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Um paciente de 87 anos é internado para tratamento de pneumonia com antibioticoterapia venosa. Durante a internação, apresenta episódios de agitação, necessitando de contenção mecânica para que não saia do leito. Ao ser avaliado pelo médico, afirma que está em casa. O quadro flutua durante o dia, alternando com períodos assintomáticos.
Considerando o quadro do paciente acima, o diagnóstico mais provável é:
A melhor conduta inicial é:
Um idoso passou a apresentar dificuldades da marcha (passo magnético) e incontinência urinária. Recentemente também passou a apresentar déficit cognitivo caracterizado principalmente por prejuízo atencional e síndrome disexecutiva.
O diagnóstico provável é:
Um paciente de 37 anos é encontrado inconsciente no chão de sua casa, pela sua mãe, às 11h da manhã. A última vez que tiveram contato foi por ligação telefônica às 16h do dia anterior. Ao seu lado, sua mãe encontrou cartelas vazias de clonazepam 2 mg. Ela estimou que o filho tenha ingerido entre 15 a 25 comprimidos. O paciente foi levado à unidade de saúde, onde acordou após a aplicação de flumazenil. Ao acordar, confirmou tentativa de autoextermínio e notou que o seu pé esquerdo estava caído e formigando. O exame físico confirmou dificuldade em realizar a dorsiflexão do pé e parestesia em dorso do pé, com o restante do exame sem outra alteração.
A provável causa dessa alteração é:
O diagnóstico mais provável e o tratamento mais adequado são, respectivamente:
Em relação à fascíola hepática, o hospedeiro intermediário são os:
É uma doença que tende à cronificação e que gera uma resposta imune predominantemente tipo resposta:
• HBsAg (+); • Anti-HBs (-); • HBeAg (+); • Anti-HBe (+); • Anti-HBc total (+); • Anti-HBc IgM (+).
O médico assistente, ao relatar os resultados para o paciente, fez corretamente o seguinte comentário:
Com relação a esse patógeno, é correto afirmar que:
O principal modo de transmissão dessa doença acontece por:
Três indivíduos dessa família, idosos, evoluíram com febre alta prolongada, fadiga, cefaleia, tosse seca, náusea, perda de apetite, dor abdominal, constipação, dissociação pulsotemperatura, hepatoesplenomegalia e roséolas cutâneas.
Dois pacientes se recuperaram; entretanto, um deles, na segunda semana de doença, persistiu com febre, astenia intensa, alteração do nível de consciência com delírios e indiferença ao ambiente. Houve dissociação pulsotemperatura (frequência de pulso normal em presença de febre elevada), hepatoesplenomegalia, dor abdominal difusa com persistência da constipação intestinal. Foi observado surgimento de exantemas em ombros, tórax e abdômen caracterizados por máculas pápuloeritematosas, com aproximadamente 1 mm a 5 mm de diâmetro, que desapareciam à vitropressão. Evoluiu com hipotensão, enterorragia e perfuração intestinal. Após tratamento cirúrgico, foi internado em CTI, onde recebeu tratamento adequado com antibióticos, e, após 25 dias, recebeu alta melhorado para enfermaria.
O diagnóstico clínico mais compatível com a descrição acima é:
Dessa maneira, o antibiótico de primeira escolha, indicado pelo Ministério da Saúde, para tratamento da cólera é:
A causa da presença desse sinal é:
Tal alteração consistiu em:
Considerando o relato acima, a doença em questão e um exame que deveria ser solicitado adicionalmente são, respectivamente:
Os sintomas iniciais costumam ser relacionados com a dificuldade de abrir a boca e de deambular, devido à hipertonia muscular correspondente. Com a progressão da doença, outros grupos musculares são acometidos. Pode haver dificuldade de deglutição (disfagia), rigidez de nuca, rigidez paravertebral, hipertonia da musculatura torácica, de músculos abdominais e de membros inferiores. As contraturas paroxísticas ou os espasmos acontecem sob a forma de abalos tonicoclônicos, que variam em intensidade e intervalos, de acordo com a gravidade do quadro. A hipertonia torácica, a contração da glote e as crises espásticas podem determinar insuficiência respiratória, causa frequente de morte nesses enfermos. Nas formas mais graves, também pode ocorrer hiperatividade do sistema autônomo simpático (disautonomia), com taquicardia, sudorese profusa, hipertensão arterial, bexiga neurogênica e febre. Tais manifestações agravam o prognóstico da doença. Entretanto, devido às ações do Programa Nacional de Imunizações, essa doença, felizmente, não é mais tão comum como no passado.
A descrição acima se refere ao(à):
O antígeno leucocitário humano (HLA) presente em mais de 95% dos casos de pacientes com DC é o:
A causa mais frequente de lesão hepática nos pacientes com aids é:
O exame histológico evidenciou colite pseudomembranosa, o que pode ser indicativo de: