Questões de Concurso
Para celesc
Foram encontradas 2.637 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A unidade consumidora do Grupo .......... deve ser enquadrada nas seguintes modalidades tarifárias:
1. no caso de tensão de conexão maior ou igual a 69 kV: horária ..................... ; e 2. no caso de tensão de conexão menor que 69 kV: horária azul ou verde, de acordo com a opção ........................... .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
1. A instalação de bancos de capacitores para correção de fator de potência deve ser realizada de modo que sua operação não provoque efeitos transitórios ou ressonâncias que prejudiquem o desempenho do sistema de distribuição ou outras instalações. 2. A potência instalada da microgeração e da minigeração distribuída fica limitada à potência disponibilizada para a unidade consumidora onde a geração será conectada. 3. A distribuidora deve, sempre que consultada, elaborar e fornecer gratuitamente ao consumidor o orçamento estimado para conexão ao sistema de distribuição, no prazo de 30 dias a partir da solicitação.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
O posto tarifário ........................ é composto por período consecutivos de ........... horas diárias definidas pela ......................... .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
O Grupo ............... é composto de unidades consumidoras com conexão em tensão maior ou igual a 2,3 kV, ou atendidas a partir de sistema ............................. de distribuição em tensão menor que 2,3 kV.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
1. Entre os países analisados, o Brasil ocupa a posição 12 em termos de desenvolvimento humano. 2. O ranking é liderado pela Noruega, entre os países analisados. 3. Chile, Argentina e Uruguai têm IDH menor do que o do Brasil.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. O setor elétrico brasileiro é composto por uma única instituição. 2. À ANEEL compete primordialmente realizar pesquisas e estudos para subsidiar o planejamento do setor energético brasileiro. 3. O Ministério de Minas e Energia (MME) é o responsável pelas políticas energéticas do Brasil.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. A cidade do Rio de Janeiro teve papel importante na história da música brasileira. 2. O Nordeste desempenhou relevante papel à música brasileira, ao fornecer ritmos musicais característicos. 3. Modinha e Lundu são formas musicais que estiveram na gênese da música urbana no Brasil.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise as afirmativas abaixo sobre a expansão da Internet.
1. A expansão da Internet não traz nenhum impacto social ou cultural. 2. O número de pessoas que utiliza a Internet tem aumentado, indicando a apropriação de recursos das TICs. 3. A difusão da Internet ocorre de maneira igual entre países desenvolvidos e os demais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. A fragilidade da vida pode ser compreendida como objeto histórico da medicina. 2. A fragilidade da vida social e coletiva nunca se enquadrarou como objeto histórico das ciências sociais. 3. Pode-se considerar que na medicina há um interesse pelos aspectos sociais do adoecer.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia o texto.
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro* inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
* Pessoa que movimenta bonecos articulados com fios.
(Rubem Braga)
( ) As palavras “despedida” e “separação” são homônimas. ( ) Na frase “…procura-a por um instante” o “a” é um pronome oblíquo que substitui a palavra “outra”. ( ) No último período do primeiro parágrafo, todos os verbos estão no pretérito perfeito e há uma próclise obrigatória. ( ) Na frase “haverá outros verões”, se o verbo “haver” for trocado por “existir”, teremos a seguinte construção: “Existirão outros verões”. ( ) Na frase “E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam”, a vírgula foi usada para separar um período composto por coordenação.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Leia o texto.
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro* inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
* Pessoa que movimenta bonecos articulados com fios.
(Rubem Braga)
• Discutiram-se ......................... de atenção às famílias com pais separados e alguns de nós, como psicólogos que somos, ....................... uma pesquisa, identificando nos filhos as implicações psicológicas de uma despedida. (separação aleatória – fazer) • ........................... ainda muitas situações de despedida até que os casais ...................... consciência de que suas atitudes dizem respeito a eles........................ . (dever haver, tomar, mesmo) • Mais de um folião se .......................... ao aderirem o cordão que passava e não ......................... piedade pelos amantes que se separavam ; assim, qual de nós ........................ comiseração por eles? (entrechocar, mostrar, ter).
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Leia o texto.
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro* inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
* Pessoa que movimenta bonecos articulados com fios.
(Rubem Braga)
Leia o texto.
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro* inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
* Pessoa que movimenta bonecos articulados com fios.
(Rubem Braga)
1. A separação é um sentimento concomitantemente contraditório. 2. A vida muitas vezes evita uma despedida. 3. Uma despedida traz consigo a necessidade de explicações. 4. As lembranças acirram o silêncio dos amantes que não se despediram. 5. A despedida, tal qual a cigarra, perde-se num cair de tarde.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia o texto.
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro* inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
* Pessoa que movimenta bonecos articulados com fios.
(Rubem Braga)
Na ergonomia do ambiente de trabalho, os empregados que exerçam ou exercerão suas atividades em ambientes cujos níveis de pressão sonora estejam acima dos níveis de ação devem ser submetidos a exames audiométricos de referência e sequenciais todos, conforme informado no PGR da organização, independentemente do uso de protetor auditivo.
São considerados dentro dos limites aceitáveis os audiogramas que mostram, em todas as frequências examinadas, limiares auditivos menores ou iguais a:
Os trabalhadores podem adoecer ou morrer por causas relacionadas ao trabalho, como consequência da profissão que exercem ou exerceram, ou pelas condições adversas em que seu trabalho é ou foi realizado.
A silicose e a asbestose exemplificam este grupo como: