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Q1663001 Português

    Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem de morte e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital, que chega a dispensar, por secundários, quase supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

    Esse tipo humano ignora as fronteiras. No mundo tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim. Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes.

    O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente que, no entanto, mede todas as possibilidades de esperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior que o todo.

     Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro − audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem −, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

    Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; as energias que visam estabilidade, paz, segurança pessoal e os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

    Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical. Ambos participam, em maior ou menor grau, de múltiplas combinações e é claro que, em estado puro, nem o aventureiro, nem o trabalhador, possuem existência real fora do mundo das idéias. Mas também não há dúvida que os dois conceitos nos ajudam a situar e a melhor ordenar nosso conhecimento dos homens e dos conjuntos sociais. E é precisamente nessa extensão superindividual que eles assumem importância inestimável para o estudo da formação e evolução das sociedades.

Na obra da conquista e da colonização dos novos mundos coube ao espírito do trabalho, no sentido aqui compreendido, papel muito limitado, quase nulo. A época predispunha aos gestos e façanhas audaciosos, galardoando bem os homens de grandes vôos. E não foi fortuita a circunstância de se terem encontrado neste continente, empenhadas nessa obra, principalmente as nações onde o tipo do trabalhador, tal como acaba de ser discriminado, encontrou ambiente menos propício.

(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1948, p. 36-39)

A organização textual baseia-se nas relações sintáticosemânticas de
Alternativas
Q1663000 Português

    Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem de morte e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital, que chega a dispensar, por secundários, quase supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

    Esse tipo humano ignora as fronteiras. No mundo tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim. Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes.

    O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente que, no entanto, mede todas as possibilidades de esperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior que o todo.

     Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro − audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem −, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

    Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; as energias que visam estabilidade, paz, segurança pessoal e os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

    Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical. Ambos participam, em maior ou menor grau, de múltiplas combinações e é claro que, em estado puro, nem o aventureiro, nem o trabalhador, possuem existência real fora do mundo das idéias. Mas também não há dúvida que os dois conceitos nos ajudam a situar e a melhor ordenar nosso conhecimento dos homens e dos conjuntos sociais. E é precisamente nessa extensão superindividual que eles assumem importância inestimável para o estudo da formação e evolução das sociedades.

Na obra da conquista e da colonização dos novos mundos coube ao espírito do trabalho, no sentido aqui compreendido, papel muito limitado, quase nulo. A época predispunha aos gestos e façanhas audaciosos, galardoando bem os homens de grandes vôos. E não foi fortuita a circunstância de se terem encontrado neste continente, empenhadas nessa obra, principalmente as nações onde o tipo do trabalhador, tal como acaba de ser discriminado, encontrou ambiente menos propício.

(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1948, p. 36-39)

O texto desenvolve-se como
Alternativas
Q1662999 Português

    Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem de morte e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital, que chega a dispensar, por secundários, quase supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

    Esse tipo humano ignora as fronteiras. No mundo tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim. Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes.

    O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente que, no entanto, mede todas as possibilidades de esperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior que o todo.

     Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro − audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem −, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

    Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; as energias que visam estabilidade, paz, segurança pessoal e os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

    Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical. Ambos participam, em maior ou menor grau, de múltiplas combinações e é claro que, em estado puro, nem o aventureiro, nem o trabalhador, possuem existência real fora do mundo das idéias. Mas também não há dúvida que os dois conceitos nos ajudam a situar e a melhor ordenar nosso conhecimento dos homens e dos conjuntos sociais. E é precisamente nessa extensão superindividual que eles assumem importância inestimável para o estudo da formação e evolução das sociedades.

Na obra da conquista e da colonização dos novos mundos coube ao espírito do trabalho, no sentido aqui compreendido, papel muito limitado, quase nulo. A época predispunha aos gestos e façanhas audaciosos, galardoando bem os homens de grandes vôos. E não foi fortuita a circunstância de se terem encontrado neste continente, empenhadas nessa obra, principalmente as nações onde o tipo do trabalhador, tal como acaba de ser discriminado, encontrou ambiente menos propício.

(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1948, p. 36-39)

Resume-se corretamente o texto da seguinte maneira:
Alternativas
Q1662998 Português

    Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem de morte e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital, que chega a dispensar, por secundários, quase supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

    Esse tipo humano ignora as fronteiras. No mundo tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim. Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes.

    O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente que, no entanto, mede todas as possibilidades de esperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior que o todo.

     Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro − audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem −, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

    Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; as energias que visam estabilidade, paz, segurança pessoal e os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

    Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical. Ambos participam, em maior ou menor grau, de múltiplas combinações e é claro que, em estado puro, nem o aventureiro, nem o trabalhador, possuem existência real fora do mundo das idéias. Mas também não há dúvida que os dois conceitos nos ajudam a situar e a melhor ordenar nosso conhecimento dos homens e dos conjuntos sociais. E é precisamente nessa extensão superindividual que eles assumem importância inestimável para o estudo da formação e evolução das sociedades.

Na obra da conquista e da colonização dos novos mundos coube ao espírito do trabalho, no sentido aqui compreendido, papel muito limitado, quase nulo. A época predispunha aos gestos e façanhas audaciosos, galardoando bem os homens de grandes vôos. E não foi fortuita a circunstância de se terem encontrado neste continente, empenhadas nessa obra, principalmente as nações onde o tipo do trabalhador, tal como acaba de ser discriminado, encontrou ambiente menos propício.

(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1948, p. 36-39)

É correto concluir do texto que
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1239192 Engenharia Civil
Acerca de vibrações mecânicas, julgue o item seguinte.
Se uma fonte de vibrações excita uma estrutura com freqüência aleatória, a estrutura responderá com um deslocamento na mesma freqüência de excitação.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1235888 Arquitetura
Um arquiteto que deseja desenhar com auxílio de um programa CAD sabe que tem a seu dispor uma série de recursos de desenho que facilitam e simplificam muito determinadas operações necessárias e usuais no exercício do projeto. Tendo em vista os recursos do programa mais amplamente conhecido no setor, o AutoCAD, julgue o item que se segue.
Os programas de modelagem 3D diferem estruturalmente dos programas CAD porque trabalham diretamente com entidades, objetos ou sólidos tridimensionais, ao contrário dos programas CAD, que costumam levantar uma terceira dimensão a partir de desenhos no plano. Em outras palavras, no ambiente 3D, o usuário modela ou constrói objetos virtuais, em vez de desenhar linhas sobre um papel virtual.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1235640 Arquitetura
Um arquiteto que deseja desenhar com auxílio de um programa CAD sabe que tem a seu dispor uma série de recursos de desenho que facilitam e simplificam muito determinadas operações necessárias e usuais no exercício do projeto. Tendo em vista os recursos do programa mais amplamente conhecido no setor, o AutoCAD, julgue o item que se segue.
A denominação WIRE-FRAME, ou figura de arame, refere-se a representações de objetos 3D em computador nas quais são visíveis apenas as arestas ou o esqueleto do objeto. Por serem imagens de objetos 3D que são apresentadas como um emaranhado de linhas na superfície bidimensional da tela, essas representações são freqüentemente ambíguas, requerendo que se olhe os objetos de outros pontos de vista para entendê-lo totalmente.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1234697 Comunicação Social
A respeito da redação publicitária e da criação de texto, julgue o item que se segue.
Na lauda padrão de roteiro para TV, a coluna que apresenta a descrição da imagem fica do lado direito e a do texto a ser lido fica do lado esquerdo.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1234656 Comunicação Social
A respeito da redação publicitária e da criação de texto, julgue o item que se segue.
Ao criar um texto publicitário para TV, o criador pode usar períodos e parágrafos curtos para facilitar a compreensão por parte dos telespectadores e não necessita ser tão preciso no vocabulário, podendo usar adjetivação.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1234622 Comunicação Social
A respeito da redação publicitária e da criação de texto, julgue o item que se segue.
O texto publicitário tende a apresentar característica circular: o argumento principal expresso no título costuma ser reforçado no fechamento do texto.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1234531 Comunicação Social
A respeito da redação publicitária e da criação de texto, julgue o item que se segue.
A criação publicitária enfoca unicamente os aspectos emocionais da mensagem, buscando persuadir o público por meio de expressões e imagens de impacto para criar sentimentos de choque ou simpatia.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1233815 Arquitetura
