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Q604977 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas obedecendo à mesma regra.
Alternativas
Q604976 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam ditongo.
Alternativas
Q604975 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
“... seres humanos, complexos e desvalidos, como todos." (1º§). A palavra “desvalidos" significa, EXCETO:
Alternativas
Q604974 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
No terceiro parágrafo, a autora faz algumas indagações. Essas indagações constituem estratégias
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Q604973 Português
A mulher e o poder 

    Escrever sobre homens e poder seria de um óbvio ululante. O poder transforma, e nem sempre para melhor. É preciso saber lidar com ele, para que não nos deforme. A pergunta sobre como as mulheres exercem cargos de mando tem várias respostas, e eu já fiz o teste: desde “estão maravilhosas”, “estão poderosas”, até “andam muito loucas, mandonas demais”. Mulheres são gente: seres humanos, complexos e desvalidos como todos. A vida é que andou se complicando muito desde que mulheres (tão poucas, ainda!) começaram a assumir algum poder. A velocidade com que as mudanças sociais acontecem hoje é perturbadora e, embora nossos avós também dissessem “Nossa! Como este ano passou rápido!”, hoje nossa vida se transforma em mera correria se a gente não cuidar. [...]
    Com o poder acontece o mesmo que ocorre com o tempo: ou o transformamos em nosso bicho de estimação ou ele nos devora. [...] Já que mulheres no poder são quase uma novidade, é sobre isso que me interessa refletir aqui. Não faz tanto tempo que começamos a assumir funções de ministra, prefeita, governadora, cientista, motorista de táxi e ônibus, reitora, e tantas outras. [...] Sendo pioneiras, e sem modelos a seguir, a quem deveríamos recorrer, em quem nos inspirar à frente do país, do ministério, dos empregados da estância, dos colegas lidando com grandes máquinas agrícolas ou à frente de sindicatos? Restava‐nos a imagem dos homens.
    Algumas pensaram em igualar‐se a eles, com jeitos e trejeitos de capataz furioso ou comandante carrancudo, isto é, virando a caricatura de homens poderosos. Pior que eles, por estarem inseguras, sendo prepotentes. Outras tentaram disfarçar esse poder com exageros de sedução: muitas foram educadas para agradar, não para mandar, e o espectro da mulher sozinha existe. De um homem sozinho, dizem que está “aproveitando a vida”, mas da mulher sozinha eventualmente se comenta: “Coitada, ninguém a quis”. E não adianta reclamar: essa é uma realidade burra, um preconceito idiota, mas não falecido. Com todo esse dilema, corre‐se em busca de um “jeito feminino de exercer o poder”. Isso existe? Tem de ser buscado? E o que será, afinal: um jeito delicado, doce ou cor‐de‐rosa? Que os deuses nos livrem disso. Talvez seja apenas um jeito humano, pois é o que todos somos: cheios de fragilidade e força, de qualidades e defeitos, todos em última análise com medo de não ser atendidos. [...]
    O mais positivo pode ser as mulheres, sobre as quais especialmente escrevo, tentarem ser naturais. Nem ir ao posto de comando vestidas de freira ou militar, cheias de convencionalismos, ar gélido e voz de metal, nem sedutoras por medo de perder a feminilidade (seja lá o que pensam que isso é). Ser apenas uma pessoa a quem o poder foi dado pela sorte, pelo destino, pelo mérito (o melhor de todos), por algum concurso, enfim, pelos caminhos da profissão, e tentar fazer isso da melhor forma possível. Para exercer o poder não é preciso nem beleza nem feiúra, nem coisa alguma além de preparo e capacidade, humanidade, ética, honradez, informação, entendimento do outro, respeito pelo outro para que ele também nos respeite. Para homens e mulheres o comando é difícil, é solitário. E, acreditem, exige cuidado: porque, se pode ajudar, pode também contaminar. Nada melhor do que agir com simplicidade, lucidez e alguma bem‐humorada autocrítica, em qualquer posto e em qualquer circunstância desta nossa vida.
(LUFT, Lya. Veja, p. 22, 28 jan. 2009.)  
Assinale a alternativa em que a autora faz um juízo de valor.
Alternativas
Q596020 Eletrotécnica
Imagem associada para resolução da questão 


