3.


Sob o regime de juros simples, o capital dobrará a cada 8 anos. 

Alternativas
Q2358469 Matemática Financeira

Julgue os itens a seguir, com relação aos regimes de juros simples e compostos, assumindo log10(1 + 0,01) = 0,004 e log10(2) = 0,3.


Para um ano bissexto, se x for a taxa diária, então a taxa efetiva anual será igual a [(1 + x)366 − 1]. 

Alternativas
Q2358468 Matemática Financeira

Julgue os itens a seguir, com relação aos regimes de juros simples e compostos, assumindo log10(1 + 0,01) = 0,004 e log10(2) = 0,3.


Se a taxa de juros for de 2% ao mês, a taxa nominal anual será de 24%. 

Alternativas
Q2358467 Matemática Financeira

Julgue os itens a seguir, com relação aos regimes de juros simples e compostos, assumindo log10(1 + 0,01) = 0,004 e log10(2) = 0,3.


Sob o regime de juros compostos, o capital dobrará em menos de 6 anos.

Alternativas
Q2358466 Matemática Financeira

Julgue os itens a seguir, com relação aos regimes de juros simples e compostos, assumindo log10(1 + 0,01) = 0,004 e log10(2) = 0,3.


Se um empréstimo for tomado sob o regime de juros simples, a taxa média de juros será igual à média aritmética das taxas mensais. 

Alternativas
Q2358465 Matemática Financeira

Tendo em vista os conceitos de taxa nominal, efetiva, real e equivalente, julgue o item subsequente. 


A taxa real de juros é obtida a partir da subtração da taxa efetiva de juros pela inflação. 

Alternativas
Q2358464 Matemática Financeira

Tendo em vista os conceitos de taxa nominal, efetiva, real e equivalente, julgue o item subsequente. 


A metodologia de juros simples pode resultar em juros maiores do que a metodologia de juros compostos. 

Alternativas
Q2358463 Matemática Financeira

Tendo em vista os conceitos de taxa nominal, efetiva, real e equivalente, julgue o item subsequente. 


A taxa nominal de juros também é conhecida como taxa proporcional de juros. 

Alternativas
Respostas
621: E
622: C
623: E
624: C
625: E
626: E
627: C
628: C
629: C
630: C
631: E
632: E
633: E
634: C
635: C
636: E
637: C
638: E
639: C
640: C