Uma paciente de 48 anos comparece ao
consultório do seu clínico com relato de dores
difusas,
de
intensidade
intermitente,
que
acometem grupos musculares diferentes em
momentos diferentes e que piora em momentos
de estresse. Ela procurou outros profissionais, e
recebeu um diagnóstico de fibromialgia, mas tem
dúvida se tal diagnóstico é real, contando, ainda,
que um de seus irmãos falou que seus sintomas
eram apenas “frescura”. Ela chora ao contar tal
fato e pergunta se vai sentir dor para sempre.
Diante dessa paciente, qual deve ser a postura do
profissional?