“O voltímetro indicado pela figura possui resistência interna de 1000 Ω e fundo de escala de 12 V. Deseja‐se realizar a medição da fonte indicada pela figura anterior. Nesse sentido, o melhor procedimento para realizar a medição é inserir um resistor de ______________, em ___________ com o voltímetro." Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q596019 Eletrotécnica
Imagem associada para resolução da questão 


“Um técnico em eletrotécnica foi contratado para realizar o dimensionamento da carga de iluminação, de acordo com a planta apresentada pela figura anterior. Após analisar a planta, é correto afirmar que a potência de iluminação do(a) ___________ será de _______ VA." Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q596018 Eletrotécnica
Uma boa prática em serviços onde exista energia elétrica é o trabalho seguro, no qual se utilize técnicas e proteções para que o risco de acidentes seja minimizado. Assinale a definição correta de tensão de segurança.
Alternativas
Q596017 Eletrotécnica
Imagem associada para resolução da questão 


O esquema elétrico representado pela figura é um acionamento para motor trifásico. Como elemento de proteção encontra‐se o relé térmico, que atua através da dilatação linear de uma lâmina bimetálica. Assinale a alternativa que define corretamente o motivo de atuação do relé térmico.
Alternativas
Q596016 Eletrotécnica
Imagem associada para resolução da questão 


A associação de um resistor e indutor denomina‐se circuito RL, podendo ser série ou paralelo. O circuito apresentado na figura anterior está energizado por uma fonte de tensão alternada de 5 V/60 Hz. Os valores da tensão VR e da resistência R são, respectivamente:
Alternativas
Q596015 Eletrotécnica
A conversão de bases numéricas é utilizada frequentemente em sistemas digitais para processamento de informações. A equação 42F16 – 37A16 possui resposta em binário (base 2) representada na alternativa:
Alternativas
Q596014 Eletrotécnica
Imagem associada para resolução da questão 


O circuito da figura anterior representa um sistema digital que interpreta quatro sensores representadospelas entradas A, B, C e D. As entradas estão relativamente com os seguintes níveis lógicos: A = 0, B = 1, C = 1, D = 0.

Considerando estas condições, as saídas S2 e S1 serão, respectivamente:
Alternativas
Q596012 Eletrotécnica
 

O circuito da figura anterior é utilizado para acionar um motor de 110 V/60 Hz, através do chaveamento do transistor que é acionado por um circuito digital TTL. As características técnicas do transistor e do relé são:


BC548                                              Relé

VBESAT = 0,7 V                               RR = 80 Ω

VCESAT = 0 V                                  IR = 50 mA

βsat = 20

ICMAX = 100 mA

VCEMAX = 30 V
O valor de Rb, que garante que o transistor entre em estado de saturação ao receber 5 V na base, é:
Alternativas
Q596011 Eletrotécnica
                   Imagem associada para resolução da questão 


O circuito representado pela figura é um retificador, aplicação CA de diodos em corrente alternada. “Vi" é a tensão da rede elétrica de 127 Volts AC/60 Hz, e a corrente que circula por RL é igual a 179,07 mA. Os componentes suportam as tensões e correntes do circuito. Considerando RL = 1000 Ω, C = 1000 uF/250 V, assinale a alternativa que representa o valor da tensão de ondulação sobre a carga.
Alternativas
Q596010 Atualidades
“Há dois anos, os primeiros estrangeiros bolsistas começaram a chegar aos municípios onde atuariam. O programa federal propunha aumentar o número de profissionais atuando na rede de atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS) em regiões carentes desses profissionais. Hoje, há mais de 18 mil desses profissionais atuando no programa, sendo cerca de 11.500 cubanos contratados via convênio com a Organização Pan‐americana da Saúde (Opas), aproximadamente 1.500 formados no exterior e mais de 5 mil brasileiros." Trata‐se do programa:
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Q596009 Atualidades
O Conselho de Estado da Itália, última instância da justiça administrativa do país europeu, decidiu em setembro de 2015 pela extradição do ex‐diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, que foi condenado pela Justiça brasileira por envolvimento no escândalo conhecido por:
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Q596008 Atualidades
Em setembro de 2015, o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, anunciou que admitia conceder anistia aos prisioneiros do grupo extremista islâmico que raptou cerca de 200 jovens em 2014 se este concordasse em libertar todas as meninas de Chibok, fato que comoveu o mundo. Este grupo que vem aterrorizando parte da Nigéria, uma das nações mais ricas e populosas da África, é denominado:
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Q596007 Geografia
O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia‐o atentamente.

