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Para ebserh
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Os tumores iniciais de laringe podem ser abordados por acesso endoscópico transoral com uso de laringoscopia de suspensão. Uma opção de ressecção é o uso de laser.
Sobre os lasers cirúrgicos em cirurgias de laringe, é correto afirmar que o laser (de):
A ultrassonografia cervical, um dos métodos auxiliares mais disponíveis atualmente, não emite radiação ionizante e não tem custos importantes após a aquisição do equipamento. Esse método permite a classificação de diversas patologias e serve como o primeiro método de acesso diagnóstico por meio de punções guiadas e, algumas vezes, intervenções como aspiração, alcoolização ou ablação. Contudo, é um método que requer grande conhecimento anatômico para a correta categorização das estruturas.
Observe a imagem a seguir, na qual se identificam três marcas anatômicas em uma ultrassonografia cervical.

Na imagem acima, os números 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, ao(à):
Um paciente de 62 anos foi submetido a tireoidectomia total por carcinoma papilífero de tireoide há 10 anos. Em seguimento houve elevação da tireoglobulina sérica e foi solicitado ultrassom cervical, por meio do qual se obteve a imagem abaixo.

É correto afirmar, a partir dessa imagem, que se trata de um linfonodo:
Um rapaz de 22 anos procurou a emergência com quadro de febre alta, aumento de tonsilas palatinas bilateralmente com exsudato e aumento importante de linfonodos cervicais. Foram solicitados monoteste e sorologia para EBV IGM. Ambos vieram positivos. O paciente ficou internado por 5 dias para controle da febre e sintomas gerais.
Como orientação de alta, é correto afirmar que é:
Uma paciente de 45 anos apresentava aumento de linfonodos cervicais, sudorese noturna, febre baixa e perda de peso. Foi submetida a biópsia do maior linfonodo, tendo sido diagnosticada doença de Castleman.
Acerca dessa condição, é correto afirmar que:
Uma paciente de 65 anos, tabagista, foi diagnosticada com carcinoma epidermoide glótico estadia como T4N0M0, tendo sido traqueostomizada por desconforto respiratório. A proposta inicial foi laringectomia total e radioterapia adjuvante. A paciente recusou e foi encaminhada a radioterapia e quimioterapia. Ao retornar ainda havia indícios de neoplasia, e nova biópsia confirmou a suspeita. Foi novamente proposta a laringectomia total. No aconselhamento dessa paciente, conversou-se sobre a alta incidência de fístula faringocutânea.
No que se refere ao manejo dessa complicação, é correto afirmar que:
Um paciente masculino de 72 anos, calvo, com histórico de grande queimadura no couro cabeludo na infância, evoluiu com degeneração maligna da área cicatricial. A biópsia mostrou um carcinoma espinocelular Grau II; não há evidência de linfonodos acometidos, a lesão mede 5,2 cm, com o centro sobre a região occipital, e não está aderida ao periósteo.
A melhor opção para reconstrução, nesse caso, é um:
Paciente masculino, 55 anos, portador de lesão ulcerada supraglótica com obstrução parcial da via aérea, foi submetido a punção por agulha fina de linfonodo em nívell III a esquerda, que mostrou tratar-se de carcinoma epidermoide. Optou-se, por tratamento cirúrgico com laringectomia supraglótica e esvaziamento cervical radical bilateral.
Quanto ao manejo da via aérea do paciente, a melhor conduta é:
Paciente feminina, 55 anos, não tabagista, com uso de prótese dentária, apresenta lesão ulcerada e plana em borda lateral esquerda da língua. A lesão é verrucosa e tem áreas avermelhadas em seu interior. Não apresenta linfonodos suspeitos à palpação. Foi sugerida a biópsia da lesão; porém, a paciente se recusa a realizar o procedimento.
Como forma de aconselhar a paciente, é correto afirmar que:
Paciente feminino, 32 anos, após andar de montanha-russa, notou nódulo cervical localizado em nível IV à esquerda. Ao exame, palpou-se linfonodo cervical móvel, indolor, abaixo do músculo esternocleidomastoideo. Realizado ultrassom, foram identificados múltiplos linfonodos arredondados e hipoecoicos. A paciente foi, então, encaminhada a punção aspirativa guiada por ultrassom.
Haverá necessidade de se retirar o linfonodo completamente para o diagnóstico caso o resultado da citologia descreva:
Paciente masculino, 22 anos, saudável, após quadro viral importante, notou linfonodo cervical aumentado em nível IIa esquerdo, móvel, indolor, medindo 2,5 cm à palpação. Após um mês, o linfonodo não desapareceu e o paciente encontra-se aflito pela possibilidade de se tratar de um linfonodo suspeito para malignidade. Diante disso, foi solicitada uma ultrassonografia.
A suspeita de benignidade será corroborada caso o exame revele:
Uma paciente de 35 anos foi encaminhada pela sua ginecologista após um exame ultrassonográfico de tireoide “rotina”. Foram reportados uma glândula tireoide de tamanho normal e parênquima homogêneo exceto por uma formação nodular no ⅓ médio de lobo direito formando um ângulo obtuso com a traqueia. Trata-se de um nódulo profundamente hipoecoico, com margens irregulares, mais largo do que alto, com pontos hiperecogênicos medindo 0,9x1,0x1,2 cm.
A melhor propedêutica para essa paciente é: