Questões de Concurso Para ufgd

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Q421757 Fisioterapia
Assinale a alternativa que indica o valor do débito cardíaco de acordo com as seguintes aferições que foram obtidas em um homem:

I. Pressão venosa central: 10 mmHg
II. Frequência cardíaca: 70 bpm
III. [O2 ] da veia pulmonar: 0,24 ml O2 /ml
IV. [O2 ] da artéria pulmonar: 0,16 ml O2 /ml
V. Consumo de O2corporal total: 500 ml/min
Alternativas
Q421756 Fisioterapia
Durante a inspiração,
Alternativas
Q421755 Fisioterapia
Em uma expiração máxima, o que indicaria o volume total expirado?
Alternativas
Q421754 Fisioterapia
Os objetivos da fisioterapia preventiva aplicada a pacientes amputados são, EXCETO
Alternativas
Q421753 Fisioterapia
Se a frequência cardíaca aumentar, em que fase do ciclo cardíaco ela diminui?
Alternativas
Q421752 Fisioterapia
No desvio postural de hiperextensão da coluna cervical, qual(is) músculo(s) se encontra(m) em posição alongada?
Alternativas
Q421751 Fisioterapia
Durante a fase de liberação do arremesso de uma bola de beisebol, quais ações articulares ocorrem nas articulações do ombro e do cotovelo no braço do arremesso?
Alternativas
Q421750 Fisioterapia
Assinale a alternativa correta que corresponde ao principal músculo, na flexão, abdução e rotação externa da coxa com o joelho flexionado.
Alternativas
Q421749 Fisioterapia
Assinale a alternativa que corresponde corretamente com o par de nervos cranianos relacionado principalmente com a sensibilidade da face e com os músculos da mastigação.
Alternativas
Q421748 Fisioterapia
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. _______________ é uma doença genética de caráter recessivo causado por um gene defeituoso localizado no cromossomo X, o qual leva ao enfraquecimento progressivo da musculatura esquelética.
Alternativas
Q421747 Fisioterapia
Assinale a alternativa que apresenta o equipamento fisioterapêutico cujo efeito terapêutico específico é facilitar a remoção da secreção pulmonar.
Alternativas
Q421746 Fisioterapia
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à sequência do trato respiratório inferior.
Alternativas
Q421745 Fisioterapia
A estrutura denominada “pata de ganso” é composta pelos tendões dos seguintes músculos:
Alternativas
Q421744 Fisioterapia
O reflexo de Babinski anormal indica lesão na
Alternativas
Q421743 Fisioterapia
Uma das principais causas de edema é
Alternativas
Q421742 Fisioterapia
A Lei número 8.856, de 1° de março de 1994, estabeleceu que a jornada de trabalho do Fisioterapeuta é de, no máximo,
Alternativas
Q421741 Fisioterapia
No interior do túnel de Guyon, encontram-se respectivamente a seguinte artéria e o seguinte nervo:
Alternativas
Q421740 Fisioterapia
A motricidade involuntária está ligada em uma das vias descritas a seguir. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q421734 Português
                        Pensando livremente sobre o livre arbítrio 

                                                                                                Marcelo Gleiser

      Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
      A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
      Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
      A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
      Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
      Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
      Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana. 

                        http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/ 1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.


Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a seguir.
Alternativas
Q421733 Português
                        Pensando livremente sobre o livre arbítrio 

                                                                                                Marcelo Gleiser

      Todo mundo quer ser livre; ou, ao menos, ter alguma liberdade de escolha na vida. Não há dúvida de que todos temos nossos compromissos, nossos vínculos familiares, sociais e profissionais. Por outro lado, a maioria das pessoas imagina ter também a liberdade de escolher o que fazer, do mais simples ao mais complexo: tomo café com açúcar ou adoçante? Ponho dinheiro na poupança ou gasto tudo? Em quem vou votar na próxima eleição? Caso com a Maria ou não?
      A questão do livre arbítrio, ligada na sua essência ao controle que temos sobre nossas vidas, é tradicionalmente debatida por filósofos e teólogos. Mas avanços nas neurociências estão mudando isso de forma radical, questionando a própria existência de nossa liberdade de escolha. Muitos neurocientistas consideram o livre arbítrio uma ilusão. Nos últimos anos, uma série de experimentos detectou algo surpreendente: nossos cérebros tomam decisões antes de termos consciência delas. Aparentemente, a atividade neuronal relacionada com alguma escolha (em geral, apertar um botão) ocorre antes de estarmos cientes dela. Em outras palavras, o cérebro escolhe antes de a mente se dar conta disso.
      Se este for mesmo o caso, as escolhas que achamos fazer, expressões da nossa liberdade, são feitas inconscientemente, sem nosso controle explícito.
      A situação é complicada por várias razões. Uma delas é que não existe uma definição universalmente aceita de livre arbítrio. Alguns filósofos definem livre arbítrio como sendo a habilidade de tomar decisões racionais na ausência de coerção. Outros consideram que o livre arbítrio não é exatamente livre, sendo condicionado por uma série de fatores, desde a genética do indivíduo até sua história pessoal, situação pessoal, afinidade política etc.
      Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que filósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão. O cerne do problema parece estar ligado com o que significa estar ciente ou ter consciência de um estado mental. Filósofos que criticam as conclusões que os neurocientistas estão tirando de seus resultados afirmam que a atividade neuronal medida por eletroencefalogramas, ressonância magnética funcional ou mesmo com o implante de eletrodos em neurônios não mede a complexidade do que é uma escolha, apenas o início do processo mental que leva a ela.
      Por outro lado, é possível que algumas de nossas decisões sejam tomadas a um nível profundo de consciência que antecede o estado mental que associamos com estarmos cientes do que escolhemos. Por exemplo, se, num futuro distante, cientistas puderem mapear a atividade cerebral com tal precisão a ponto de prever o que uma pessoa decidirá antes de ela ter consciência da sua decisão, a questão do livre arbítrio terá que ser repensada pelos filósofos.
      Mesmo assim, me parece que existem níveis diferentes de complexidade relacionados com decisões diferentes, e que, ao aumentar a complexidade da escolha, fica muito difícil atribuí-la a um processo totalmente inconsciente. Casar com alguém, cometer um crime e escolher uma profissão são ponderações longas, que envolvem muitas escolhas parciais no caminho que requerem um diálogo com nós mesmos. Talvez a confusão sobre o livre arbítrio seja, no fundo, uma confusão sobre o que é a consciência humana. 

                        http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/ 1396284-pensando-livremente-sobre-o-livre-arbitrio.shtml.


Existe uma óbvia barreira disciplinar, já que flósofos e neurocientistas tendem a pensar de forma bem diferente sobre a questão.”
A expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo sintático-semântico, por
Alternativas
Respostas
1281: D
1282: E
1283: A
1284: C
1285: E
1286: C
1287: B
1288: A
1289: E
1290: A
1291: B
1292: D
1293: C
1294: E
1295: B
1296: B
1297: D
1298: B
1299: A
1300: C