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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425430 Fonoaudiologia
Mulher de 35 anos, professora, relata queixa de esforço à fonação acompanhada de dor em região de laringe e falhas na voz. A avaliação perceptivo-auditiva evidenciou voz rugosa e de pitch grave e a avaliação laringológica identificou lesão sugestiva de cisto epidermoide. 
A justificativa fisiopatológica para os achados da avaliação perceptivo-auditiva, respectivamente, são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425429 Fonoaudiologia
Mulher de 47 anos é encaminhada para acompanhamento fonoaudiológico queixando-se de perda da voz com momentos de melhora e piora dos sintomas. Na avaliação perceptivo-auditiva, foi observada alteração importante de qualidade vocal, com voz tensa estrangulada, sonoridade intermitente e foco ressonantal laringofaríngeo abafado. Diante da suspeita de disfonia psicogênica, dois aspectos presentes que podem contribuir para a confirmação diagnóstica são:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425428 Fonoaudiologia
A radioterapia impacta negativamente na qualidade de vida do paciente, que pode sofrer diversos efeitos colaterais de acordo com a modalidade utilizada. Esses efeitos podem ser tardios ou agudos e o fonoaudiólogo deverá ser capaz de avaliar e intervir nas alterações da fala, da voz, da deglutição e da mastigação, sempre considerando o conceito dos efeitos colaterais. Uma associação correta entre efeito colateral e conceito, respectivamente, corresponde a:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425427 Fonoaudiologia
Homem de 52 anos, com histórico de tabagismo e etilismo, foi acometido por carcinoma de laringe. Por conta do estadiamento do tumor, uma parte da laringe foi resseccionada por meio de laringectomia parcial vertical. O tumor infiltrou a comissura anterior e uma pequena extensão da prega vocal oposta, necessitando realizar ressecção da quilha da cartilagem da tireoide, lesão tumoral e uma aritenoide. Nesse caso, o nome da laringectomia parcial vertical realizada é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425426 Fonoaudiologia
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
Durante a discussão multidisciplinar do caso, a equipe questiona sobre a possibilidade do uso de válvula de fala Passy-Muir. As características do uso dessa válvula e do modo ventilatório PSV, respectivamente, são:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425425 Fonoaudiologia
Paciente de 25 anos ficou tetraplégica após trauma raquimedular. Permanece internada na unidade de terapia intensiva desde então, traqueostomizada, dependente de ventilação mecânica invasiva e sem proposta de desmame ventilatório devido ao déficit de força muscular global.
O médico assistente solicitou à fonoaudióloga avaliação sobre a possibilidade de alimentação via oral. Os parâmetros ventilatórios que são recomendados para minimizar interferências da ventilação mecânica na deglutição durante a avaliação correspondem a: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425424 Fonoaudiologia
São achados das disartrias e das apraxias, respectivamente:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425423 Fonoaudiologia

Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.

Durante a internação, foi realizada fonoterapia duas vezes na semana. A família do paciente, presente e ativa durante toda a internação, mostrou-se muito ansiosa sobre o processo de recuperação da linguagem. As informações que devem ser dadas à família em relação ao prognóstico de reabilitação linguística incluem que há chances do caso evoluir:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425422 Fonoaudiologia

Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.

