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No que se refere a proteção miocárdica e circulação extracorpórea, julgue o item subsecutivo.
Quando a aorta é clampeada, durante uma cirurgia, por um
tempo inferior a 15 min ou 20 min e a reserva miocárdica é
grande, a isquemia produzida causa lesões na esfera
bioquímica e metabólica, que são inteiramente reversíveis e,
em geral, não comprometem a função do miocárdio.
No que se refere a proteção miocárdica e circulação extracorpórea, julgue o item subsecutivo.
O objetivo primordial das técnicas de proteção do miocárdio
é facilitar o reparo cirúrgico das lesões cardíacas ou
cardiovasculares existentes, ao mesmo tempo em que oferece
condições operatórias ótimas à equipe cirúrgica, sem causar
dano à função miocárdica.
Julgue o item subsequente, relativo à coagulação e anticoagulação.
Na atualidade, a atenção dos perfusionistas durante a
circulação extracorpórea e a anticoagulação concentra-se em
dois efeitos colaterais maiores capazes de produzir
complicações graves: a resistência à heparina e a trombocitose
induzida pela heparina.
Julgue o item subsequente, relativo à coagulação e anticoagulação.
Os pacientes que recebem tratamentos com heparinazação
prolongada podem apresentar resistência à heparina, causada
por elevação dos níveis de AT-III (antitrombina).
Julgue o item subsequente, relativo à coagulação e anticoagulação.
A coagulação do sangue é fortemente alterada pela hipotermia.
Julgue o item subsequente, relativo à coagulação e anticoagulação.
A insuficiência renal pode prolongar o efeito anticoagulante da
heparina, ao passo que as lesões hepáticas praticamente não
têm influência na duração dessa substância.
Julgue o item subsequente, relativo à coagulação e anticoagulação.
O principal efeito da heparina, na circulação extracorpórea, é
a inibição da formação da fibrina a partir do fibrinogênio. Mas,
além desse efeito, ela pode induzir a dissolução de coágulos
formados por excitação da fibrinogênese.
A propósito de perfusato e hemodiluição, julgue o item subsequente.
Os oxigenadores de última geração podem ser utilizados com
um volume reduzido de perfusato e permitem o melhor
aproveitamento das vantagens que a hemodiluição proporciona
na circulação extracorpórea.
A propósito de perfusato e hemodiluição, julgue o item subsequente.
O manitol é um aditivo que pode ser acrescentado ao perfusato
básico, mantendo a pressão coloidosmótica e reduzindo a
diurese, pelo efeito nos túbulos renais. Tem ação importante
para contrabalançar os efeitos do aumento do hormônio
natriurético atrial, que acompanha a perfusão.
A propósito de perfusato e hemodiluição, julgue o item subsequente.
Os dextrans têm pouco uso em perfusão, em razão do aumento
de sangramento pós-operatório, em função de suas
propriedades antiagregantes plaquetárias. Além disso,
mascaram os resultados da determinação dos grupos
sanguíneos.
A propósito de perfusato e hemodiluição, julgue o item subsequente.
As principais características do perfusato são a sua composição
eletrolítica, o hematócrito final pré-dilucional e a pressão
osmótica.
A propósito de perfusato e hemodiluição, julgue o item subsequente.
A hemodiluição para a circulação extracorpórea, em geral,
deve oscilar entre 100 mL e 120 mL de soluções cristaloides
para cada quilograma de peso corporal do paciente.
A respeito de ultrafiltração e circulação extracorpórea, julgue o item seguinte.
Na ultrafiltração venoarterial, o sangue é recolhido em um
ponto da linha venosa do circuito da circulação extracorpórea,
atravessa o ultrafiltro e retorna ao circuito da circulação
extracorpórea, no reservatório de cardiotomia ou no
reservatório venoso do oxigenador.
A respeito de ultrafiltração e circulação extracorpórea, julgue o item seguinte.
Constituem situações capazes de resultar em hemodiluição
excessiva: pacientes com anemia, com edema ou com
insuficiência cardíaca; uso de oxigenadores e de circuitos com
necessidade de grandes volumes de prime; e presença de
excesso de cristaloides nas soluções para a proteção do
miocárdio.
A respeito de ultrafiltração e circulação extracorpórea, julgue o item seguinte.
A ultrafiltração permite que a água, os eletrólitos e outras
substâncias de alto peso molecular sejam removidos do plasma
sanguíneo, ao passo que os elementos figurados do sangue, as
proteínas e as demais substâncias de peso molecular baixo são
retidos e permanecem em circulação.
A respeito de ultrafiltração e circulação extracorpórea, julgue o item seguinte.
Na ultrafiltração não se utiliza a solução fundamental para as
trocas hidroeletrolíticas, chamada dialisato, pois não é
necessário fazê-lo.
A respeito de ultrafiltração e circulação extracorpórea, julgue o item seguinte.
A ultrafiltração foi inicialmente empregada nas unidades de
terapia intensiva, sob a denominação de hemofiltração
arteriovenosa contínua, nos casos em que a hemodiálise ou a
diálise peritonial não eram indicadas ou não estavam
disponíveis.
Acerca do equilíbrio ácido-base e eletrolítico, julgue o próximo item.
A acidose metabólica deprime a contratilidade miocárdica,
podendo produzir depressão do tônus vascular, arritmias
ventriculares e, ainda, tende a aumentar o sangramento
operatório.
Acerca do equilíbrio ácido-base e eletrolítico, julgue o próximo item.
Nos oxigenadores de membranas, a retenção de CO2 pode
ocorrer pela administração de gás rico em oxigênio — com
fração inspiratória de oxigênio (FiO2) elevada —, porém com
fluxo baixo. Nesses casos, a pressão parcial de oxigênio no
sangue arterial (PaO2) é normal e a pressão parcial de gás
carbônico (PaCO2) é elevada.
Acerca do equilíbrio ácido-base e eletrolítico, julgue o próximo item.
Na acidose respiratória não compensada, há os seguintes
parâmetros de gasometria arterial: pH reduzido, pCO2
aumentada, BE (base excess – excesso de bases) normal e
HCO3 reduzido.