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O resultado esperado, nesse contexto clínico, é uma curva do tipo
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta em relação à alimentação é
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta imediata é o uso de
A técnica correta para a realização desse teste exige que a criança
Nesse caso, a conduta imediata é
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o habitat natural típico do agente etiológico causador do desconforto é a região do
A seguinte orientação deve então ser dada aos responsáveis:
A investigação diagnóstica por imagem deve ser iniciada por
O hemograma revela: Hb 8,7 g/dL | Ht 26% | VCM 68 fL | CHCM 28 g/dL | RDW 18% | Leucócitos e plaquetas normais. Ferritina: 10 ng/mL. Ferro sérico: 25mcg/dL, TIBIC: 420mcg/dL, saturação de transferrina: 6%, o PCR está abaixo do limite de detecção.
A principal suspeita diagnóstica é de
Considerando os critérios revisados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2004, a categoria diagnóstica dessa adolescente é
A conduta imediata baseada na principal hipótese diagnóstica é
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o teste realizado durante o exame físico que auxilia no diagnóstico é a avaliação por meio da
Considerando a principal hipótese diagnóstica e os biomarcadores a ela relacionados, é correto afirmar que
Sobre a urticária aguda na infância, é correto afirmar que
Essa situação alimentar é corretamente caracterizada por
Uma mulher de 37 anos com sinais e sintomas sistêmicos crônicos tais como astenia, dores musculares, alterações no sono, tremores e hipotireoidismo foi diagnosticada com síndrome ASIA.
Essa entidade nosológica é consequência principalmente de
Um homem de 67 anos, pessoa vivendo com HIV, é considerado um “controlador de elite”.
O termo pode ser definido como
Paciente masculino, 55 anos, procurou o consultório médico com queixas de fadiga progressiva, fraqueza, sangramento gengival esporádico e surgimento fácil de equimoses nos últimos 3 meses. Negou febre, calafrios, perda ponderal significativa ou sudorese noturna. Não havia outras comorbidades conhecidas. O paciente não estava em uso recente de medicamentos que pudessem justificar o quadro. Ele relatou histórico de consumo moderado de álcool (cerca de 2 a 3 doses por dia), há aproximadamente 20 anos.
Ao exame físico, apresentava-se pálido, com algumas petéquias discretas em membros inferiores. Não havia linfonodomegalias palpáveis. O fígado era palpável há 2 cm abaixo do rebordo costal direito, de consistência normal e indolor. Baço não foi palpável. O restante do exame físico estava sem alterações significativas.
Exames laboratoriais iniciais - Hemograma:
Hemoglobina: 8,0 g/dL; Leucócitos totais: 2.500/mm³ com Neutrófilos: 1.000/mm³; Plaquetas: 70.000/mm³. Volume Corpuscular Médio (VCM): 105 fL; Anisocitose (+); Plaquetas hipogranulares. Reticulócitos: 0,5%. Cinética de Ferro: Ferro sérico: 90 mcg/dL (VR: 60-170 mcg/dL); Ferritina: 150 ng/mL (VR: 20-250 ng/mL); Capacidade Total de Ligação do Ferro (TIBC): 300 mcg/dL (VR: 250-400 mcg/dL). Bioquímica: Bilirrubina total: 1,5 mg/dL com bilirrubina indireta: 1,0 mg/dL; AST: 60 U/L; ALT: 75 U/L; Gama-GT (GGT): 120 U/L (VR: <50 U/L); Creatinina: 1,0 mg/dL.
Considerando o quadro clínico e os exames laboratoriais iniciais, a abordagem investigativa mais apropriada para determinar a etiologia da pancitopenia é
Paciente do sexo feminino, 72 anos, internada há 10 dias, em Unidade de Terapia Intensiva, devido à pneumonia grave, tratada com ceftriaxona. Há 48 horas, iniciou quadro de diarreia líquida (6 episódios nas últimas 24 horas), acompanhada de dor abdominal difusa. Apresenta leucocitose de 18.000 células/mm³ e creatinina sérica de 1,8 mg/dL (valor basal de 0,9 mg/dL). A paciente não possui histórico de diarreia prévia.
Considerando o quadro clínico e os fatores de risco para infecção por Clostridioides difficile, a conduta diagnóstica e terapêutica mais apropriada é
Paciente feminina, 65 anos, com histórico de Diabetes Mellitus tipo 2 de longa data e neuropatia autonômica conhecida, procurou o pronto-socorro devido a uma agudização de sintomas gastrointestinais. Referiu dor abdominal do tipo cólica de forte intensidade, distensão abdominal progressiva, náuseas e episódios de vômitos. É o segundo episódio agudo com esses sinais e sintomas nos últimos seis meses, sendo o atual o mais grave. Cronicamente, queixa-se de constipação crônica e inchaço abdominal pós-prandial.
Ao exame físico, apresentava-se desidratada, com abdome muito distendido, doloroso à palpação difusa, mas sem sinais de peritonite. Ruídos hidroaéreos diminuídos. Hemograma de admissão com leucocitose discreta (11.500/mm³) sem desvio à esquerda. Uma tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste demonstrou alças intestinais difusamente dilatadas em delgado e cólon, sem evidência de obstrução mecânica ou massa intraluminal ou extraluminal, mas com diminutos focos de Pneumatosis intestinalis. Exames laboratoriais de admissão revelaram hipocalemia (potássio sérico 2,8 mEq/L) e hipoalbuminemia (2,5 g/dL).
Diante do quadro clínico e dos resultados dos exames, a conduta inicial mais apropriada para essa paciente é