Questões de Concurso
Para cefet-rj
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Sabendo que o ponto E está a uma distância de 3 cm do ponto A e a uma distância de 2 cm do ponto D, conclui-se que a distância entre os pontos F e B, em centímetros, é:
Com base nesses dados, a função que modela a relação entre o tempo de funcionamento (x) e a temperatura (f(x)) do equipamento é dada por:
Fio A: 48 unidades de resistência
Fio B: 72 unidades de resistência
Fio C: 90 unidades de resistência
Sabendo que a mistura final deve ter 1.050 kg de fios no total, a quantidade necessária, em quilograma, de Fio B será de:
A função quadrática f tem parte do seu gráfico exibido na figura a seguir.

Sobre esta função, é correto afirmar que:
Dois pilotos planejam um voo entre esses municípios e, se fizerem todos os cálculos corretamente, concluirão que a distância real entre as duas cidades, em quilômetros, é igual a:
• ao retirar oito unidades do número a obtém-se treze.
• ao somar duas unidades ao triplo do número b obtém-se cinquenta.
Nessas condições, a diferença a – b vale:
Caso todas as operações sejam resolvidas corretamente, o número inteiro mais próximo da eficiência semanal do equipamento encontrada pelos alunos será:
“Assim como no ano passado, o Brasileirão 2024 foi muito bem nas arquibancadas. A média de público foi a segunda maior da história do campeonato, ficando atrás apenas da edição de 2023. Nos 376 jogos com público pagante (quatro foram com portões fechados), a média foi de 25.781 pagantes por partida, totalizando 9,6 milhões de torcedores nos estádios. No ano passado, a média foi de 26.502 por jogo.”
Disponível em: https://ge.globo.com/espiao-estatistico/noticia/2024/12/10/ brasileirao-2024-tem-a-segunda-maior-media-de-publico-da-historia-docampeonato-veja-balanco.ghtml. Acesso em 16 de dez. de 2024.
Considerando somente os jogos com público pagante, a média de público da edição 2023 do Campeonato Brasileiro superou a de 2024 em uma quantidade de torcedores igual a:
“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.
para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.
“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.
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“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.
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para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.