“Sabemos muito pouco sobre os povos indígenas brasileiros. Dá pra dizer que justamente por isso sabemos pouco sobre o Brasil. Esse conhecimento fica de antropólogos e alguns historiadores. Eles também são poucos e o assunto é imenso. Temos, portanto, o dever de olhar para a vida desses povos com mais respeito ainda, o respeito de quem é ignorante. Não podemos pensar que o Brasil seja apenas o resultado da colonização europeia e que o passado ligado aos povos tradicionais que aqui habitavam (e onde muitos ainda habitam) seja menos importante. Vivemos sob a ideologia de que o Brasil é algo novo, mas o que chamamos de 'novo' é só uma parte da história. Dizer 500 anos de Brasil (hoje, 515) é algo que vale para a teoria da história e o fazer historiográfico, mas é uma inverdade se levarmos em conta nossa história subterrânea. A história que não temos como conhecer por que vivemos colonizados, pensando que a história que vale é a dos nossos ancestrais europeus e da colônia na qual fomos criados."

(Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/sobre‐a‐matanca‐dos‐guarani‐kaiowa./.)
A atual população indígena brasileira, segundo resultados preliminares do Censo Demográfico realizado pelo IBGE em  2010, é de 817.963 indígenas, dos quais 502.783 vivem na zona rural e 315.180 habitam as zonas urbanas brasileiras. Este censo revelou que em todos os Estados da Federação, inclusive do Distrito Federal, há populações indígenas. A unidade federada que concentra a maior população indígena do Brasil chama‐se:
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Q596006 Conhecimentos Gerais
O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia‐o atentamente.

“Sabemos muito pouco sobre os povos indígenas brasileiros. Dá pra dizer que justamente por isso sabemos pouco sobre o Brasil. Esse conhecimento fica de antropólogos e alguns historiadores. Eles também são poucos e o assunto é imenso. Temos, portanto, o dever de olhar para a vida desses povos com mais respeito ainda, o respeito de quem é ignorante. Não podemos pensar que o Brasil seja apenas o resultado da colonização europeia e que o passado ligado aos povos tradicionais que aqui habitavam (e onde muitos ainda habitam) seja menos importante. Vivemos sob a ideologia de que o Brasil é algo novo, mas o que chamamos de 'novo' é só uma parte da história. Dizer 500 anos de Brasil (hoje, 515) é algo que vale para a teoria da história e o fazer historiográfico, mas é uma inverdade se levarmos em conta nossa história subterrânea. A história que não temos como conhecer por que vivemos colonizados, pensando que a história que vale é a dos nossos ancestrais europeus e da colônia na qual fomos criados."

(Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/sobre‐a‐matanca‐dos‐guarani‐kaiowa./.)
Sobre a atual situação dos povos indígenas no Brasil é correto afirmar, EXCETO:
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Q596005 História
O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia‐o atentamente.

“Sabemos muito pouco sobre os povos indígenas brasileiros. Dá pra dizer que justamente por isso sabemos pouco sobre o Brasil. Esse conhecimento fica de antropólogos e alguns historiadores. Eles também são poucos e o assunto é imenso. Temos, portanto, o dever de olhar para a vida desses povos com mais respeito ainda, o respeito de quem é ignorante. Não podemos pensar que o Brasil seja apenas o resultado da colonização europeia e que o passado ligado aos povos tradicionais que aqui habitavam (e onde muitos ainda habitam) seja menos importante. Vivemos sob a ideologia de que o Brasil é algo novo, mas o que chamamos de 'novo' é só uma parte da história. Dizer 500 anos de Brasil (hoje, 515) é algo que vale para a teoria da história e o fazer historiográfico, mas é uma inverdade se levarmos em conta nossa história subterrânea. A história que não temos como conhecer por que vivemos colonizados, pensando que a história que vale é a dos nossos ancestrais europeus e da colônia na qual fomos criados."

(Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2015/09/sobre‐a‐matanca‐dos‐guarani‐kaiowa./.)
Quando trata da “história que não temos como conhecer..." o autor está enfatizando que o Brasil.
Alternativas
Respostas
781: A
782: B
783: B
784: A
785: B
786: B
787: D
788: A
789: A
790: D
791: D
792: B
793: A
794: B
795: A
796: C
797: C
798: C
799: D
800: B