No que se refere ao direito das licitações e dos contratos, julgue o item a seguir.
Com relação a uma sessão voltada à abertura dos envelopes contendo as propostas dos licitantes habilitados em uma concorrência, seria nulo ato da administração que limitasse o acesso à referida sessão apenas aos concorrentes devidamente habilitados na licitação.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1229112 Arquitetura
Os novos sistemas construtivos vêm demandando um contínuo desenvolvimento das técnicas de impermeabilização, especialmente em países tropicais, onde o gradiente térmico diário e a elevada pluviosidade promovem um contínuo esforço dos materiais e de suas junções. Com referência a esse assunto, julgue o item que se segue.
Em climas predominantemente secos, como é o de Brasília, é possível executar muros de arrimo sem a preocupação do emprego de revestimento impermeabilizante.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1229015 Arquitetura
Os novos sistemas construtivos vêm demandando um contínuo desenvolvimento das técnicas de impermeabilização, especialmente em países tropicais, onde o gradiente térmico diário e a elevada pluviosidade promovem um contínuo esforço dos materiais e de suas junções. Com referência a esse assunto, julgue o item que se segue.
As juntas dos edifícios executados em concreto devem, obrigatoriamente, receber sistemas de impermeabilização elásticos para resistir aos esforços mecânicos de dilatação.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1228752 Arquitetura
O aterramento nas instalações elétricas prediais é uma ligação intencional com a terra, ao longo da qual a corrente elétrica pode fluir, difundindo-se. São aterrados invólucros de equipamentos e partes de instalações. No referente a esse assunto, julgue o item subsequente.
A ligação de um dos condutores do sistema à terra, geralmente o neutro, está relacionada com o funcionamento correto, seguro e confiável da instalação.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1228592 Relações Públicas
Quanto à opinião pública, julgue o item subseqüente.
O agregado das opiniões predominantes em uma comunidade pode ser entendido como opinião pública, desde que represente um consenso entre todas as pessoas dessa comunidade.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1226785 Engenharia Eletrônica
A automação de processos, que por muito tempo ficou restrita a plantas industriais, passou a ser incorporada a ambientes nãoindustriais. A automação predial visa proporcionar melhorias nos índices de conforto, segurança e eficientização energética de ambientes comerciais, de serviços, habitacionais etc. Tais melhorias resultam da integração de diversos equipamentos, sob supervisão de computadores ou unidades específicas de processamento. Acerca de elementos em sistemas de automação predial, julgue o item que se segue.
Em um ambiente onde se pretende realizar um controle de temperatura, as constantes de tempo térmicas do ambiente são bem maiores que as constantes de tempo dos circuitos eletrônicos.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1226723 Engenharia Eletrônica
A automação de processos, que por muito tempo ficou restrita a plantas industriais, passou a ser incorporada a ambientes nãoindustriais. A automação predial visa proporcionar melhorias nos índices de conforto, segurança e eficientização energética de ambientes comerciais, de serviços, habitacionais etc. Tais melhorias resultam da integração de diversos equipamentos, sob supervisão de computadores ou unidades específicas de processamento. Acerca de elementos em sistemas de automação predial, julgue o item que se segue.
Sensores infravermelhos de verificação de presença podem ser utilizados em conjunto com o acionamento automático de portas. Pequenas variações na radiação infravermelha, traduzida em tensão elétrica na saída do circuito de condicionamento, podem ser processadas mediante um circuito derivador, que amplifica as variações e indica presença a partir de movimentos da fonte de emissão.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1226613 Comunicação Social
Julgue o item a seguir, a respeito de questões relacionadas a coordenação de equipes, orçamentação e produção.
Em função do tipo de produção e do resultado final desejado, a edição pode ter custo superior e demorar mais tempo do que a captação e a pré-produção.
Alternativas
Ano: 2003 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Câmara dos Deputados
Q1226573 Jornalismo
Julgue o item a seguir, a respeito de questões relacionadas a coordenação de equipes, orçamentação e produção.
É impossível que apenas um jornalista faça uma matéria externa sozinho, desde a pauta até a edição, passando pela captação.
Alternativas
Respostas
8221: E
8222: C
8223: A
8224: E
8225: E
8226: C
8227: C
8228: E
8229: C
8230: C
8231: E
8232: C
8233: E
8234: C
8235: C
8236: E
8237: C
8238: C
8239: C
8240: E