De acordo com o diagnóstico fonoaudiológico, o desempenho de emissão, compreensão e repetição esperado durante a avaliação de linguagem, respectivamente, é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425421 Fonoaudiologia
Considere um paciente encaminhado pelo neurologista para avaliação fonoaudiológica com queixa de disfagia, que realizou videofluoroscopia da deglutição com o seguinte laudo: “Avaliação com a consistência líquida (IDDSI 0) evidenciou dinâmica orofaríngea adequada, sem sinais de penetração/aspiração laringotraqueal. Com as consistências pastosa (IDDSI 4) e sólida (IDDSI 7), foi observada fase oral e dinâmica hiolaríngea adequadas, cinco deglutições por oferta e estase faríngea, com penetração laríngea após a deglutição. Diante do laudo da videofluoroscopia apresentado, as estratégias terapêuticas que devem ser indicadas são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425420 Fonoaudiologia
Uma paciente foi internada na enfermaria da clínica médica para investigação etiológica de paralisia facial. A avaliação fonoaudiológica evidenciou redução da mobilidade dos músculos frontal, corrugador do supercílio, prócero, levantador da asa do nariz, orbicular dos olhos e da boca, zigomático, risório e bucinador. Não foram encontradas alterações de sensibilidade. O tipo de paralisia facial encontrado, a via motora lesionada e a terapêutica adequada para esse caso, respectivamente, são: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425419 Fonoaudiologia
No boletim operatório de um paciente submetido à endarterectomia de carótida direita, havia relato de grande manipulação do nervo laríngeo recorrente e hipoglosso. Nesse caso, espera-se que os achados estruturais encontrados e a alteração funcional correspondente, respectivamente, sejam: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425418 Fonoaudiologia
 O distúrbio alimentar pediátrico (DAP) ocorre quando a criança não apresenta uma ingestão oral adequada para a idade, podendo estar relacionado a questões médicas, nutricionais, psicossociais e/ou a questões de habilidade alimentar. Considerando esses quatro domínios, para contribuir no manejo desse perfil de paciente, o fonoaudiólogo deve:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425417 Fonoaudiologia
Menina de 2 anos e 6 meses foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica devido a dificuldades na alimentação desde o início da introdução alimentar. A mãe relata que a criança apresenta engasgos frequentes, recusa alimentar para sólidos e fadiga durante as refeições. No exame clínico, observaram-se hipotonia orofacial, atraso no desenvolvimento das habilidades mastigatórias e escape anterior de alimento durante a deglutição. A criança tem diagnóstico de disfagia orofaríngea pediátrica de grau moderado, com risco de aspiração para líquidos finos. Com base no caso clínico, a estratégia que pode ser utilizada para auxiliar no tratamento dessa disfagia é: 
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425416 Fonoaudiologia
A avaliação clínica fonoaudiológica da disfagia infantil é dividida em anamnese, avaliação estrutural e avaliação funcional. Para cada tipo de avaliação, existe uma estratégia adequada para obter o melhor panorama da execução da função avaliada. Na avaliação estrutural, o fonoaudiólogo deve:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425415 Fonoaudiologia
Menina de 3 anos, nascida a termo, sem intercorrências no período neonatal e sem histórico de comorbidades, desde o nascimento, apresentou dificuldades na alimentação, caracterizadas por engasgos frequentes e tosse durante a amamentação. No primeiro ano de vida, episódios de desconforto alimentar foram observados, levando à introdução alimentar cautelosa. Aos 6 meses, foi submetida à videofluoroscopia da deglutição, que evidenciou episódios de aspiração silenciosa. Com o crescimento, houve melhora progressiva dos sintomas, e, atualmente, sua alimentação é considerada funcional, sem sinais de disfagia evidente. Com base na descrição do caso, avalia-se que o quadro da paciente:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425414 Fonoaudiologia
Menino de 3 anos nasceu com sequência de Pierre Robin, apresentando micrognatia, glossoptose e fissura. Desde o nascimento, identificou-se dificuldade na alimentação, com episódios frequentes de regurgitação nasal e dificuldade na deglutição. Durante avaliação fonoaudiológica para acompanhamento da deglutição e desenvolvimento da fala, o exame clínico identificou uma fissura. Segundo Spina (1972), a classificação da fissura e o sítio anatômico, respectivamente, são:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425413 Fonoaudiologia
RN pré-termo, com diagnóstico de hemorragia peri-intraventricular grau III, foi avaliado com 39 semanas de idade gestacional corrigida. Apresentou emissões otoacústicas transientes (EOAT) presentes bilateralmente, reflexo cócleo-palpebral (RCP) ausente e curva timpanométrica do tipo A em ambas as orelhas. No potencial evocado de tronco encefálico (PEATE) a 80dBnNA, verificaram-se atraso das latências absolutas das ondas III e V e intervalos interpicos I-III e I-V aumentados bilateralmente. Considerando a avaliação desse bebê, os resultados indicam:
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Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425412 Fonoaudiologia
As emissões otoacústicas são sons de fraca intensidade, gerados na cóclea, decorrentes da motilidade das células ciliadas externas. Aquela que tem boa sensitividade e especificidade na utilização de monitoramento auditivo (na exposição a agentes adversos) e no diagnóstico precoce auditivo é a emissão otoacústica:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Fonoaudiólogo |
Q3425411 Fonoaudiologia
Lactente de 37 semanas de idade gestacional corrigida, em ar ambiente e recebendo dieta exclusiva por sonda nasogástrica, durante a avaliação funcional da deglutição com oferta de dieta no copo, aceitou 28mL em 25 minutos, sendo 18mL ingeridos nos primeiros cinco minutos de oferta, de um volume total prescrito de 45mL, sem intercorrências. Nesse caso, avalia-se que o desempenho do lactente e a conduta a ser tomada, respectivamente, são:
Alternativas
Respostas
701: C
702: A
703: A
704: B
705: C
706: B
707: D
708: A
709: B
710: B
711: D
712: C
713: A
714: D
715: C
716: C
717: D
718: A
719: C
720: D